Bancada Feminina do Congresso intervém ao TSE por mais mulheres na política

Ministro informou que tribunal irá começar a veicular uma campanha para conscientizar as mulheres da importância da participação feminina na política

Bancada feminina no Congresso se reuniu com ministro do STF | Divulgação

Bancada feminina no Congresso se reuniu com ministro do STF | Divulgação

Na manhã dessa quinta-feira (3/3), a bancada feminina do Congresso Nacional esteve reunida com o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Tóffoli, para tratar sobre a participação da mulher na política.

De acordo com as senadoras e deputadas, atualmente os partidos inscrevem mulheres, muitas vezes até sem o conhecimento delas, apenas para cumprir a cota de 30% exigida pela legislação.

O ministro informou que a partir de abril o TSE irá começar a veicular uma campanha publicitária para conscientizar as mulheres da importância da participação feminina na política. A peça deverá ser inserida na programação de rádio e TV por quatro meses, e estará disponível em horários nobres, e de forma equilibrada. Além disso, ele comunicou que o tempo previsto para TV destinado às candidatas passará de cinco para 10 minutos.

Ao ser cumprimentada por Dias Tóffoli por ter assumido a presidência do PSB goiano, a senadora Lúcia Vânia falou sobre a baixa participação das mulheres nas Executivas dos partidos, e comemorou a veiculação da campanha.

“É muito importante que as mulheres entendam que a participação delas na política impacta o todo, e que isso reflete na sociedade e na realidade de vida delas, inclusive, das famílias. A repetição da peça publicitária pelos próximos meses irá auxiliar nessa conscientização”, explicou.

A campanha do TSE será lançada no Congresso Nacional no dia 31 de março.

Uma resposta para “Bancada Feminina do Congresso intervém ao TSE por mais mulheres na política”

  1. Avatar Epaminondas disse:

    Tá doida, mais mulheres na política? Veja a que está na presidência, a dificuldade que está sendo pra tirá-la!

    Eu preciso entender: Primeiro elas querem cotas para mulheres; agora que partidos colocam candidatas biônicas só para cumprir a cota, elas querem acabar com as cotas? Ou querem que as mulheres biônicas passem a ser ativas como candidatas? Isto vai depender se os maridos delas deixarem.

    Pessoalmente, quando eu voto, eu não procuro saber se o candidato faz pipi em pé ou sentado, mas quem tem proposta. Que tal a bancada da escova no cabelo, ao invés de ir pedir mais isto ou mais aquilo, não apresenta tais propostas?

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