10 provas de que Goiânia é uma das cidades mais peculiares do mundo

Em comemoração ao aniversário de 82 anos da cidade, Jornal Opção preparou lista que mostra por que a capital goiana é tão particular

Senhora? Senhora? A senhora sabia que Goiânia comemora neste sábado (24/10) 82 anos de existência? Você que nasceu por aqui mesmo, vive o cotidiano da cidade e acompanhou de perto o seu crescimento não deve notar o quão singular é nossa querida cidade. Pois bem, pensando nisso, o Jornal Opção resolveu listar dez motivos que provam que a capital goiana é uma das cidades mais peculiares do mundo.

A cidade que é conhecida como a terra do Sertanejo… e do Rock

Montagem/ Fotos: Reprodução-Bruna Aidar

Montagem/ Fotos: Reprodução-Bruna Aidar

Goiânia é conhecida nacionalmente pela exportação de duplas sertanejas, mas o que nem todo mundo sabe é que a cidade também possui um dos cenários mais expressivos de Rock alternativo do País. Conhecida como “Goiânia Rock City”, a capital recebe festivais de renome nacional, como o Bananada, Vaca Amarela, Goiânia Noise e o Grito Rock Goiânia.

De Cambriana a Cristiano Araújo; de Passarinhos do Cerrado a Banda Uó; de Boogarins a Zezé di Camargo e Luciano; Goiânia é mais eclética do que se possa imaginar quando o assunto é música.

 

A cidade dos pit-dogs e x-saladas

Montagem

Montagem

Em alguns lugares o nome é “baguncinha”, outros apenas “lanche”, mas aqui em Goiânia a gente come mesmo é x-salada e vários ouros xises, x-bacon, x-especial, x-tudo… Os locais que servem essas iguarias também têm um nome que é só conhecido por aqui: os pit-dogs.

Existe até um sindicato dos proprietários de Pit-dog em Goiânia, o Sindpit-dog. Segundo dados da entidade, são mais de 800 pit-dogs e sanduicherias em Goiânia, que vendem de 100 a mil sanduíches por dia, cada.

 

A cidade dos Dinossauros

Reprodução/Prefeitura de Goiânia

Reprodução/Prefeitura de Goiânia

Está tudo bem, você está dirigindo seu carro tranquilamente pela marginal Botafogo, quando dinossauros surgem ao seu lado. O “Parque dos Dinossauros” do Mutirama é marca registrada de Goiânia, mas chama a atenção e até mesmo assusta os forasteiros.

 

A cidade em que um serial killer virou sex symbol

Tiago Henrique em audiência | Foto: Reprodução/TJ

Tiago Henrique em audiência | Foto: Reprodução/TJ

Responsável por grande parte do índice de homicídio da capital dos anos de 2013 e 2014, o caso do vigilante Thiago Henrique Rocha ganhou repercussão internacional, não só pelos quase 40 homicídios assumidos por ele na época, mas também pela beleza do suposto assassino em série.

Alto e forte, Thiago chamou a atenção de mulheres (e homens) do Brasil inteiro logo que foi apresentado à imprensa, em uma delegacia, sem camisa. Até mesmo uma BASTANTE controversa sex tape protagonizada por Thiago viralizou na web e fez com que a fama do vigilante se espalhasse.

Já na prisão, o homem viril e sanguinário passou a receber cartinhas de admiradoras, que se mostraram interessadas em uma aproximação com o serial killer ou mesmo uma visita íntima.

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https://twitter.com/anadasquebrada/status/523234559945867264

https://twitter.com/potterhacked/status/525384967459979264

 

A cidade que teve o criminoso mais “zoeira” da história

Pareja canta "Vida de Gado": "Live at Cepaigo" | Foto: documentário

Pareja canta “Vida de Gado”: “Live at Cepaigo” | Foto: documentário

Ainda sobre criminosos e afins, Goiânia foi palco de uma das histórias policiais mais bizarras já ouvidas por aí.  Quem tem menos de 30 anos provavelmente não deve saber quem foi Leonardo Pareja. No entanto, muito antes da “zoeira” reinar nas redes sociais, o goiano já “tirava onda” na imprensa, virando uma espécie de subcelebridade dos anos 1990.

