Alison Maia é condenado a pagar multa de R$ 30 mil por não apresentar defesa em caso de calúnia

Alison foi processado após afirmar que o Departamento de Água e Esgoto de Caldas Novas havia deixado faltar água em um tradicional ponto turístico da região

Reprodução

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O repórter policial do município de Caldas Novas Alison Maia foi condenado nesta terça-feira (2/6) a pagar uma multa no valor de 40 salários mínimos após não apresentar defesa contra um pedido de indenização por danos morais. Conforme decisão judicial, ele ainda será obrigado a se retratar publicamente em seu site, o “Plantão Policial”.

Considerado um dos mais importante repórteres policiais do Brasil, Alison foi acusado pelos crimes de calúnia e difamação ao afirmar em reportagem que o Departamento Municipal de Água e Esgoto de Caldas Novas havia deixado faltar água na Feira do Luar, ponto turístico tradicional da cidade. Conforme o diretor da unidade, no entanto, a interrupção pelo departamento nunca teria ocorrido.

Durante audiência sobre o caso, na tarde desta terça-feira, Alison Maia não apresentou contestação judicial e, por isso, foi condenado a pagar multa superior a R$ 30 mil. O repórter ainda pode recorrer da sentença.

Em entrevista ao Jornal Opção Online no último dia 22 de maio, Alison negou que teria problemas com a gestão do prefeito Evandro Magal (PP) e contou que expõe em seu blog os problemas da cidade de maneira imparcial.

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