10 shows que você não pode perder no Lollapalooza

Realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o festival atrai pessoas de todos os cantos do país por suas diversas atrações

Yago Rodrigues Alvim

Em outubro de 2015, o Lollapalooza Brasil en­fim divulgou o lineup de sua quinta edição. De lá para cá, deu para conhecer muitos dos artistas listados e curtir mais ainda aqueles já favoritos nas diversas playlists. Florence, Emi­nem, por exemplo. O Lolla, festival de música que também acontece em Chicago, Berlim e, entre outras cidades, Buenos Aires, teve início no Brasil em março de 2012 e trouxe artistas como Foo Fighters e Arctic Monkeys.

Alguns meses se foram e lá se vai mais uma espera. Desta vez, de uma ansiedade muitíssimo maior: o Lolla embala o Autódromo de Interlagos no final de semana, 12 e 13 de março. A delícia de diversos artistas no palco e uma multidão em um espaço amplo, abertíssimo, vem aí. Por isso, listamos alguns dos artistas que se apresentam nesta edição e que você, sem dúvida alguma, não pode perder — claro, se os organizadores descolarem uns horários bem bacanas para curtir todos e sumir com aquela dúvida penosa de “qual show assistir”.

Muitos aqui, às vezes nem precisariam ser listados, já que são bem reconhecidos por seu trabalho, e outros deveriam aparecer. Mas o espaço é curto e vale sempre reforçar. Mas só para não cometer injustiça alguma, se liga que ainda tem Mumford & Sons, Noel Gallagher’s High Flying Birds, Cold War Kids e Odesza.

Alabama Shakes

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“Nós levamos tempo para compor este disco, e eu estou realmente feliz com o que fizemos” diz Brittany Howard, líder da banda americana Alabama Shakes. Se Brittany ficou feliz com seu segundo álbum, imagina os fãs? Grande vencedor do Grammy 2016, “Sound & Color” deu sequência a “Boys & Girls”, álbum de estreia, lançado em 2012, que já havia rendido ao grupo três indicações ao prêmio. Com performances inesquecíveis, o grupo já fez história em Bonnaroo e Glastonbury. Agora, a vez é no Lollapalooza. Preparados?

Die Antwoord

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Os vocalistas Ninja e Yo-Landi Vi$$er compõem a banda sul-africana Die Antwoord. Numa mistura de várias culturas, o rap-rave do duo veio ao público com o álbum de estreia “$O$”. Em 2012, o grupo lançou “Tem$ion”; e, mais recentemente, em 2014, o álbum “Donker Mag”. Entre suas canções de maior sucesso, destacam-se “Ugly Boy”, “I Fink U Freeky”, “Baby’s on Fire” e “Enter The Ninja”, cuja promo filmada pelo cineasta Robert Malpage se transformou em um viral na internet.

Eminem

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Ainda que envolvido em diversas polêmicas, o artista estadunidense Marshall Mathers, mais conhecido como Eminem, é, sem dúvida, um dos maiores rappers da música mundial. Também compositor e produtor musical, Marshall é considerado um dos “100 mlho­res artistas de todos os tempos”, pela lista da VH1. Além disso, tem diversos trabalhos no topo da Billboard, que o reconheceu como “Artista da Dé­cada”, nos anos 2000. “Lose Your­self”, “Rap God”, “Love the Way You Lie” e “Not Afraid” são algumas de suas canções de destaque.

 

Florence + The Machine

Divlugação

Divlugação

Nem é preciso dizer muito sobre a banda. Só mencionar “Dog Days Are Over” ou “You’ve Got The Love” e tcharam! Já se lembrou, não é mesmo? Talvez nem isso. O grupo inglês, liderado por Florence Welch, tem se consagrado dentre às bandas indie/pop mais conhecidas por todo o mundo. Recentemente, veio ao público seu terceiro álbum, o intitulado “How Big, How Blue, How Beautiful”, cujas canções devem sobrepujar o setlist. Ao lado de Eminem, Florence é, sem dúvidas, a headline do festival.