Tudo começou em setembro de 1995, quando o jovem ficou conhecido nacionalmente ao manter refém durante 60 horas ninguém menos que a sobrinha de 13 anos do então senador Antônio Carlos Magalhães, em Feira de Santana, na Bahia.

Mas foi só em 1996 que Leonardo Pareja atingiu seu ápice, aqui mesmo em Goiás, quando liderou uma das maiores rebeliões vistas em território nacional. O criminoso fez de reféns promotores, juízes, delegados, diretores, funcionários, o presidente do TJGO e o secretário estadual de segurança, que estavam a passeio na penitenciária Odenir Guimarães quando tudo aconteceu.

Em jogadas de mestre, Pareja conseguiu manter todos vivos, persuadiu os presos e comandou todas as negociações — que chegaram ao cúmulo do absurdo quando ele pediu que fosse gravado um “Você Decide” no local, aquele programa de televisão famoso dos anos 1990.

O final da rebelião foi digno de cena de novela, com a fuga de vários presidiários em viaturas e carros de polícia. Pareja, claro, liderava o comboio, fazendo o desembargador Homero Sabino e seu filho reféns. Como se nada tivesse acontecido, após conseguir fugir da penitenciária, Pareja passeou pelas ruas de Goiânia e chegou até a parar em um bar, comprou cerveja e pagou uma rodada para quem estava no local.

 

A cidade onde 25º C é motivo para bota e jaqueta de couro

Foto: Goiás Agora

Foto: Goiás Agora

Em pleno Cerrado, a capital goiana sofre com as altas temperaturas praticamente durante todo o ano. Por isso mesmo, 25º C já é motivo suficiente para os goianienses tirarem a bota e a jaqueta de couro do armário. O modelito, inclusive, é quase um uniforme para a “Pecuária”, uma das festas mais tradicionais em Goiânia.

https://twitter.com/Nathalyanc/status/657593172323901440

 

A cidade do maior complexo moteleiro da América Latina

Divulgação

Divulgação

Ok, tecnicamente, o maior complexo moteleiro da América Latina está localizado na vizinha Aparecida de Goiânia, assim como a tradicional casa de shows Real Privê.  Mas como grande parte dos clientes são goianienses, não há como deixar o local de fora da lista. Então, deixem passar essa…

 

A cidade que adora um Shopping Center

Divulgação

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Goiânia Shopping, Flamboyant, Araguaia Shopping, Banana Shopping, Buena Vista, Bouganville, Passeio das Águas, Portal Shopping, Portal Sul, Plaza D’oro, Cerrado, Shopping Cidade Jardim…

É difícil morar em Goiânia e não ter um shopping como ponto de referência. Por aqui, os centros de compras são locais de encontro e lugares para as pessoas exibirem as roupas novas. É claro que nem todo mundo curte a “muvuca” aos finais de semana…

Mas caso você queira fugir disso e partir para uma cidade onde a fixação pelos centros comerciais não seja tamanha, saiba que a rodoviária de Goiânia é, na verdade, um Shopping Center.

 

A cidade que a rodoviária é muito melhor que o aeroporto

Divulgação

Ta, essa foto é um pouco velhinha | Divulgação

Falando nisso, Goiânia é também a única cidade onde a rodoviária, localizada num shopping, é mais bonita e estruturada que o aeroporto, que é minúsculo e tem uma péssima área de alimentação.

Depois de muitas promessas, o novo aeroporto de Goiânia deve ser inaugurado no próximo ano. Até lá, o jeito é ir de ônibus mesmo.

 

A cidade da Senhora. Que senhora? Senhora? Senhora?

Reprodução/Youtube

Reprodução/Youtube

E nossa lista tem seu fim com o recente caso de Edinair Moraes. Apontada como funcionária fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás pela TV Anhanguera, filiada da Rede Globo em Goiás, a “senhora” ganhou as redes sociais após fugir correndo de uma repórter bastante insistente e com um ótimo preparo físico. O meme “correu” todo o País e ganhou repercussão na mídia internacional.

