Ao menos 20 policiais que participaram da caçada ao serial killer goiano, Lázaro Barbosa, em junho de 2021, foram enviados ao Rio Grande do Norte para atuar nas buscas pelos foragidos do Comando Vermelho (CV), que escaparam do presídio federal de Mossoró. Lázaro morreu em confronto com as forças de segurança, em Águas Lindas de Goiás, após fugir por 20 dias.

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Todos os agentes pertencem à Polícia Rodoviária Federal (PRF). A equipe do Grupo de Respostas Rápidas (GRR), considerado o braço de elite da corporação, está em Mossoró desde a última sexta-feira, 16. Eles são especializados em incursões em áreas remotas.

Um grupo de elite da Polícia Federal (PF) em Goiás, que compõem a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), também deslocou um efetivo para Mossoró, assim como a Força Nacional de Segurança Pública. A fuga, ocorrida na última quarta-feira, 14, foi a primeira registrada em um presídio federal na história.

Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento | Foto: Reprodução

Dobro de agentes 

A busca pelos fugitivos Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, o Deisinho ou Tatu, mobiliza cerca de 600 agentes de diversas forças policiais, segundo informou o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. 

A título de comparação, é mais que o dobro do número de agentes envolvidos na captura de Lázaro Barbosa, que aterrorizou a região entre Goiás e Distrito Federal, até ser morto com mais de 30 tiros. Na ocasião, foi montada uma força-tarefa com aproximadamente 270 policiais.

Policiais rodoviários federais durante buscas | Foto: Reprodução