Apesar do PT alegar divergência de datas para propaganda, fontes afirmam que perda de prazo se deu por desorganização e orçamento

Fontes ligadas ao partido afirmam que a presidente da sigla, Kátia Maria, desdenhou do prazo e afirmou que não teria dinheiro para produção das pílulas pois o partido está com dinheiro bloqueado

Depois do PT Goiás ter ficado sem espaço para veiculação de propaganda partidária nas televisões e rádios goianas, a assessoria jurídica da sigla informou que fez a solicitação, mas houve divergência de datas. Uma fonte ligada ao partido, desmente a informação.

Segundo a pessoa, que prefere não se identificar para evitar retaliações, o problema seria fácil de ser resolvido se a assessoria mostrasse que fez o pedido dentro do prazo estipulado, que é de 1º a 14 de novembro do ano passado. “Será que existe?”, disse. “Todos os outros partidos veicularam ou estão veiculando suas pílulas e só o PT de Goiás que não”, pontua.

Ele afirma também que durante uma reunião da executiva, a presidente estadual da sigla, Kátia Maria, desdenhou da situação. “Não temos dinheiro para produzir já que estamos com dinheiro bloqueado por falta de prestação de contas”, disse.

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