Antes de discussão, Henrique Arantes defende escolha de Ricardo Rocha

O deputado estadual do PTB parabenizou o governador Marconi Perillo (PSDB) por ter colocado o tenente-coronel no comando do patrulhamento da capital (CPC)

| Foto: Y. Maeda

Deputado estadual do PTB defendeu nomeação do tenente-coronel Ricardo Rocha para comandar o policiamento na capital como uma medida “pulso firme” necessária | Foto: Y. Maeda

Minutos antes de acompanhar os colegas de Assembleia Legislativa Major Araújo (PRP) e Santana Gomes (PSL) baterem boca sobre a situação da Polícia Militar do Estado de Goiás, também deputado estadual Henrique Arantes (PTB) parabenizou o governador Marconi Perillo (PSDB) na tarde desta terça-feira (1/3) pela escolha do tenente-coronel Ricardo Rocha para comandar o patrulhamento da capital (CPC) na semana passada.

Em discurso no plenário da Casa, Henrique disse que as últimas medidas adotadas para combater a violência, principalmente a nomeação do tenente-coronel das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) para o comando do CPC, foram decisões acertadas do governo estadual. “Muitas pessoas criticaram a escolha por causa de acusações de que ele fez parte de grupo de extermínio, mas nada foi comprovado.”

Henrique Arantes afirmou que Goiânia precisa de “pulso firme” para reverter o quadro de medo que a população vive. “O que precisamos em Goiânia é isso”, declarou no plenário da Assembleia o petebista.

“Duas estudantes foram assassinadas em Goiânia. Prefiro a cadeia cheia de bandido do que uma mãe chorando por causa do seu filho.” O discurso linha dura contra a criminalidade foi reforçado pelo parlamentar ao dizer que o tenente-coronel Ricardo Rocha tem “amor à farda” e atende ao esperado pela sociedade, que seria uma “vigilância ostensiva”.

“Não é justo fazer política em cima de cadáveres, de famílias que estão chorando por causa da perda de entes queridos. O Governo está tomando todas as medidas necessárias”, declarou Henrique Arantes.

Depois do petebista, o deputado Major Araújo (PRP) criticou o governo e disse que se estivesse no lugar do coronel Divino Alves (novo comandante-geral da PM) e de Ricardo Rocha não teria aceito assumir o cargo.

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