 

Têm uns trem que acontece só aqui em Goiânia mêss! (sic)

45 respostas para “10 provas de que Goiânia é uma das cidades mais peculiares do mundo”

  1. Epaminondas disse:

    Por causa de uns parcos festivais, Goiânia é uma capital musicalmente eclética? Cadê meus vizinhos ecléticos? Eles só ouvem a mesma droga, aquele lixo sertanejo digno de quem nunca ouviu coisa melhor. No dia que passar um carro tunado tocando jazz, posso acreditar na diversidade.

    • Leo I disse:

      um caso clássico de síndrome de viralata!

      • Epaminondas disse:

        Um caso clássico de nacionalismo — que como Geoff Mulgan definiu, nada mais é do que “um caso de narcisismo coletivo”. A ideia que o lugar que se vive ou nasceu é melhor do que outros porque se vive ou se nasceu lá.

        E se alguém resolve criticar algum aspecto deste local, de pronto aparece alguém com um “ame ou deixe-o”, ou com esta acusação de “síndrome de viralata”.

        Se viralata é quem tenta sobreviver a margem do establishment de uma comunidade, tenha certeza que qualquer noção de bom gosto tende a ser vista, em Goiânia, como viralatice.

      • Icareda disse:

        A síndrome do imbecil feliz, que acredita que se vive no melhor de todos os mundos possíveis. Infelizmente, subhumanos como você estão metastasizando como um câncer. Porque você não tem nada mais como objetivo do que fazer sua prole e transmitir sua ideologia deletéria e míope. É um ciclo, não podemos nos livrar de sua raça odiosa e repugnante.

    • Minha teoria, que parece preconceituosa, mas já comprovei na vida real: o nível mental/intelectual/social de quem ouve jazz, bossa-nova, MPB… é outro. Geralmente (eu disse, geralmente) são pessoas educadas e com senso de civilidade, não precisam ouvir no último volume para incomodar todo mundo.

      • Danilo Venancio disse:

        woooooow hahhaah valeu pela resposta, não teria falado nada melhor!

      • Renato Faria disse:

        Meu caso. rsrsrs
        Escuto de Ela Fitzgerald a Louis Armstrong. Também gosto de música erudita, principalmente valsa. E sim. Não gosto de escutar no último volume.

      • Epaminondas disse:

        Fui ouvir Mile Davis. Subi o volume. Não ficou melhor. Repeti a experiência com blues, folk, rock. A música só incomodou. Vai ver, porque não tenho nenhum equipamento da Bang & Olufsen. O que eu duvido é que os motoristas de carro tunado também tenham.

        Acho que afinal tem que ouve música. E tem quem faça barulho. E este tipinho pulula por aí. Poderia dizer que é típico de Goiânia, mas no interior, eles se proliferam como baratas. E não é diferente em demais capitais. Embora em São Paulo ou Curitiba, eles troquem a coisa ordinária do sertanejo pela coisa ordinária do hip-hop.

      • Fernando Santoro disse:

        Sim! E, se Deus lhe pudesse romper o livre-arbítrio agora e te fazer olhar para dentro de si mesmo, veria o quanto está atolado na lama da soberba e do preconceito. Depois culpam Deus é o mundo pelas vossas feridas nos pés. Porém, o que não conseguem enxergar é que a ignorância é maior do que a humildade. Falam como verdadeiros prisioneiros de almas alheias. Não falam nada com base acadêmica e lógica! Só se baseiam em puro sensacionalismo barato! O mar do preconceito lhes submerge a alma vazia de espírito. E, te falo mais! O povo mais humilde de todos, se for colocar por gêneros musicais, são os sertanejos. Tão humildes que incomodam vocês sem fazer absolutamente nada. Em se tratando de música, meu amigo, ela é pura, livre sem uma fórmula. O que dá sabor à ela é a expressão dá alma e a ideologia de quem a compõe. Mesma coisa afirmar que todos os cristãos são santos por causa das músicas gospel que abordam a devoção a Deus. Sabemos que isso não é verdade, né amigo? Porque uma coisa que o ser humano sabe fazer muito é quebrar as regras e violar as leis. E, olha que eu sou cristão. E, por isso posso te afirmar isso: 70% dos cristãos hoje são um bando de hipócritas que dizem fazer o que Deus deseja e faz tudo ao contrário. E, se a musicalidade tivesse o poder de interferir na consciência humana, de certo que eles não seriam assim. Fazem isso não por causa das músicas, mas porque são safados mesmo! Assim como essa pseudo-visão referente ao Jazz sua está errada, porque na verdade, cerca de 60% dos adeptos do jazz são viciados em algum tipo de entorpecente ilícito. Então, por favor, vamos parar com esse preconceito ridículo. Vamos ouvir mais e falar menos, vamos? Eu sou músico, analiso como músico. E, posso te falar: gênero musical nenhum é ruim, o ser humano é que é.

