“Assumo a Codego para contribuir com Goiás. Vou fazer política para o Estado”, afirma novo presidente da pasta, Renato de Castro

Titular da companhia é natural de Goianésia, onde já foi eleito prefeito e vice-prefeito. É economista, atua como empresário no ramo agropecuário, além de ter sido deputado estadual

O economista Renato de Castro assumiu na manhã desta segunda-feira, 15, a presidência da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) durante solenidade realizada no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Castro assume o cargo em substituição a Hugo Cunha Goldfeld.

Renato de Castro é natural de Goianésia, tem 45 anos, é formado em Economia e atua como empresário no ramo agropecuário, na produção de seringueira e criação de gado de corte. Já foi eleito vice-prefeito e prefeito de Goianésia, além de mandato de deputado estadual.

Em entrevista ao Jornal Opção, o novo presidente disse que recebe a presidência da Codego com muito senso de responsabilidade. “Reconheço a importância desta pasta para fortalecer o crescimento econômico de Goiás e avançar no crescimento do Estado, na geração de emprego, na boa relação com o setor empresarial e no desenvolvimento dos goianos”, destaca.

Em relação ao governador Ronaldo Caiado (DEM), Renato de Castro destaca seu papel à frente do Estado. “Não tenho dúvida da competência e da qualidade do trabalho que o governador tem prestado ao povo, principalmente em desenvolver Goiás aos goianos.” E completa: “Acredito na tranquila reeleição [em 2022] do governador”.

Vaga na Assembleia

Sobre as eleições de 2022, Renato de Castro diz ainda não ter decido sobre uma possível disputa ao cargo de deputado estadual. “Assumo a Codego para contribuir com Goiás. Vou fazer política para o Estado. Não usarei a pasta para promoção pessoal. O reflexo acontece de forma natural”, frisa.

Recentemente, a Codego foi alvo de operações policiais. Renato diz que prefere não comentar sobre gestões passadas da companhia. “Seria leviano e irresponsável da minha parte falar sobre o assunto. Na época, acompanhei apenas os noticiários. Não posso emitir opinião sobre o caso”, pontua.

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