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Vanderlan Cardoso não vai retirar candidatura de seu vice, o Professor Alcides

Mesmo com a possibilidade de pressões de setores evangélicos, o candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso, não vai substituir seu vice, o professor e empresário Alcides Ribeiro Filho.

Vanderlan Cardoso é tido como homem de palavra. Ele está certo quando afirma que não se envolve vida pessoal de seus aliados políticos. E, depois, o meio político é extremamente maledicente e quase sempre comete os maiores exageros.

Peemedebista tem dossiê sobre um aliado político de Vanderlan Cardoso

Um peemedebista diz que tem um dossiê prontinho, dos mais explosivos, sobre um aliado do candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso.

O dossiê não atinge Vanderlan Cardoso. Mas, se divulgado, fere mortalmente a candidatura de seu aliado.

No fundo, em termos de conteúdo, o dossiê é irrelevante. Mas, ainda assim, é explosivo. Ele foi produzido em Aparecida de Goiânia.

Antônio Faleiros qualificou saúde em Goiânia e é forte candidato a deputado federal

De um tucano da jovem guarda: “Antônio Faleiros deve ser eleito deputado federal porque trabalha em tempo integral, tem propostas para melhorar a qualidade de vida do povo e gosta de fato de política”.

Faleiros é sempre identificado, no interior e em Goiânia, como o secretário que qualificou o atendimento nas unidades de saúde do governo do Estado, notadamente em Goiânia.

Candidato a deputado federal, Giuseppe Vecci não quer ser mais um em Brasília

Candidato a deputado federal, Giuseppe Vecci tem dito ao eleitorado que não quer ser “mais um” em Brasília. Ele quer levar para a Câmara dos Deputados sua experiência na área de planejamento.

Economista, com formação rigorosa, e gestor pragmático, Vecci se tornou político, dos que disputam eleição, mas sem perder a imagem de técnico exigente — daqueles que focam em resultados.

Auxiliares de Vecci, tecnopolítico que trabalha cerca de 15 horas por dia, às vezes ficam exaustos. Não dão conta de acompanhar seu pique.

“Todo mundo diz que campanha tem de ser um caos. Eu não concordo. Campanha pode ser pensada, organizada e planejada. Tudo o que é bom pode melhorar”, afirma Vecci — cujo slogan é: “Um voto de qualidade”.

Base aprova discurso aguerrido e rico em conteúdo do vice-governador José Eliton

O governador Marconi Perillo e José Eliton estão fazendo campanha “dobrada”, cada um para um lado.

O discurso de José Eliton (PP), firme e conectado com a realidade, tem agradado a militância e o eleitorado. Ele conquistou a base aliada. O jovem é visto como inteligente e articulado.

Atuante, Flávia Morais tem contribuído para fortalecer a candidatura de Marconi Perillo

O governador Marconi Perillo inaugura no domingo, 17, em Trindade, o comitê da deputada federal Flávia Morais (PDT), candidata à reeleição.

Flávia Morais, que tem uma formidável capacidade de trabalho, ao lado de seu marido, George Morais, tem contribuído para fortalecer a campanha do governador.

A presidente Dilma Rousseff não está empolgada com os adversários do governador Marconi Perillo

O PT desistiu de inaugurar o comitê de Dilma Rousseff em Goiânia. Após a morte de Eduardo Campos, na quarta-feira, 13, o presidente Valdi Camarcio diz que o partido deu o comitê por inaugurado.

A vinda de Dilma Rousseff a Anápolis, recentemente, quando não tirou uma foto sequer com Antônio Gomide, praticamente descarta outra visita a Goiás na campanha.

Tudo indica que nem Antônio Gomide, o candidato petista a governador, nem Iris Rezende empolgam a presidente.

No Palácio do Planalto é dado como praticamente certo que Marconi Perillo será reeleito

No Palácio do Planalto, ainda que nos bastidores, tem-se como certo que o governador Marconi Perillo será reeleito.

O PT nacional avalia, nos bastidores, que não dá para ganhar em Goiás e São Paulo. Mas vai jogar pesado em Minas Gerais.

O PMDB de Goiás não está pedindo e não vai pedir votos para Dilma Rousseff. Há apoios individuais

O PMDB goiano não está pedindo voto para Dilma Rousseff. Pouco se vê menção à petista no material de campanha do partido.

Iris Rezende faz questão de ressaltar, sempre que pode, que não tem qualquer apreço político e pessoal pela presidente Dilma Rousseff.

