“A OAB tem que voltar a ser a marca da advocacia e não de alguns grupos”, diz Pedro Miranda ao declarar apoio a Rodolfo Otávio

Líder de movimento pela advocacia renovada, advogado criminalista diz que presidente da Casag é o nome que mais coaduna com as bandeiras de seu movimento

Pedro Miranda e Rodolfo Otávio

A proximidade da eleições que definirá o novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Goiás (OAB-GO) movimenta a advocacia e define apoios aos nomes que disputam o pleito que será realizado em novembro deste ano. Líder do movimento representativo pela advocacia renovada, o advogado criminalista declarou apoio ao presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (Casag), Rodolfo Otávio.

Para Pedro, A OAB-GO precisa passar por uma renovação na gestão para que o trabalho da Ordem se adeque ao novo cenário que o país vive. “Nos tempos em que vivemos, e eu não me refiro apenas à crise sanitária, mas também à crise fiscal, política, social, a classe cada vez mais precisa de garantias para o exercício da profissão. A explosão demográfica da advocacia nos últimos anos, as mudanças nos padrões de atuação, as limitações de acesso aos tribunais, fóruns, presídios, a ideia do home office e até mesmo os contatos presenciais exigem hoje uma renovação nesse modelo de gestão”.

Na visão do advogado criminalista, o nome que disputa o pleito e que mais representaria uma gestão conectada com esse novo modelo é o de Rodolfo Otávio. “Há muitos grupos dentro da Ordem, nas a OAB tem que ser a nossa marca, ou tem que voltar a ser a nossa marca. A marca da advocacia, e não de grupos. Diante de todo esse cenário, quando analisamos todos aqueles que pleiteiam o pleito que se avizinha, da política classista, das eleições do fim do ano, quem nós acabamos enxergando nesse modelo representativo é o presidente da Casag, o Rodolfo Otávio. Ele é a única opção que enxergamos que se conecta a esse novo modelo de advocacia”, declara.

Pedro cita as prioridades para OAB nos próximos anos, como a garantia de prerrogativas, a flexibilização nos modelos de investimento, de cobrança, de renovação da própria infraestrutura, de valorização das mulheres, da jovem advocacia, que podem ser implementadas por Rodolfo. “Um modelo de relacionamento com as classes mais próximo da classe, mais próximo do chão de fábrica. Ali é onde o calo dói e é por isso que gestão tem que se aproximar da advocacia”.

Ainda para o advogado, a gestão de Rodolfo à frente da Casag e os resultados alcançados falam por si só. “A experiência, a competência e os resultados da Casag falam por si só e comungam às expectativas do nosso movimento com a gestão que o Rodolfo implementou na Casag. Essa implementação de modernidade, de um novo modelo de gestão que ele fez na Casag, se ele implementa institucionalmente na OAB estaria satisfatoriamente bem alinhado à bandeira do nosso modelo representativo. Será um implemento em favor de toda a advocacia e não em função de grupos, justamente para que a advocacia se mantenha unida para seguir em frente”, finaliza.

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