Ao menos sete secretários do 1º e 2º escalão devem deixar governo de Goiás para ir às urnas

Com prazo de desincompatibilização se encerrando no próximo dia 2 de abril, os políticos devem deixar suas respectivas pastas para auxiliar o governo na eleição para a Câmara Federal e também para a Assembleia Legislativa de Goiás

O governo de Goiás deve sofrer ao menos cinco baixas no primeiro e no segundo escalão da Gestão de Ronaldo Caiado (União Brasil) até o próximo sábado, 2, quando se encerra o prazo de desincompatibilização de secretários municipais e de governo que pretendem concorrer às eleições legislativas. Todos os nomes devem concorrer a uma das 17 cadeiras disponíveis na Câmara Federal, ou a uma das 41 cadeiras disponíveis para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), como são os casos, respectivamente do secretário de Saúde, Ismael Alexandrino (sem partido), e da ex-prefeita de Goiás, Selma Bastos (Solidariedade). Veja abaixo quem são os políticos que devem ser exonerados até o próximo sábado: 

1

Ismael Alexandrino 

O secretário Estadual de Saúde (SES) deve deixar o posto para concorrer à Câmara Federal. Conversa com o PSD e com outros partidos da base do governador Ronaldo Caiado;  

2

Rodney Miranda 

Ainda filiado ao Republicanos capixaba, por onde foi candidato a deputado federal nas eleições de 2018, o titular da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-GO) ganhou notoriedade durante a caçada Lázaro Batista. Ele segue regularmente filiado ao partido capixaba, no entanto já está devidamente com o seu domicílio eleitoral em Goiânia. O político deve ir para alguma sigla da base do governador Ronaldo Caiado;

3

Lineu Olímpio 

Ex-cacique do PTB Goiano e atualmente na presidência da Central de Abastecimento de Goiás S/A (Ceasa-Goiás), o político deve concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Segue filiado a sigla, mas pode aparecer noutra chapa, inclusive, pode concorrer à Alego pelo MDB, do presidente Daniel Vilela; 

4

Selma Bastos 

A ex-prefeita de Goiás, Selma Bastos, que está na subsecretária de Governança Educacional da Secretaria de Educação do Estado de Goiás (Seduc), também concorrerá a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás. Se filiou nesta terça-feira, 29, ao Solidariedade, em Brasília, e teve sua ficha abonada pelo presidente Nacional da sigla, Paulinho da Força; 

5

Renato de Castro 

Atualmente na presidência da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), o ex-prefeito de Goianésia, Renato de Castro (União Brasil), deve ir às urnas tambem para concorrer a uma cadeira na Alego. O político era um dos prefeitos emedebistas que apoiaram ao governador Ronaldo Caiado em 2018 e não concorreu à reeleição; 

6

Livio Luciano 

Assessor especial do governo de Goiás, o político que estava na presidência do Diretório Metropolitano do antigo Democratas deve concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa; 

7

Marcos Cabral 

Ex-presidente da Codego e ex-secretário de desenvolvimento Social do Governo, o político deve concorrer a uma cadeira na Câmara Federal ou na Alego pelo União Brasil; 

8

Marcos Roberto Silva  

Sem ir às urnas, o agora ex-presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) deve ser um dos coordenadores da chapa do União Brasil.

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