No sábado, 1º de junho, o Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), irá para a China com outros seis ministros do Governo Federal. Entretanto, ele escolheu não utilizar o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e optou ao invés disso pelo voo comercial de classe econômica.

Segundo apuração do portal Metrópoles, o vice-presidente irá na classe “Econômica Premium”, um intermediário entre a executiva e a econômica padrão. A previsão é de que o voo dure cerca de 14 horas entre São Paulo e Dubai, com a companhia Emirates. Em seguida, ele pegará outro voo para Riade, capital da Arábia Saúdita, onde terá um dia de agendas.

Depois, a comitiva segue até a capital da China, Pequim. O vice-presidente deve comparecer em uma série de reuniões da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação, colegiado liderado pelos vice-presidentes de Brasil e China. Ele também deve se encontrar com empresários do setor automotivo.

Na classe Econômica Premium, os tripulantes têm mais espaço para as pernas, além de maior reclinação do assento. Destaca-se que Alckmin tem direito à classe executiva pelo cargo que ocupa.

Entre os ministros que devem acompanhar Alckmin na comitiva, estão os nomes de: Rui Costa, da Casa Civil; Simone Tebet, do Planejamento; Carlos Fávaro, da Agricultura; Paulo Teixeira do Desenvolvimento Agrário; Silvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos; e Márcio França, de Microempresas.

Anteriormente, o vice-presidente já havia feito essa opção em uma viagem que fez para Portugal em 2023. Ou seja, parece uma decisão consciente de uma figura política experiente, que tenta mostrar para a população que está fazendo o possível da sua parte, enquanto acena para o populismo.

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