Os “Poros dos Jardins Invisíveis” da Deriva 2015

Deriva

Foto: Divulgação

A expedição Deriva do Bem nasceu em 2008 e, de lá para cá, tem reunido um grupo de pessoas que propõem um encontro com a cidade, utilizando da fotografia como forma de expressão da memória. A atividade teve início com uma disciplina optativa do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás (UEG). O objetivo era que os alunos caminhassem pelo centro da cidade para conhecer e reconhecer seu traçado histórico. Em 2010, ainda que a disciplina tenha deixado de ser oferecida, o projeto continuou com o professor Bráulio Vinícius Ferreira.

Neste ano, a edição será no setor sul e tem como tema “Poros dos Jardins Invisíveis” com o objetivo de promover o encontro de pessoas no setor e afim de uma experiência urbana sensorial para perceber os elementos que compõem o bairro e que, cotidianamente, não são vistos.

Serão dois momentos: na sexta-feira, 19 de junho, acontece um bate-papo com a participação do arquiteto e urbanista Manoel Balbino, do médico e professor João Batista Alencastro Veiga, e do poeta e produtor cultural Carlos Brandão, no teatro de arena da área 3 da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO); na manhã do sábado, 20, o Bosque dos Pássaros será o lugar de encontro dos participantes para que realizem uma caminhada para coleta de litros de leite.

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