Sapiens 2.0 deverá ser implantado ao longo do primeiro semestre de 2021 e se tornará plataforma tecnológica utilizada por toda a advocacia pública brasileira

O Comitê de Governança da Advocacia-Geral da União (AGU) aprovou nesta sexta-feira, 4, a implantação do Sapiens 2.0. O projeto traz novos recursos de apoio à produção de conteúdo jurídico e de controle de fluxos administrativos e processuais para os mais de 100 mil usuários do sistema.

O Sapiens 2.0 deverá ser implantado ao longo do primeiro semestre de 2021 e se tornará a plataforma tecnológica utilizada por toda a advocacia pública brasileira.

Dezenove estados e 15 capitais já celebraram acordos de cooperação técnica com a AGU para utilizar o Sapiens 2.0 em suas procuradorias, o que criará uma comunidade nacional de desenvolvimento, reduzindo custos e aumentando a satisfação do público usuário.

Integração

Focado na integração com os sistemas informatizados do Poder Judiciário e do Poder Executivo, o Sapiens 2.0 é fruto de uma construção coletiva que conta com o envolvimento de colaboradores dos mais diferentes órgãos da AGU. A evolução do sistema levou em conta também inúmeras demandas recebidas dos próprios usuários.

A implantação do Sapiens 2.0 está, ainda, alinhada aos objetivos estratégicos do novo ciclo do Planejamento Estratégico da AGU, que envolvem o desenvolvimento de competências com foco no desempenho institucional, o fomento à transformação digital e o fortalecimento da Governança e da Inovação.

Mudanças

O Sapiens 2.0 promete uma nova e moderna interface, criada de acordo com os conceitos de Material Design do Google, que facilitará o controle de demandas, a pesquisa e a obtenção das informações.

O novo sistema também oferecerá mais praticidade ao permitir que a assinatura dos documentos seja feita por registro de usuário e senha. Com isso, será possível receber as tarefas, lançar atividades e, em alguns casos, fazer o peticionamento eletrônico junto ao Poder Judiciário sem a necessidade do uso do token. O certificado em nuvem possibilitará, ainda, que a assinatura digital seja feita utilizando o próprio smartphone, inclusive através de biometria.

O Sapiens 2.0 também será cerca de 70% mais rápido do que a versão anterior. Suas listas de carregamento infinito permitem um fluxo contínuo de operações, sem muitas telas ou idas e vindas para executar as tarefas, simplificando o trabalho dos usuários.