Agendada para novembro, privatização da Celg ainda precisa do aval do TCU

Impasse quanto ao processo de prorrogação da concessão da companhia pode frustrar venda. Apesar disso, governos estadual e federal seguem otimistas com prazos

O governador Marconi Perillo (PSDB) recebeu, na última terça-feira (PSDB), a confirmação de que os trâmites burocráticos para a venda da Celg Distribuição seguem em ritmo normal e a previsão é de que a empresa seja privatizada até novembro. Para isso, no entanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) precisa, ainda, deliberar sobre o processo de prorrogação da concessão da companhia, suspenso em junho deste ano.

A decisão do tribunal fez com que a distribuidora ficasse impedida, ao menos temporariamente, de renovar seus contratos por mais 30 anos, esbarrando nos planos de privatização da Celg. Conforme apurou o Jornal Opção Online, a votação no TCU ainda não tem data para acontecer.

Apesar disso, durante reunião com Marconi e diretores da Celg, em Brasília, o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, confirmou que o processo de privatização deve mesmo começar com a companhia goiana e chegou a estimar o valor de venda em R$ 8,5 bilhões.

“Viemos discutir assuntos que possam valorizar a empresa. O importante é que o cronograma está rigorosamente em dia”, acrescentou o governador Marconi Perillo (PSDB), logo após a reunião com o ministro.

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