      • Icareda disse:

        A religião deveria ser classificada como uma doença mental? Essas pessoas acreditam em um homem invisível no céu que lhes diz o que fazer e como viver suas vidas.

      • Epaminondas disse:

        É observável a relação de quanto mais ordinário é o estilo musical (sertanejo; funk; hip-hop), mais alto o sujeito escuta. Schopenhauer já tinha observado esta relação sobre a capacidade intelectual do sujeito e a quantidade de ruído que ele produz.

        A civilidade não gruda no sujeito que compra um carro popular, gasta com acessórios o que daria para ele comprar um carro de categoria superior (como se apenas pendurar apetrechos, o carro deixe de ser popular e passe a ser esportivo), abre os vidros e mete um cornomusic “no talo”. O que este sujeito tem na cabeça, além de vento, pra achar que está abafando? Ele se sente especial por ouvir os mais reles estilos musicais, músicas descartáveis que em seis meses, ninguém mais ouve?

      • Fernando Santoro disse:

        Engana-se muito moça! O bem e o mal está em todo lugar. E, não é um ritmo musical que vai ter poder para mudar a consciência de um indivíduo em espécie. Porque, segundo a psicologia, um indivíduo racional só é atraído por aquilo que faz parte da sua personalidade. Sendo assim, o indivíduo que escuta funk só tem tal comportamento por quê este ouve o gênero em questão? Eu tenho um nome para esse tipo de pensamento: preconceito. Subdividir as pessoas por gêneros musicais é um tipo de preconceito. A música expressa claramente àquilo que você é por dentro, no seu íntimo. Quem gosta de sertanejo é romântico; quem gosta de jazz geralmente são intelectuais; quem gosta de rock são pessoas mais rebeldes que não gostam de regras ou limites; quem gosta de reggae são os neutros, aqueles que não estão nem aí pra nada; quem gosta de funk (um determinado estilo desse gênero) são os que curtem sacanagem. Sim? Sim! Na maior porcentagem isso pode ser aplicável sim! Mas, de forma alguma se pode generalizar. E, mesmo que esse fenômeno aconteça, isso só revela que a música é viva e possui clara expressão espiritual de quem a compõe. E, àqueles que se encaixam em determinado gênero, estes possuem particularidades com o mesmo. E, isso só revela o que está dentro, qual a forma de expressão que o indivíduo revela quando decide gostar ou curtir um determinado gênero. Casos à parte podem ser desconsiderados. Por isso mesmo, antes de se generalizar, é lícito se analisar cada caso à parte. Mas, eu sou músico, cantor e compositor, além de psicólogo e sociólogo e uma coisa posso te afirmar: o preconceito nada mais é, que um conceito pré-formado, o qual não possui base nenhuma lógica ou provável. Sendo assim, pode ter certeza que, em todas as críticas por gêneros musicais, nada do que falam é relevante. Isso, porque , quem fala não observa com a maestria necessária para se formar uma base concreta, a qual possa ser vista como louvável. Se você não sabe fazer uma lasanha, vai poder dar pitaco a quem sabe fazer? De forma alguma! A crítica, na maioria das vezes é movida pelo preconceito e não pelo olhar clínico. Isso quer dizer que, todos que falam nunca falam com propriedades acadêmicas, com uma visão centrada nos pontos positivos e negativos de uma determinada área em questão. Pura ignorância e preconceito fútil! Irrelevantes para um ser que se denomina como racional e dominante no universo. Lhes falta equilíbrio espiritual e humildade.

