Acordo para construção de usina solar em Morrinhos é assinado

Segundo governador, essa é a primeira de seis unidades a serem construídas em Goiás nos próximos 12 meses

Celg G&T tem 49% das ações da usina | Foto: Marco Monteiro

Foi assinado, na tarde desta quinta-feira (5/1), o acordo com o qual a Celg Geração e Transmissão (Celg G&T) se associou à Construtora Villela Carvalho para a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada na cidade de Morrinhos.

A usina será gerida pela Planalto Solar Park, detentora de 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T – cuja participação acionária será de 49% – ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Celg G&T e a construtora — que agora são uma Sociedade com Propósito Específico (SPE) — estimam investir R$ 35 milhões na construção da Usina de Morrinhos. O presidente da estatal, Fernando Navarrete, afirmou que a previsão é de que as obras sejam concluídas em seis meses.

O dirigente, que nesta sexta-feira (6) assumirá a Secretaria da Fazenda do Estado a convite do governador Marconi Perillo (PSDB), considerou a construção da Usina um grande avanço para Goiás. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de projetos inovadores, agora na geração de energia renovável”, declarou.

O governador explicou que esta usina fotovoltaica é a primeira de seis unidades a serem construídas no Estado nos próximos doze meses. A expectativa é de que a Celg G&T esteja presente em todos os projetos.

Segundo Marconi, o balanço da estatal deve apresentar, até o meio do ano, um faturamento que pode chegar a R$ 130 milhões.  “Diante de um cenário totalmente desfavorável, resolvemos continuar e acreditar na força do trabalho da nossa equipe”, disse, ao lembrar das dificuldades da empresa durante a política de redução de tarifas.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica, produzida a partir da radiação solar natural, é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é altamente promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

A ampliação do sistema de geração distribuída possibilitará a redução do uso de usinas termelétricas, mais caras e mais poluentes, nos períodos de maior pico de consumo, justamente durante a estiagem em que é preciso reduzir a produção nas hidrelétricas. (Com informações do Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás)

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