Ronaldo Caiado, o candidato ao Senado na chapa de Iris Rezende, e o vice, Armando Vergílio (SD), apoiam o tucano Aécio Neves.

Lula 2018 namora o espólio de Eduardo Campos e quer controlar um novo governo Dilma

Com o desgaste de Gilberto Carvalho no Planalto, o ex designou um novo porta-voz informal para seus recados ao palácio e ao público, o presidente do PT, Rui Falcão [caption id="attachment_12880" align="alignleft" width="708"]artigo_scartesini.qxd Ex-governador Eduardo Campos deixa a cena e embaralha o quadro sucessório, o que confunde até o PSB[/caption] Eduardo Campos gostaria de observar de perto como o PSB administra a perda de seu líder e presidente no acidente aéreo de quarta-feira em Santos. Ao decidir pela candidatura própria do partido na sucessão presidencial, Campos a conduziu como forma de abandonar a antiga subordinação aos interesses do PT, contra a tendência do então vice-presidente do PSB, Roberto Amaral. Agora na coordenação da sucessão de Campos como presidenciável, Amaral continua a preferir o partido socialista como linha auxiliar do PT de Lula. Por isso, resistiu à composição, em outubro, com Marina Silva. Mas praticamente se rendeu a Marina ao reconhecê-la como virtual candidata, na sexta-feira, 15, depois de oferecer ao PSB a oportunidade de rediscutir o futuro do partido. Um dos riscos para o PSB é Marina se eleger pelo partido e depois continuar a insistir na criação da Rede. Levaria consigo quadros e eleitores socialistas. Se for eleita e continuar no PSB, poderá se afastar do programa socialista? Em qualquer hipótese, como ficariam os ambientalistas e políticos que recrutou para a Rede? Poderão se sentir logrados. Entrou em jogo também a coesão dos socialistas sem o carismático comando de Campos. Assim como ambientalistas e políticos se preocupam com o futuro da Rede, o partido que Marina tentou fundar, mas malogrou no Tribunal Superior Eleitoral, há dez meses, porque não convinha ao Planalto ter um novo candidato de oposição à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Em contatos com socialistas influentes no partido, Lula abriu as portas do PT ao reatamento da antiga aliança que Campos rompeu. Tentou ainda conquistar um lugar para Dilma nos palanques regionais do PSB, como em São Paulo. Junto à família Campos, o ex-presidente apresentou solidariedade pela morte inesperada. Mas a família já declarou apoio a Marina como herdeira. Ao público, Lula reconheceu interesse pela reaproximação com o PSB, mas prometeu ações apenas depois do enterro de Campos. “Obviamente que mudou a conjuntura política e eu não sei qual o tamanho do impacto”, claudicou duas vezes na declaração e prosseguiu: — Não vamos tentar antecipar os fatos. Vamos esperar enterrar o companheiro Eduardo e os companheiros que estavam com ele, e depois voltamos a falar da política, a falar da campanha. A consagração de Marina como presidenciável não é boa para Dilma, mas é pior para Aécio Neves (PSDB). Seria a certeza de que haveria uma segundo turno na eleição — tudo o que Campos desejava para cavar uma posição para si na disputa mano a mano da final. Ao entrar no páreo, Marina pode ocupar a vice-liderança e retirar o tucano Aécio do segundo turno. As contas marineiras, porém, baseiam-se em boa parte no desempenho que Marina obteve ao se candidatar em 2010. No primeiro turno, ficou em terceiro lugar com 19,6 milhões de voto — ou 19,34% dos eleitores. A segunda disputa ficou entre Dilma e o tucano José Serra. Resta observar se Marina manterá o mesmo carisma quatro anos depois em outro cenário de disputa. A favor de Aécio fica a possibilidade de Marina fechar o palanque tucano paralelo que Campos abriu em associação à reeleição do governador Geraldo Alckmin. Na parceria com Campos, o tucano até assumiu como vice em sua chapa o presidente do PSB no Estado, deputado federal Márcio França. Se Marina fechar o palanque, Alckmin fica inteiro para Aécio. Ela tem razões apara virar as costas ao governador. Na quarta-feira, Marina só não estava no avião de Campos porque o roteiro dele em São Paulo incluía contatos com Alckmin. Ao assumir a candidatura a vice, cortou o namoro entre Campos e Aécio em busca de parceria no segundo turno presidencial. Enfim, Marina não gosta de tucanos. O virtual segundo turno deste ano levou Lula a retomar a disputa com a sucessora Dilma pelo controle da campanha da reeleição. O conflito entre lulistas e dilmistas desgastou o espia palaciano de Lula, o secretário-geral, Gilberto Carvalho. Por isso, no começo da semana o presidente do PT, Rui Falcão, apresentou-se como novo porta-voz de Lula junto ao poder.

