Após 17 anos e ainda em obras, Assembleia Legislativa começa a operar em nova sede, no Park Lozandes

Obras ainda devem continuar nos próximos 70 dias para a entrega de dois novos pavimentos. Palácio Maguito Vilela foi aberto à imprensa e à população nesta quinta-feira

Depois de 17 anos em construção e com previsão de mais 70 dias de obras, a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) deixa o Setor Oeste e passa oficialmente a funcionar no Palácio Maguito Vilela, localizado no Park Lozandes. A nova casa, cujo investimento estimado é de R$ 126 milhões, foi apresentada à imprensa nesta quinta-feira, 03, pelo presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSB); o vice, Henrique Arantes (MDB); e pelos deputado Adriana Accorsi (PT), Thiago Albernaz (SD), Pastor Jefferson (Republicanos). A data também marca o início da agenda legislativa de 2022.

“Em breve nós estaremos entregando o primeiro e segundo pavimentos do legislativo, trazendo todos os demais pavimentos da área administrativa. Mas, como podem ver, temos um prédio moderno, prédio acessível, que vai permitir que todas as atividades do legislativo sejam feitas na nossa nova Casa, com a garantia de que os convidados sejam recebidos”, comemora Lissauer. Nos próximos meses de obra, a previsão é de entrega de um anfiteatro com capacidade para atender até 600 pessoas. A inauguração oficial da nova sede será feita somente quando as obras de todo o prédio forem concluídas. Até lá, a administração da Alego, os departamentos de Compras e de Gestão de Pessoas, além do restaurante, continuarão no Palácio Alfredo Nasser, no Bosque dos Buritis. Somente as sessões do legislativo é que acontecerão na nova sede a partir deste dia 3.

O novo prédio do legislativo estadual é considerado por Lissauer e pelo Diretor de Comunicação da Casa, André Furquim, como “um sonho de 17 anos que foi cumprido em apenas três anos”. A construção do Palácio Maguito Vilela teve início em 2005 e, ao longo de 10 anos, foi paralisada por três vezes. A última de interrupção foi no ano de 2015, quando gestão da Alego rescindiu o contrato com a construtora que até então era contratada para o trabalho. Depois de quatro anos de paralização, a construção foi retomada em 2019, na gestão de Lissauer. Segundo ele e Furquim, a retomada e o desenvolvimentos das obras ocorreram em um bom prazo considerando que a cidade enfrentou dois anos de pandemia de Coronavírus (Covid-19).

De acordo com o parlamentar pessebista, foi exatamente a pandemia que não permitiu que o novo prédio fosse inaugurado oficialmente. O presidente da Casa fez questão de ressaltar que esta é uma Legislatura composta por 41 parlamentares, além dos ex-presidentes José Vitti (sem partido) e Helio de Sousa (União) que se comprometeram com Estado e com a gestão para conseguir avançar na “garantia dos direitos constitucionais”, como a entrega integral do Duodécimo para o Legislativo.

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