A medida que o tempo passa e as candidaturas começam a se estabelecer, os pré-candidatos a prefeito começam a discutir o resto da chapa. Por exemplo, o prefeito Rogério Cruz, recém filiado ao Solidariedade, agora monta a sua base de apoio. Ao mesmo tempo, ele conversa com os partidos aliados sobre a indicação do vice. 

Para Cruz, a definição do nome para vice é uma escolha que ele considera “mais para frente”. Ele pontua que essa decisão precisa ser feita em conjunto, com participação do prefeito. Apesar de não contar qual perfil deseja, o pré-candidato à reeleição deixou no ar alguns “requisitos”.

 “Isso vai ser discutido, claro, em uma mesa, sentado com os demais partidos aliados. Agora, importante lembrar, como tem sido muito ventilado a respeito, que vice precisa  ter as mesmas tratativas daquele que vai governar”, conta o prefeito, em entrevista coletiva neste sábado, 13, no mutirão realizado no Jardins do Cerrado 4.

No mesmo sentido, o presidente estadual do Solidariedade, Denes Pereira, aponta que a busca pelo vice começa após o término do período de filiação partidária.

“O vice precisa ser uma complementação do candidato”, pontua o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), em exclusividade ao Opção. “Essa também é uma escolha muito pessoal do prefeito, um assunto que eu não posso tecer muitos comentários a respeito”, explica.

Segundo Pereira, a expectativa é de que as conversas para vice nas chapas se intensifiquem entre os dias 20 de julho até 6 de agosto, período das convenções partidárias.

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