Halsey

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Anagrama do próprio nome, Halsey é também uma estação de trem no Brooklyn (EUA). Com 21 anos, a cantora Ashley Frangipane mistura pop e grunge, desaguando em um som que fisga o ouvinte. Seu primeiro single, o intitulado “Ghost”, traz uma letra certeira, honesta e sem muitas voltas. Assim, Halsey fala dos relacionamentos humanos, de sua característica trágica e, por vezes, ridícula. Em 2014, a cantora lançou seu EP de estreia, “Room 93” e, no ano seguinte, seu primeiro álbum, o intitulado “Badlands”, que traz os hits “Hurricane” e “New Americana”.

Jack Ü

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A cena musical indie mundial enlouqueceu em 2014, quando Skrillex e Diplo anunciaram parceria com o projeto intitulado Jack Ü. Dois dos mais prolíficos produtores existentes, os DJs americanos vêm aprazando os ouvidos do público com singles como “Take Ü There” (feat. Kiesza) e “Where Are Ü Now” (feat. Justin Bieber). O disco de estreia “Skrillex & Diplo Present Jack Ü”, que deve marcar a apresentação dos artistas, traz ainda canções com “2 Chainz”, “AlunaGeorge” e, dentre outros, “Bunji Garlin”.

Of Monsters and Men

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Desde 2011, o quinteto islandês Of Monsters and Men tem ganhado elogios da crítica por seus trabalhos. “Little Talks”, primeiro single, ganhou quatro vezes o Disco de Platina. O álbum de estreia “My Head Is An Animal” vendeu mais de 2 milhões de cópias e atingiu o topo da parada Top 200 da Billboard. O grupo já se apresentou em diversos festivais; dentre eles, Bonnaroo, Coahella, Glastonbury. Seu segundo álbum, o intitulado “Beneath The Skin”, veio ao público em 2015 e ganhou notoriedade com o single “Crystals”.

Marina and The Diamonds

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Por mais que no último Lolla a artista não tenha comparecido, a espera é que, desta vez, Marina não decepcione e faça a alegria dos fãs. Nome de banda, na verdade, Marina and The Diamonds é um projeto solo da cantora galesa Marina Diamandis. “Froot” deu início a uma nova fase da cantora, que já tem outros dois álbuns. “The Family Jewels” ganhou o Disco de Ouro e deu a Marina reconhecimento mundial. “Electra Heart”, segundo álbum, foi número um na parada britânica e teve mais de 3 milhões de cópias vendidas.

Planet Hemp

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Em 1993, o rapper Marcelo D2 e o artesão Skunk deram início a uma banda que “chaparia” o Rio de Janeiro. A ideia era tocar rock e puck. Mais tarde, já com os integrantes Bacalhau e Formigão na batera e baixo, o grupo começou a experimentar novos sons, batizando seu estilo como “raprocknrollpsicodeliahardcoreragga”. Com uma demo, perambularam por circuitos alternativos de grandes capitais. Antes do álbum de estreia, o intitulado “Usuário”, de 1995, vir ao público, Skunk faleceu vitima de HIV. “Os Cães Ladram, mas a Caravana não Pára” foi o segundo álbum do grupo, que acabou tendo problemas com a polícia devido “apologia às drogas”. O último álbum de estúdio veio em 2000, o chamado “A Invasão do Sagaz Homem Fumaça”. O grupo foi confirmado no Lolla na quinta-feira, 4, no lugar de Snoop Dog que cancelou a apresentação devido a problemas pessoais.

Tame Impala

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Em 2007, surgia na cidade de Perth, na Aus­trália, um dos melhores co­letivos do pop rock psicodélico. Tame Impala tem feito história, desde então. Seu primeiro EP veio no ano seguinte; o álbum de estreia, “Inners­peaker”, só apareceria em 2010. Mas foi em 2012, com “Lonerism” que o gru­po fez sucesso. “Ele­phant” e “Feels Like We Only Go Backwards” são alguns dos destaques do álbum.

Em 2015, o público pôde ouvir seu terceiro trabalho, o “Currents”. “Let It Happen”, “The Less I Know the Better” e, claro, “New Person, Same Old Mistakes” (gravada por Rihanna) têm feito do mundo um lugar melhor para viver.

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