Por que não dá para perder o Fica 2016

Em sua 18ª edição, o festival com suas mostras e shows é o encontro da arte de diversos cantos do mundo

O artista plástico Rodrigo Godá coloriu de amarelo e azul a arte do Fica 201, que acontece em agosto

O artista plástico Rodrigo Godá coloriu de amarelo e azul a arte do Fica 201, que acontece em agosto

Yago Rodrigues Alvim

Por sorte, os goianos têm na agenda diversos festivais de música, dança, teatro, cinema e demais artes. Muitos destes já consolidados, com anos na estrada, atraindo cada vez mais público e atrações de peso. Assim que floresce janeiro na folhinha, vem a expectativa e, assim, os preparativos para não perder um sequer, seja o Bananada, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, o Paralelo 16, no Teatro Goiânia, e, dentre muitos outros, como o Noise, o Vaca Amarela, o Goiânia Mostra Curtas e o Fica, em Goiás.
De amarelo e azul, Rodrigo Godá coloriu a arte do Festival In­terna­cional de Cinema e Vídeo Am­biental — Fica 2016 que faz, mais uma vez, estada na Cidade de Goiás. Em seu 18º ano, ele traz, entre os dias 16 e 21 de agosto, uma programação que celebra ainda as artes visuais, a música e a cultura.

De volta com um show nacional de encerramento, as atrações não param por aí. Tem muito que se fazer, além de aproveitar as mostras competitivas, infantil, da ABD (esta já em sua 14ª edição) e demais mostras paralelas e lançamentos de metragens, fóruns de cinema e meio ambiente — que contam com cineastas para um debate — e uma programação musical.
As crianças estudantes em escolas públicas da cidade se beneficiam do projeto “Se Liga no Fica”, que leva oficinas de produção audiovisual até elas. O curta-metragem, fruto das atividades, será exibido na programação. E ainda acontece um concurso de produção textual, o intitulado “O que fica do Fica?”, que dará como prêmio ao vencedor uma viagem ao Rio de Janeiro para que visite o Museu do Amanhã.

Com inscrições abertas, as oficinas de cinema ofertadas trazem diversos temas: animação experimental; cinema e games; design e open credits; arte, cinema e mídias interativas; cinema documental; cinema experimental; audiodescrição, entre outros. Já a área de meio ambiente abarca temáticas como ciência e espiritualidade; problemática do lixo; Cadastro Ambi­ental Rural (CAR); juventude, corpo e meio ambiente; serviços ambientais; e agricultura urbana.
Ainda dá tempo de se inscrever, e mais: dá tempo de verificar com a galera a viagem para aproveitar o melhor do cinema de diversos cantos do mundo. Franceses, austríacos, alemães, belgas, indianos, mexicanos e iranianos se encontram com brasileiros, goianos. Muitos convidados vêm a Goiás. O Fica já está à espera.

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