Bolsonaro é internado no Hospital das Forças Armadas após passar mal

Em nota, Secretaria Especial de Comunicação disse que a internação é devido a um soluço que persiste há dias no presidente

Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) | Foto: Adriano Machado/Reuters

Após passar mal, na madrugada desta quarta-feira,14, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi levado ao Hospital das Forças Armadas (HFA), onde permanece internado. Após exames, segundo fontes do Palácio do Planalto, foi constatada obstrução abdominal. A Secretaria Especial de Comunicação enviou nota à imprensa e disse que o motivo da internação era um soluço que persistia no chefe de Estado há dias.

Após a internação, a agenda oficial de Bolsonaro foi cancelada, o que inclui a audiência prevista para ocorrer às onze horas com os presidentes dos Três Poderes. Quem informou acerca do cancelamento foi o Supremo Tribunal Federal.

O soluço persistente de Jair Bolsonaro já havia sido alvo de reclamação do presidente a apoiadores, na semana passada. “Estou há sete dias soluçando e tenho dois discursos hoje e um amanhã, portanto não vou falar muito. Estou poupando aqui falar”, disse ao público, na ocasião.

Veja a nota da Secom na íntegra

“O presidente da República, Jair Bolsonaro, por orientação de sua equipe médica, deu entrada no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, nesta quarta-feira (14/7) para a realização de exames para investigar a causa dos soluços. Por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem.”

Histórico médico

Em abril, Bolsonaro chegou a revelar que teria que passar por uma cirurgia para corrigir uma hérnia, procedimento que seria o sétimo desde que o chefe de Estado sofreu uma facada em setembro de 2018, em sua campanha eleitoral. A facada fez com que Jair Bolsonaro tivesse que ter seu trânsito intestinal reconstruído. Em 2019, ele precisou retirar uma hérnia que se formou na cicatriz da cirurgia do ano anterior. Já no segundo semestre de 2020, ele precisou remover um cálculo da bexiga.

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