“Vans escolares irão garantir mais conforto, agilidade e segurança do que o transporte coletivo oferece”, afirma presidente da Cooperteg

Após reunião com representantes empresários, a categoria aguarda as definições do percurso e dos valores cobrados para iniciar o fretamento dos trabalhadores

As negociações entre o Sindicato do Transporte Escolar e a Cooperativa do Transporte Escolar e Turismo do Estado de Góias (Cooperteg), juntamente com líderes do Fórum Empresarial do Estado, têm avançado para garantir que funcionários das indústrias e comércios da  Região Metropolitana de Goiânia comecem a serem transportados por vans do transporte escolar.

De acordo com o presidente do Sindicato e da Cooperteg, Adilson Humberto Lellis, após reunião com representantes da Fecomércio, da Faeg e empresários, a categoria aguarda as definições da quilometragem que deve ser percorrida e dos valores cobrados para iniciar o fretamento dos trabalhadores.

“Estamos aguardando a definição desses detalhes para que possamos trabalhar. A situação é muito complicada. Antes da pandemia, um transportador tinha uma renda de até R$ 7 mil e hoje depende da doação de cestas básicas. Com as vans escolares vamos garantir mais conforto, agilidade e segurança do que o transporte coletivo oferece hoje”, afirmou o presidente da Cooperteg.

Goiânia possui hoje 338 vans do transporte escolar cadastradas no sistema da Secretaria Municipal de Trânsito Transporte e Mobilidade (SMT). Mas a estimativa é que ao todo a cidade tenham mais de 500 veículos.

Segundo Adilson Lellis, a categoria das vans deverão seguir as recomendações exigidas pelo Ministério da Saúde. Com a higienização os veículos, aferição  da temperatura dos passageiros, obrigatoriedade do uso de máscaras, assepsia dos calçados  e uso de álcool gel.

Desde o início da pandemia, o Sindicato busca parceria para a utilização das vans escolares no auxílio do transporte coletivo. O presidente da Cooperteg pontua que nessas novas negociações a categoria não depende da autorização do poder público. “Se o poder público não quer autorizar o transporte escolar auxiliar nesse transporte caótico que está nos ônibus, que as empresas tomem iniciativa e contrate seu próprio transporte”.

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