Backing vocal de Aline Barros diz que foi demitida por ser gay e pede indenização de R$ 1 milhão

Backing vocal pediu R$ 1 milhão na Justiça

Reprodução

A cantora gospel Aline Barros está sendo processada pela ex-funcionária Rejane Silva de Magalhães. A backing vocal, que trabalhou com Aline por 10 anos, alega que foi demitida depois que assumiu sua homossexualidade.

De acordo com o processo, Rejane foi desligada da banda sem aviso prévio. Ela pede declaração de vínculo empregatício, já que não tinha carteira assinada, recolhimentos de INSS e FGTS, horas extras, adicional noturno, décimo terceiro salário, férias, além de reivindicar uma redução salarial que alega ter tido. O valor da causa é de R$ 1 milhão.

A Justiça, entretanto, já determinou que a cantora pague a quantia de R$ 200 mil. Agora, Aline Barros tenta um acordo com a ex-funcionária.

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