Andrey perde paciência e diz que reforma do IPSM será votada quando ele quiser

Durante sessão, presidente da Câmara foi hostilizado por servidores e bateu boca com vereador

Presidente Andrey Azeredo (MDB) | Foto: Reprodução Câmara Municipal de Goiânia

Servidores municipais de Goiânia voltaram a lotar a galeria do plenário da Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (5/9), para acompanhar a discussão do polêmico projeto de reforma da Previdência, que segue sem previsão para ser votado.

Acusando a base do prefeito Iris Rezende (MDB) de tentar votar a matéria na surdina, servidores pressionaram o presidente da Casa, Andrey Azeredo (MDB), para que ele defina o dia que o projeto será apreciado.

O vereador Alysson Lima (PRB) também usou espaço para exigir que o presidente estipulasse a data da votação da matéria. Irritado, Andrey acusou o vereador de trabalhar o tempo todo para que o projeto não fosse a plenário.  “Seja sério e não brinque. Isso não é molecagem. O projeto será pautado o dia que eu quiser”, sentenciou.

O texto está apto para ser apreciado a qualquer momento depois de ter sido retirado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Nesta semana, o presidente Andrey Azeredo resolveu avocar o projeto, juntamente com dezenas de outras matérias, após reunião com o prefeito, sob a justificativa de que as propostas estariam paradas nos colegiados. Com isso, o texto deixou a comissão para ser apreciado diretamente no plenário.

A avocação causou polêmica entre vereadores opositores e servidores, que acusam a prefeitura de manobra para forçar a aprovação da reforma.

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