Advogado de João de Deus estuda como apresentá-lo à Justiça

Alberto Toron afirmou que vai solicitar habeas corpus discutindo sobre decisão de prisão do médium, a qual considera “ilegal e injusta”

Foto: Cesar Itiberê/Fotos Públicas

O advogado de João de Deus, Alberto Toron, disse, em entreista ao Jornal Opção nesta sexta-feira, 14, que está vendo como “viabilizar” a apresentação do médium goiano à Justiça. Para ele, a decisão de prender João é “ilegal e injusta”, pois o acusado e sua defesa não tiveram acesso ao processo e informações das denúncias.

Durante a entrevista, Toron não respondeu onde João está, mas afirmou que tem pressa no “acordo”.

A Polícia Civil de Goiás, por usa vez, também se posicionou nesta sexta-feira, 14, informando que espera que o médium se apresente até o fim do dia. O delegado geral André Fernandes confirmou o contato de Toron. Enquanto isso, a PC também afirmou que mantém equipes à procura de João, suspeito de abusar sexualmente de mulheres em Abadiânia.

Força Tarefa

A força-tarefa criada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) também continua apurando acusações de abuso sexual contra o médium. Até agora, além das mais de 300 denúncias vindas de dezenas de Estados brasileiros, mulheres de seis países diferentes também entraram em contato com a Justiça por meio dos canais do MP.

Os relatos foram colhidos de mulheres que estão na Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça. No Brasil, os atendimentos são de denunciantes de Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pará, Santa Catarina, Piauí e Maranhão.

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