Alimentação no inverno: especialistas alertam para cuidados redobrados

É normal sentir mais fome nesta época do ano, mas é preciso estar atento aos melhores alimentos a serem consumidos, dizem profissionais

Foto: Reprodução

É provável que já tenha ouvido que no inverno se come mais, ou a expressão “o frio engorda”. Segundo especialistas, nesta época do ano, o apetite, de fato, aumenta, bem como a vontade de ingerir alimentos quentes e mais calóricos.

A explicação para isto, é que, no inverno o gasto energético do organismo é maior, já que consumimos mais energia para manter o corpo aquecido. “O inverno é uma época do ano em que o nosso corpo precisa de vitaminas e minerais para aumentar nossas defesas e prevenir gripe, resfriados e demais enfermidades típicas da época de frio”, explica o Dr. Henrique Eloy, médico especialista em cirurgia, endoscopia bariátrica e gastroenterologia.

Mas é preciso ficar atento à quantidade de calorias ingeridas em excesso, tendo em vista que essa “energia extra” pode acarretar sobrepeso, e, consequentemente, problemas de saúde. De acordo com Eloy, é imprescindível seguir uma alimentação equilibrada também nesta época do ano. O ideal é apostar em alimentos que garantem maior saciedade nas refeições, priorizando alimentos sazonais. Além disso, alguns alimentos típicos da estação mais fria do ano têm o poder de fortalecer o sistema imunológico e aliviar os principais incômodos que atacam nessa época, como doenças respiratórias, alergias, dores musculares e até cólicas menstruais, explica o médico.

 “Privilegiar as sopas de legumes e queijos “magros”, ingerir alimentos ricos em fibras como aveia, pão e arroz integral que proporcionam maior saciedade que eles proporcionam e consumir chás sempre bem quentes são boas dicas para manter o equilíbrio alimentar no frio”, aconselha o Eloy.

Outro ponto apontado pelo médico, é que no frio as pessoa reduzem a frequência da prática de atividades físicas. “A atividade física aquece o corpo, melhora a disposição e contribui para prevenção e cura de muitas doenças. Por fim, a vontade de comer não está atrelada apenas à necessidade fisiológica, mas também nas nossas cabeças”, concluiu.

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