Haroldo Naves aposta em 12 partidos para ampliar votos de Flávio em Goiás; “esse grupo tem lado”
06 outubro 2026 às 15h58

COMPARTILHAR
O presidente estadual do MDB, Haroldo Naves, afirmou que a mobilização dos 12 partidos da base aliada será decisiva para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro (PL) em Goiás no segundo turno da eleição presidencial. Segundo ele, o grupo deve buscar a vitória nos municípios onde Lula (PT) ficou à frente e aumentar a vantagem nas cidades em que já venceu.
“Logicamente, a força da base aliada, dos partidos, são 12 partidos, vai ser muito importante não só vencer onde perdeu, mas ampliar a votação onde ganhou também”, declarou durante o ato de apoio a Flávio nesta terça-feira, 6, em Goiânia.
Questionado sobre os 28 municípios goianos em que Lula venceu, Haroldo apontou a articulação entre os partidos como o caminho para mudar o resultado. O dirigente não detalhou quais ações serão realizadas nessas cidades.
Força da base aliada
Na avaliação de Haroldo, a terceira vitória consecutiva do grupo político de Ronaldo Caiado (PSD) e Daniel Vilela (MDB) no governo de Goiás fortalece a capacidade de mobilização em favor de Flávio.
“Agora esse grupo, pela terceira vitória consecutiva, vai dar muito mais força ao candidato Flávio Bolsonaro para vencer as eleições”, afirmou.
A estratégia defendida pelo presidente do MDB combina a busca por eleitores nas cidades em que o grupo teve desvantagem com o reforço da campanha nos municípios onde já conta com maior apoio.
Alinhamento à direita
Haroldo também relacionou o apoio a Flávio à trajetória de Caiado. Ao mencionar a atuação do ex-governador na União Democrática Ruralista (UDR) e sua candidatura à Presidência em 1989, destacou a identificação política do grupo com a direita.
“Mostra que esse grupo tem lado e posições claras e definidas”, disse.
Para o dirigente, esse alinhamento, somado à articulação dos partidos aliados, pode ampliar a força da candidatura de Flávio Bolsonaro no estado.
Leia também:Flávio aceitou seis pontos do programa de Caiado para receber apoio, diz Adriano da Rocha Lima


