Gestão de Rogério Cruz apresenta programas a serem implementados em 2022; gastos chegam a quase R$1 bilhão

Executivo encaminhou PPA e LDO à Câmara Municipal. Programa “Goiânia em Nova Ação” prevê requalificação da Avenida Anhaguera orçado em R$ 95 milhões

Prefeito Rogério Cruz encaminha leis orçamentárias à Câmara | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

O prefeito de Goiânia Rogério Cruz encaminhou à Câmara Municipal dois projetos de leis orçamentárias. O Plano Plurianual, a ser executado entre os anos 2022 e 2025, ressalta o interesse de buscar parceria com a iniciativa privada. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022 prevê gastos de quase R$1 bilhão com programas voltados à saúde, trabalho, educação e infraestrutura.

Os dois projetos apresentados ao Legislativo serão analisados e poderão sofrer emendas. A previsão de maior gasto é com saúde sob justificativa do cenário pandêmico.

PPA:

O Plano Plurianual, elaborado a cada quatro anos pelo chefe do Poder Executivo, foi denominado “Para Goiânia Seguir em Frente”. Em sua gestão, o prefeito da capital ressalta interesse de buscar parcerias com a iniciativa privada e com a sociedade civil.

O documento é composto de seis anexos que detalham o projeto de administração do prefeito. O cenário pandêmico é combustível para investimento em saúde. A intenção é, ainda, diminuir a dívida do município e arrecadar mais receitas.

LDO:

A previsão de gastos em 2022 é de quase R$1 bilhão. O prefeito apresentou dez programas a serem executados. O “Goiânia em Nova Ação” é o que mais receberá investimento, quase R$500 milhões. Ao longo do programa devem ser realizadas 25 ações que incluem segurança, saúde, educação, infraestrutura e turismo.

A requalificação da Avenida Anhaguera é a ação de destaque. A previsão é que sejam investidos R$ 95 mi.

A outra metade dos recursos é para os programas:

– Desenvolvimento econômico e incentivo à produção: R$2 mi

– Edificações públicas: R$4 mi

– Modernização da gestão: R$3 mi

– Administração e fiscalização de trânsito e transporte urbano: R$26 mi

– Modernização, capacitação e aperfeiçoamento da gestão por processos: R$2 mi

– Casa da mulher brasileira: R$1 mi

– Trabalho, geração de emprego e renda: R$323 mil

– Ampliação e qualificação da atenção especializada de média e alta complexidade da regulação da saúde: R$353 mi

– Fortalecimento e consolidação da atenção primária à saúde: R$107 mi

O balanço considerado para implementação dos programas é o relativo ao ano de 2020, quando o mundo foi acometido pela pandemia do coronavírus. Segundo o projeto, as receitas da capital sofreram queda nominal de 15,28% com relação a 2019. No entanto, dois fatores contribuíram para regulação das contas: os valores recebidos do governo estadual, que passaram de R$9 mi em 2019 para R$ 62 mi em 2020, e a realização da Semana Nacional da Conciliação, em parceria com Poder Judiciário, que alavancou a arrecadação de impostos.

Os projetos serão votados na Câmara Municipal e podem sofrer emendas.

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