Ainda inacabada, nova sede da Assembleia pode ter sessões legislativas híbridas

Sessões podem ser convocadas pelo presidente da Casa, mas a decisão deve ser tomada se for acordo da maioria dos parlamentares

Ainda em obras e em processo de transição do antigo Palácio Alfredo Nasser para a nova sede da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), no Park Lozandes, a Mesa Diretora da Casa pode decidir por utilizar os 40% regimentais para realizar sessões híbridas neste período de obras, que deve durar entre 35 e 70 dias. A limitação foi aprovada no mês de novembro, quando o quantitativo foi permitido regimentalmente.

“É uma decisão da Mesa, mas não vamos tomar decisões sozinhos, vamos consultar os demais deputados para tomar ver qual é a melhor saída para todos. Alguns preferem que sejam realizadas sessões híbridas neste período de transição, mas é uma decisão que só vai ser tomada se for a vontade da maioria dos parlamentares nós vamos fazer as sessões híbridas neste período”, explica o presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSB). Ainda que seja uma decisão da Casa, ele sublinha que a convocação das sessões híbridas será definida apenas se for a decisão da maioria dos 41 parlamentares da Casa, ainda que seja a preferência de alguns parlamentares com os quais o pessebista já conversou.

Esta, segundo Lissauer, pode ser a solução para minimizar os impactos do atraso nas obras que foram retomadas há três anos, mas que enfrentou dois anos de pandemia de Covid-19. A alteração no cronograma tem causado atraso na entrega de equipamentos, sobretudo na área de Tecnologia da Informação (TI). Em relação a cabeamento, por exemplo, ele deve ser instalado em toda a parte administrativa até abril e ainda assim faltarão o anfiteatro e os restaurantes.

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