      • Icareda disse:

        Não existe nem o bem nem o mal na natureza, pendante prolíxo.

    • Adriana disse:

      O Brasil tem nada menos que 5570 municípios para você morar! Escolha algum onde seus vizinhos sejam ecléticos ou que não gostem de ouvir o “lixo” do sertanejo! Vai ser feliz! :)

      • Epaminondas disse:

        Eu teria que morar numa caverna em algum parque florestal. Goiânia não é especial nem em ter cidadãos jecas — em qualquer rincão brasileiro, haverá gente validando que quanto pior é a música, mais o ignorante a escuta alto.

      • Fernando Santoro disse:

        Jeca é a sua ideologia massante e ignorante, meu amigo! Eu prefiro muito mais morar em uma cidade cheios de “jecas” como você denominou preconceituosamente, do que morar em uma cidade cheia de preconceituosos metidos a intelectuais como você está sendo.

      • Icareda disse:

        É igualment preferível viver entre os insatisfeitos do que viver na Macacolândia, e ser roído de pedras e de paus pelos primatas atrasados por lhes ter apontado a que ponto débeis, otimistas e conformistas eles são. Os insatisfeitos são provavelmente os únicos a ter chances mudar algo, porque o estrume de seu submundo sem dúvida está feliz com as circunstâncias tais como estão.

      • Icareda disse:

        O República das Bananas tem 5570 tribos de retardados primitivos que tentam enculcar-nos que devemos passar todo o nosso tempo ouvindo barulho de merda deles, sorrindo de orelha a orelha.

      • Marilany disse:

        Sertanejo não é lixo. Não sei porque as pessoas têm tanto preconceito com a nossa terra e o sertanejo! ?

    • Cássio Teixeira disse:

      Pode nao ser eclética com um carro de Jazz, mas que tem sertanejo, axe, brega, rock, pop, eletronico e ate bastante mpb, ah isso tem!

    • sofia disse:

      seu nome é epaminondas, é claro que diversidade pra você é o clássico

  2. Andre Fernandes disse:

    Pista de terra no aeroporto Agnelo? Ora, não temos um bom aeroporto, é fato, mas vejo que qualquer goiano conhece um pouquinho mais a realidade de nosso pais que você…

    • Gregory Alves C. Faustino disse:

      Falou bonito, pelo país que já andei, os aeroportos são maioria pequenos, menores que o de Goiânia, então não achem que Goiânia é a única com esse problema, muitas outras tem o mesmo. É um problema nacional.

    • Zézueira disse:

      Acho que ele quis só fazer zueira mesmo …
      sou de gyn e ri demais da piadinha dele ..
      temos que ser críticos. …. e “filtrar” a msg !
      Também acho um absurdo o nível do aeroporto santa genoveva … e o quanto já foi superfaturada de sua obra (embargada várias vezes) ….
      Nem por isso vou ficar “griladinho” com a zueira de pessoas de fora …
      acredito que a mudança deva ser cultural.

  3. Fat Never disse:

    Aô tchê tchê como eu amo morar nessa cidade, sou muito orgulhosa do meu Goiás. Parabéns Goiânia! Abraço pessoal.

  4. Yasmin Suellen disse:

    Ficou bom… Só faltou falar dos parques que Goiânia tem.

  5. Tiago Alves disse:

    E os cabarés ? Cada esquina tem um rsrs …cineminha onde os clientes viram protagonistas de ” peças” pornôs kkk

  6. Marizete Fonseca Pacheco disse:

    Goiânia é uma cidade linda, hospitaleira e a população mais afetuosa, querida e simpática do Brasil. Linda demais!!! Comida maravilhosa, músicos e cantores de MPB também maravilhosos!!! Quem não conhece não sabe o que está perdendo!!!!

  7. PEDRO disse:

    é por essas e outras que goiania é a melhor cidade do mundo,nasci aqui e nao curto sertanejo,porem todo lugar que vou toca,e nao sou mesquinha o bastante pra ficar de bico reclamando escuto numa boua,curto minhas companhias,aqui nao tem nenhum tipo de desastre natural.tipo deslizamento,enchente,terremoto,furacao,perdemos em pontos turisticos,SÓ!

