Assassino confesso de Fernanda Souza é encontrado morto em cela

Alan dos Reis estava sozinho em uma das celas da unidade prisional de Aparecida de Goiânia, para onde foi transferido na última sexta-feira, 21.

Alan é assassino confesso de Fernanda. Ele ainda escondeu o corpo da gerente de hipermercado. Foto: arquivo pessoal

Alan dos Reis foi encontrado morto em sua cela, no núcleo de custódia da Penitenciária Odenir Guimarães (POG). Ele é o assassino confesso da gerente de hipermercado Fernanda Souza Silva, 33. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP estava sozinho em uma das celas da unidade, para onde foi transferido trazido de Bela Vista, na última sexta-feira.).

Na nota a informa que Alan dos Reis foi encontrado morto neste sábado, 22. Ainda segundo o informe, o detento estava sozinho em uma das celas da unidade, para onde foi transferido trazido de Bela Vista, na última sexta-feira.

“Os procedimentos administrativos internos foram abertos para apuração da morte de custodiado que cumpria pena no Núcleo de Custódia”, diz a nota. A polícia científica e a Polícia Civil foram acionadas e já estiveram na cela onde ocorreu o fato para os trabalhos iniciais de investigação sobre o óbito.

O crime

A Polícia Civil localizou o corpo da gerente de hipermercado desaparecida há uma semana, Fernanda Souza, 33, na zona rural do município de Piracanjuba na última quarta-feira, 19. De acordo com o delegado de Bela Vista, Antônio André Santos, o namorado da vítima, Alan Pereira dos Reis, confessou o crime sob a justificativa de que a mulher havia ofendido os seus filhos.

Depois do crime, o homem ainda estava utilizando o veículo da vítima e usando o seu cartão de crédito para fazer compras em supermercados com a ex-esposa, cujo relacionamento acabou em janeiro. Alan chegou a usar o cartão para comprar brinquedos para os filhos e uma peça de roupa na região da 44.

A delegada da 2ª Delegacia Regional de Aparecida de Goiânia, Cybelle Tristão, declarou que o crime foi praticado com “requintes de crueldade”. “A gente percebeu, na investigação desse caso, um machismo latente de um indivíduo frio e sanguinário que matou cruelmente uma mulher simplesmente por causa de uma discussão” afirmou.

A ex-esposa de Alan Pereira foi interrogada pela polícia e relatou que no dia em que saíram juntos para fazer compras em um shopping, ela sentiu o odor de sangue e lama dentro do carro. Quando foi retirar as mercadorias e os filhos, percebeu que havia gotas de sangue no banco traseiro do veículo.

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