Após regularização de pagamentos, terceirizados encerram paralisação no Hugo

Instituto realizou o pagamento do salário atrasado, principal reivindicação dos trabalhadores

Foto: divulgação

Em assembleia geral, nesta quinta-feira (25/10), enfermeiros e técnicos de enfermagem terceirizados do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) encerraram a paralisação iniciada na última terça-feira (23/10). Os profissionais reivindicavam pagamento dos salários, que foi realizado nesta quinta-feira pela organização social, responsável pelo hospital, Instituto Gerir.

A organização social disse ao Sindisaúde que a Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO) repassou R$ 2,5 milhões para o instituto na terça-feira (23/10), o que tornou possível o pagamento dos salários. Segundo a OS, o valor está sob a responsabilidade de uma comissão, que vai fiscalizar a destinação desse repasse.

Em nota ao Jornal Opção, a SES-GO informou que o repasse foi feito com recursos disponibilizados pela Secretaria da Fazenda (Sefaz). “Além desses recursos, há a garantia de que novos repasses serão feitos nos próximos dias, tornando-se regulares nos meses de novembro e dezembro, o que garantirá o pleno funcionamento dos serviços, bem como o restabelecimento do perfeito ambiente funcional”, informou a secretaria.

Já na manhã desta quinta-feira (25/10) os trabalhadores retomaram suas rotinas de trabalho. No entanto, o sindicato informou que a categoria permanecerá mobilizada em prol de outras reivindicações como melhoria nas condições de trabalho, reajuste salarial, férias, dimensionamento, fim do assédio moral e melhoria nas relações trabalhistas.

Apesar das outras reivindicações, a categoria comemora o pagamento do salário atrasado. “Felizmente terminou esse momento de apreensão”, disse a presidente do Sindisaúde Flaviana Alves. Segundo ela, a categoria tem esperança de não haja mais atrasos no pagamento dos salários.

Ainda segundo a presidente, os sindicatos, junto ao Gerir, formam uma comissão para discutir os outros pontos reivindicados pela categoria. “É preciso garantir melhores condições de trabalho para que seja possível prestar uma assistência com mais qualidade ao paciente”, finaliza.

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