Opção cultural
Se Bernardo Élis dramatiza a violência do poder, Mário Palmério desnuda seus mecanismos com fina observação psicológica e senso de espetáculo
O desejo de felicidade é universal; ninguém quer ser infeliz. Embora a pós-modernidade goste de tensionar essa afirmação, permanece o fato de que todos desejam gozar a verdade, ninguém quer viver na mentira
Holden não é rebelde — é “só” Salinger. Um sujeito sensível demais para o teatro social. É boa literatura. Kerouac sem o pé na estrada, mas com o olhar nas microvidas
De animações encantadoras a super-heróis épicos, 2026 promete estreias para todos os gostos e idades
Era horário de recreio, e a algazarra dos gritos e risos da meninada me fizeram empoleirar no dorso da lembrança, eu rumei para Belo Horizonte, mais precisamente à Escola Estadual Marechal Deodoro da Fonseca, onde fiz o primário
A imagem de Deus constitui, segundo sua psicologia analítica, um arquétipo central do inconsciente coletivo. Trata-se de uma experiência do numinoso
Informação, instantânea e descartável, satisfaz a lógica da velocidade; a sabedoria, lenta e cumulativa, exige duração
O livro não pode ser classificado como um romance no sentido estrito da palavra; é constituído de um mosaico de histórias que, por sua vez, trazem fragmentos como pistas que se complementam
As portas-do-meio continuam a existir na velha cidade, mas parece que, a exemplo dos corações, já não se abrem tão generosamente como antes…
“É minha prece, é meu desejo, que possamos partir desta vida juntos — um desejo que jamais vai findar na terra, mas que terá lugar no coração de toda esposa que ama, até o fim dos tempos; e deverá ser chamado pelo meu nome”
Obra do professor Flávio R. Kothe mostra que, nas escolas, a filosofia hoje só é utilizada para defender os privilégios das classes dominantes
La vie en rose, com a cantora francesa Edith Piaf, transforma o silêncio em forma de resistência íntima. Louis Armstrong e Bola de Nieve a interpretação com brilho
Confira as listas de leituras de Carlos Willian Leite, poeta, jornalista e editor da “Revista Bula”, e de Euler de França Belém, jornalista e editor do Jornal Opção
Ali não havia abadá, havia alvorada. Não havia trio elétrico, mas um vento passando como um mestre-sala invisível. O sol fazia questão de iluminar cada detalhe, mostrando as variadas texturas de verde das folhas, o amarelo dos olhos das gralhas-cancãs

