Bailarinos do Brasil e da Argentina são escolhidos para ir ao Prix de Lausanne

Paloma Ramirez Azambuja, da Argentina, João Vitor Percílio da Silva, de Minas Gerais, e Alice Balboni, de São Paulo, vão para a Suíça. Goiânia foi a primeira cidade brasileira a sediar etapa da competição, uma das principais no cenário da dança internacional

Da esquerda para direita: Paloma Ramirez Azambuja, da Argentina, João Vitor Percílio da Silva, de Minas Gerais, e Alice Balboni, de São Paulo | Foto: Renan Livi – BolhaSet/Divulgação

 

Paloma Ramirez Azambuja, da Argentina, João Vitor Percílio da Silva, de Minas Gerais, e Alice Balboni, de São Paulo, todos com 15 anos, foram os bailarinos escolhidos na Pré-Seletiva para o Prix de Lausanne, realizada no último final de semana, no Teatro Rio Vermelho. Goiânia foi a primeira cidade brasileira a sediar etapa da competição, uma das principais no cenário da dança internacional.

A disputa reuniu, na capital goianiense, 44 bailarinos de países como Argentina, Brasil, México e Austrália, nascidos entre 9 de fevereiro de 2000 e 9 de fevereiro de 2004. Os três selecionados irão disputar o 47º Prix de Lausanne, na Suíça, de 03 a 10 de fevereiro de 2019.

Todos os participantes apresentaram um solo de contemporâneo e um solo de ballet clássico e foram avaliados por grandes profissionais da dança reconhecidos internacionalmente, como Kathryn Bradney, dos Estados Unidos, que é a atual diretora artística e executiva do Prix de Lausanne, e Igor Piovano, da Itália, que é gerente de produção do Prix de Lausanne.

A Pré-Seletiva para o Prix de Lausanne, realizada pelo Conselho Brasileiro da Dança (CBDD) e produzida pelo Studio Dançarte, das irmãs Ariadna e Gisela Vaz, terminou neste domingo (30), depois de dois dias de programação voltada para bailarinos e o público em geral.

Realizada anualmente desde 1973 pela Fondation en Faveur de l’Art Chorégraphique, a competição suíça tem como principais prêmios bolsas de estudos e de estágio em algumas das melhores escolas e companhias de dança do mundo, como The Royal Ballet, da Inglaterra, American Ballet Theatre, dos Estados Unidos, e Stuttgart Ballet, da Alemanha.

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