Atrações musicais encerram 3º dia do Fica 2015

Depois das oficinas, mostras e minicursos, público foi para a praça de eventos Beira Rio, onde quatro bandas encerraram a noite

Com utilização de material reciclável -- como garrafas de vidro e galões de água -- como instrumento, grupo tem proposta que se une ao festival | Foto: Sarah Teófilo

Com utilização de material reaproveitado — como garrafas de vidro e galões de água — como instrumento, grupo Vida Seca se destacou pela proposta que se une ao festival | Foto: Sarah Teófilo

Sarah Teófilo
Da Cidade de Goiás

Reclamações quanto à mudança da data e fim de artistas de destaque nacional podem continuar na boca de comerciantes e frequentadores do Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica), mas uma coisa é certa: o público se diverte.

Público na praça de eventos Beira Rio | Foto: Sarah Teófilo

Público na praça de eventos Beira Rio | Foto: Sarah Teófilo

O terceiro dia da 17ª edição do festival, nesta quinta-feira (13/8), na Cidade de Goiás, contou com uma extensa programação: entre diversas atividades no roteiro, teve oficina de produção de documentário ambiental, oficina de economia criativa, além das mostras ABD, competitiva, infantil e o lançamento filme “Araguaia”. Também houve a abertura da exposição Minadouro, de Gabriel Caetano R. Lima, minicursos e debates.

Por volta das 20 horas, os shows começaram com a apresentação de Júlio Lemos, no Palácio Conde dos Arcos, seguido por Bruno Rejan Quinteto e Makimatrio. Continuando a programação, foram realizados quatro shows na praça de eventos Beira Rio: Vida Seca, Terrorista da Palavra, grupo Cega Machado e Flor D’Já, que finalizou a noite com um reggae.

Banda de reggeae Flor D'Já encerrou o dia | Foto: Sarah Teófilo

Banda de reggae Flor D’Já encerrou o dia | Foto: Sarah Teófilo

A banda Vida Seca se destacou pela proximidade da proposta musical com o evento que ocorre há 17 anos. O grupo toca em instrumentos recicláveis — como garrafas de vidro e galões de água. Thiago Verano um dos integrantes do grupo, explicou que o projeto existe desde 2004, e que vai além de tocar.

O grupo também realiza diversos trabalhos em empresas, e no próprio funcionalismo público. Atualmente não há nenhum trabalho em execução, mas de acordo com Thiago, o grupo sempre possui alguma parceria, seja com institutos ou prefeituras. Conforme explicou, existem projetos continuados para formação de blocos de percussão, mas também ensinam a construir instrumentos com o material reaproveitado — o que, segundo o agrônomo é simples.

De acordo com Thiago, esta é a primeira vez em 8 anos que a banda é finalmente chamada a comparecer ao Fica. “Nossa última vez foi há oito anos, e foi uma surpresa sermos chamados para vir ate aqui”, explicou.

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