Alego firma parceria com Fieg para viabilizar programa de capacitação para servidores

Além do projeto de capacitação, presidente da Fieg falou aos parlamentares sobre importância do Sistema S

Foto: reprodução/ Assembleia Legislativa

Em evento realizado na quinta-feira, 16, a Assembleia Legislativa firmou um termo de cooperação técnica com a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) para viabilizar a realização do Programa Alego Ativa e cursos para capacitação dos servidores do Parlamento.

Durante as falas, o presidente da Alego, deputado estadual Lissauer Vieira (PSB) agradeceu à Fieg pela parceria, através do Sistema S. De acordo com ele, a expectativa é que o Alego Ativa seja realizado mensalmente e abranja municípios de todas as regiões do Estado de Goiás.

“Esse termo de cooperação técnica, por meio de protocolo de intenções, vai oferecer cursos e atendimentos por meio do Alego Ativa, que podem variar em função das vocações e características de cada região. A primeira edição do programa será em Acreúna, que tem um perfil mais voltado ao agronegócio”, afirmou o presidente da Alego.

Presidente da Fieg, o empresário Sandro Mabel disse que a parceria firmada com a Assembleia é motivo de honra e alegria. De acordo com ele, a entidade representativa da indústria pretende auxiliar os parlamentares a desenvolverem bons trabalhos.

“Essa parceria é muito importante para a Fieg e para a Assembleia Legislativa. Estou aqui hoje porque gosto muito desta Casa. Sempre respeitei o Parlamento, que sempre trouxe alegrias para mim. Para mim é uma honra assinar esse convênio com a minha Assembleia.”

Defesa do Sistema S

Além da parceria firmada entre a Alego e a Fieg, Sandro Mabel falou aos parlamentares sobre a atuação das instituições ligadas ao Sistema S e firmar o termo de convênio com a Assembleia Legislativa.

Ele também demonstrou o planejamento da indústria para o próximo quadriênio, principalmente explicando as consequências de um possível corte de receitas em ações nas áreas de Educação, Saúde e qualificação profissional.

“O Governo Federal desconhece o trabalho feito (pelo Sistema S), um Robin Hood às avessas. Está tirando dinheiro utilizado para pessoas que não têm condições de ter uma qualificação profissional através de boas escolas, como Sesi e Senac, e vai devolver o recurso para o empresário. Não tem sentido”, afirmou Sandro Mabel sobre o risco de cortes no Sistema S.

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