  8. Jey disse:

    Cara chato pra cacete esse Epaminondas, credo.

  9. Lucas Macedo disse:

    Goiânia é uma cidade super bacana de se morar, porém concordo com o que foi falado aqui anteriormente, tem muito babaca andando com som alto achando que as pessoas são obrigadas a ouvir as porcarias que eles gostam, outra coisa que me incomoda é que esse mesmo tipo de babaca passa na porta dos bares a 5 km h ou param o carro achando que a rua é deles, sinceramente não conheço outra cidade grande que tenha tanta gente brega com esse tipo de costume.

  10. Guilherme F disse:

    Goiânia é uma cidade de grande potencial, mas MUITO desorganizada e violenta. O que me incomoda também são: a falta de educação, respeito e prepotência da grande maioria da população. Ah, e a típica ostentação cafona. O bom que, demoro o tempo de duas músicas para chegar no trabalho. :)

  11. Icareda disse:

    Uau! Ela é ótima, amiguinhos, esta cidade (goiânia)! Quando penso que os goiânus passam nove meses de cada ano afogados em seus suores, portanto sem necessidade de ir a uma estação balneária; que 99% dessas pessoas não são rudes e grosseiras; que a estrutura desta cidade não é nenhuma merda, nojenta, lixo, repugnante, desleixada, mal feita, remendada, paliativa … A vontade de cuspir que eu gosto muito desta cidade e publicar esta mensagem bíblica queimam meus lábios e mãos. Obrigada, goiÂnus, por me fazer tão bem-vinda (eu sou do Surubatu, o que significa tupiniquin-guarani “tua mãe”). Eu sempre serei grata. :)

  12. Marilany disse:

    Goiânia a terra de mulher bonita, terra do sertanejo e rock, terra do pequi, terra onde o sutaque é puxado o ‘r ‘, terra onde a fala é caipira… Bom e se você acha a nossa terra um “lixo ”, é melhor nem abrir a boca porque a gente é educado, e a gente gosta de ser tratado com educação também.De boa, tchau brigadooo

  13. Thiago Ferraz disse:

    Sou carioca e moro aqui a uns 6 anos quase.

    Apesar de ser uma cidade bonita e boa estruturada. Muitos pensam que aqui é uma verdadeira roça mas poucos sabem que é uma boa cidade para se morar.

    O que realmente me incomoda aqui são os goianos, principalmente os homens.

    Povo aqui parece que n gosta de ver o sucesso dos outros, se eu ligo o som no meu carro, fica um monte de nervosinho buzinando atras pra qualquer coisa, empurrando ou enchendo o saco.

    Meu cunhado (que é daqui) uma vez bateu o carro na T63, o que passou de gente rindo e vaiando. Uma farmacia que foi assaltada perto de casa, os funcionarios e clientes da outra farmacia acharam bem feito, ficaram rindo.

    Aqui você nunca consegue fazer uma amizade sólida pois as pessoas são tão desconfiadas que parece que vc está agindo com segundas intencoes.

    As pessoas são complexadas, preocupadas com a opinião e a observação alheia.

    As pessoas não são felizes de fato. claro, tem pessoas muito boas, legais e verdadeiras, mas se encontram mais no interior, ou então são decendentes de outros estados que assim como eu se mudaram para goiania.

    Já lá no rio, eu encontrava mais solidariedade. N tinha tanto politicamente correto. Eu aturava alguem com som alto a noite mas em contrapartida podia escutar, vestir ou fazer oq quisesse que ninguem ia reparar.

    AS pessoas aqui gostam de socializar, de fingirem amizades, mas por tras parecem que tem raiva umas das outras.

  14. Tlf M disse:

    O comentário do Lucas Macedo é o tipo de gente mesquinha, infeliz e politicamente correta. Até parece que não tem algo que faça que não atrapalha a vida alheia.

    Gentinha, mesquinha e infeliz. Se eu soubesse onde mora, passava com meu carro e meu sub de 12 polegadas no último volume, 3 horas da manhã

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