As eleições de 2026 vão redefinir a composição do Senado Federal. Dos 81 assentos da Casa, 54 estarão em disputa, o equivalente a dois terços do total. Cada um dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, elegerá dois representantes para mandatos de oito anos. 

A renovação ampla torna a eleição estratégica para governo e oposição. A nova configuração do Senado, que tomará posse em 2027, terá papel decisivo na condução de projetos legislativos e na relação com o Executivo. 

Segundo os bastidores da política, revelados pelo Jornal Opção, alguns nomes já articulam por uma vaga ao Senado em Goiás. São eles: Bruno Peixoto, Jorge Kajuru, Alexandre Baldy, Gracinha Caiado, Gustavo Gayer, Magda Mofatto, Tião Peixoto, Zacharias Calil, entre outros.

Importância da disputa

Além de legislar, o Senado exerce atribuições exclusivas que reforçam sua relevância institucional. Entre elas estão julgar o presidente da República em casos de crimes de responsabilidade, processar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de responsabilidade e aprovar indicações para cargos de alta importância, como ministros do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), procurador-geral da República, presidente e diretores do Banco Central, além de embaixadores. 

A próxima legislatura terá influência direta na composição do STF. A indicação de Jorge Messias, feita pelo presidente Lula para substituir Luís Roberto Barroso, ainda aguarda apreciação do Senado. Além disso, três ministros devem se aposentar durante o próximo mandato presidencial, o que ampliará o peso da Casa na definição do futuro da Corte. 

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