Ataque do governo americano mata chefe militar do Irã e País já discute resposta aos EUA

Qassim Suleimani morreu em decorrência de um bombardeio realizado por um drone americano ao aeroporto de Bagdá, capital do Iraque

general Qassim Suleimani morto em bombardeio autorizado por Donald Trump / Foto: Reprodução/Internet

Os Estados Unidos matou o principal chefe militar do Irã, general Qassim Suleimani, na noite da última quinta-feira, 2. Suleimani morreu em decorrência de um bombardeio realizado por um drone americano ao aeroporto de Bagdá, capital do País.

Segundo informações divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo, ele era o principal comandante militar do Irã e o líder de uma milícia local pró-Teerã. A ação de bombardeio foi autorizada pessoalmente pelo presidente Donald Trump.

De acordo com o Pentágono, “o general Suleimani estava desenvolvendo planos de atacar diplomatas americanos e militares a serviço no Iraque e em toda a região. (…) Esta ação teve como objetivo dissuadir futuros planos de ataques iranianos”.

Vale destacar que o militar liderava há mais de 20 anos a força Quds, braço de elite Guarda Revolucionária do Irã. O jornal paulista mostrou também que, de acordo com a imprensa internacional, o general iraniano era tido como a segunda pessoa mais poderosa do País, perdendo apenas para o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Suleimani estava à frente, inclusive, do presidente Hassan Rowhani.

O governo iraniano já convocou uma reunião de emergência com suas equipes de segurança para debater uma resposta ao ataque americano. Segundo Khamenei, o líder supremo do Irã, o assassinato de Suleimani dobraria a motivação de resistência contra os Estados Unidos e Israel. (Com informações da Folha de S. Paulo)

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