Ministro votou a favor da legalidade do inquérito das ‘fake news’

Ministro do STF, Alexandre de Moraes anulou ato de Bolsonaro de nomeação de Alexandre Ramagem para diretor-geral da PF | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
Ministro do STF, Alexandre de Moraes | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

‘Quanto custa atirar à queima roupa nas costas de cada filho da p# ministro do STF que queira acabar com a prisão em segunda instância. Se acabar com a segunda instancia, só nos basta jogar combustível e tocar fogo do plenário com os ministros dentro’ . Onde está aqui a liberdade de expressão?”, disse o ministro Alexandre de Moraes nessa quarta-feira, 17, em voto pela legalidade do inquérito das fake news.

“ ‘Que estuprem e matem as filhas dos ordinários ministros do STF’. Em nenhum lugar do mundo isso é liberdade de expressão. Isso é bandidagem, criminalidade. Postado por uma advogada do Rio Grande do Sul, incitando o estupro”, citou o ministro do Supremo Tribunal Federal.

https://youtu.be/1kX3s4AR02g

Além de Moraes, o ministro Luís Roberto Barroso e o ministro Edson Fachin, relator do caso, já se manifestaram a favor do prosseguimento do inquérito.

O julgamento em questão analisa a ação do partido Rede Sustentabilidade, que contestou a abertura do inquérito. No entanto, o próprio partido declarou há três semanas que é a favor do inquérito deve continuar.