Bares e restaurantes pedem nova flexibilização das atividades

Setor de casas de festas, eventos, bares e restaurantes deixou de arrecadar R$ 15 bilhões em 2020 por conta das restrições do decreto municipal, aponta Sindibares e Abrasel

Reunião de representantes do setor com a Sedetec | Foto: Reprodução

Os representantes do setor de bares e restaurantes de Goiânia participaram de uma reunião com o secretário Walisson Moreira (Sedetec) para discutir a flexibilização das atividades nos estabelecimentos. A classe pede a reabertura das brinquedotecas, casas de festas e eventos, buffets infantis, permissão de até oito pessoas por mesa e o aumento da capacidade de ocupação de 50% para 75%.

“O que queremos é formalizar os eventos que já vem acontecendo nas residências das pessoas de maneira irregular. A população precisa contar com um local seguro para confraternizar com sua família”, explica o presidente do Sechseg, Marlos Luz.

Um documento assinado pelo Sindibares e Abrasel, entregue para a Sedetec no encontro, diz que o setor de casas de festas, eventos, bares e restaurantes deixou de arrecadar R$ 15 bilhões em 2020 por conta das restrições do decreto municipal. Com isso, o município deixou de arrecadar R$ 5 milhões em ISS (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza).

O presidente do Sechseg explica que essa flexibilização das atividades poderá aumentar a oferta de vagas de empregos para o setor. “Aos poucos as empresas estão retomando o funcionamento e com isso abrindo vagas de emprego, já que mais de 12 mil trabalhadores foram demitidos nos primeiros meses de pandemia da Covid-19. Se aumentar a capacidade dos bares e restaurantes, vão precisar de mais funcionários. Isso ajuda a população e também o município”, conta.

Além disso, no encontro com o secretário foi apresentado um pedido de reabertura das piscinas dos hotéis pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Goiás (ABIH-GO). Segundo o setor, todas as solicitações tiveram embasamento epidemiológico.

Eles citam o boletim integrado Covid-19 de 14 de outubro de 2020, que aponta que a taxa de ocupação de leitos de UTI na capital estava em torno de 55%. Já em relação à média móvel de casos e a letalidade da doença, o grupo alega que os números estão em queda desde dia 9 de outubro.

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