Atentado em Paris: um dos suspeitos entrega-se à polícia; irmãos continuam foragidos

Hamyd Mourad, de 18 anos, se entregou na noite da última quinta-feira (8/1); os outros dois suspeitos, Said Kouachi e Cherif Kouachi, ainda não foram encontrados

Irmãos Said Kuachi e Cherif Kuachi são procurados pela polícia francesa

Irmãos Said Kuachi e Cherif Kuachi são procurados pela polícia francesa

O mais jovem dos suspeitos do atentado da última quarta-feira (7/1) em Paris contra o semanário francês Charlie Hebdo, Hamyd Mourad, de 18 anos, entregou-se à polícia.

 

Os outros dois suspeitos, os irmãos Said Kouachi e Cherif Kouachi, de 32 e 34 anos, respectivamente, de nacionalidade francesa e tidos como conhecidos jihadistas pelos serviços secretos, estão foragidos.

Três homens vestidos de preto, encapuzados e armados atacaram na manhã da última quarta-feira a sede do Charlie Hebdo, no centro de Paris, deixando 12 mortos (dez jornalistas e cartunistas e dois policiais) e 11 feridos, quatro deles em estado grave.

Os autores gritaram Allah Akbar (Alá é Grande) e “afirmaram pretender vingar o profeta” Maomé.

Entre as vítimas do ataque estão os cartunistas Stéphane “Charb” Charbonnier, de 47 anos, diretor da publicação, Jean “Cabu” Cabut, de 76 anos, Georges Wolinksi, de 80 anos, e Verlhac “Tignous” Bernard, de 58 anos.

Cartunista Stéphane “Charb” Charbonnier, de 47 anos: uma das vítimas | Foto: reprodução / Facebook

Cartunista Stéphane “Charb” Charbonnier, de 47 anos: uma das vítimas | Foto: reprodução / Facebook

O semanário tornou-se conhecido em 2006 quando decidiu voltar a publicar cartuns do profeta Maomé, inicialmente publicados no diário dinamarquês Jyllands-Posten e que provocaram forte polêmica em vários países muçulmanos.

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