Publicitário diz que Paulo Lacerda é a nova rainha da Inglaterra de O Popular

Comentário do meio publicitário: Paulo Lacerda foi afastado da gerência comercial do “Pop” por três motivos. Primeiro, o jornal está faturando menos, especialmente na iniciativa privada. Segundo, teria perdido editais para o concorrente “Hoje”, que tem uma estrutura bem menor, mas estaria mais agressivo comercialmente. Ter­ceiro, sua relação com as agên­cias seria conflituosa. Paulo Lacerda, portanto, não teria sido tão-somente “promovido” a coordenador de eventos. Na versão de publicitários, ele teria, isto sim, “caído para o alto”. A retirada de seu nome do expediente provaria isto. “A tendência é, a médio prazo, se tornar rainha da Inglaterra e se aposentar”, afirma um publicitário. Não há consenso sobre o “afastamento” de Paulo Lacerda. Um publicitário experimentado garante que ele “não caiu para o alto” e que estaria satisfeito, “até muito satisfeito”, com o cargo de coordenador de eventos.

Iris Rezende não cresce mas trava ascensão tanto de Gomide quanto de Vanderlan

Anote: o petista Antônio Gomide vai criticar, com mais firmeza, Iris Rezende.

A tese do PT tem sentido. Avalia-se que Iris Rezende (PMDB) vai ficar patinando em segundo lugar, como ocorreu noutras eleições, mas não tem condições de derrotar o governador Marconi Perillo (PSDB).

Porém, como é mais conhecido e conta uma estrutura partidária e financeira razoável, acaba travando os candidatos que são mais renovadores, como Gomide e Vanderlan Cardoso.

A saída? Começar a acossá-lo.

Falcão apresenta ao público a credencial de porta-voz de Lula junto ao poder

[caption id="attachment_12870" align="alignright" width="269"]artigo_scartesini.qxd Presidente do PT, Rui Falcão: novo porta-voz do ex-presidente Lula[/caption] A senha inicial veio do companheiro Gilberto Carvalho poucos dias antes. Pela primeira vez, o secretário-geral da Presidência admitiu, em nota de jornal, que pode deixar o posto em dezembro. Não disse o motivo, nem precisava. Todos sabem da pressão que os dilmistas fazem para Carvalho se afastar logo do palácio e mergulhar na campanha da reeleição. A segunda senha veio do presidente do PT, Rui Falcão. Na última segunda-feira, o jornal “Valor” publicou uma entrevista na qual Falcão afirmou que Lula terá uma presença maior num segundo governo de Dilma Rousseff para garantir a volta dele ao Planalto daqui a quatro anos e desenvolver o projeto de poder do PT: “Precisamos eleger a Dilma para o Lula voltar em 2018. Isso significa que, ela, reeleita, começa o ciclo de debate, de planejamento para que o nosso projeto tenha continuidade com o retorno de Lula, em 2018, que é a maior segurança eleitoral de que o projeto pode continuar.” Abertamente, Falcão afirmou que um segundo mandato de Dilma será necessariamente melhor do que o primeiro porque ela “aprendeu muitas lições”. Uma delas seria a de aumentar a presença de Lula no governo. O ex-presidente não teria sido o protagonista, até agora, porque desejou, espontaneamente, não ofuscar a sucessora. Na versão de Falcão, não houve uma disputa de poder entre Lula e Dilma. “Houve esse distanciamento planejado e deliberado por parte dele” para evitar uma competição que seria comum “entre quem indica e quem sucede, entre criador e criatura”— dias antes, a presidente censurou a insistência com que o ex se refere a ambos, em público, como criador e criatura. Como Carvalho já disse antes, Falcão reiterou que, se houve o avanço social da “nova classe média”, a evolução não ocorreu pelo mérito de seus membros, que teriam se empenhado em melhorar de vida. A promoção social derivaria do fato de que o PT amparou as pessoas, que agora estariam alienando o dever de retribuir politicamente aos petistas. Trata-se da teoria da ingratidão, que Carvalho abordou, há dois meses, em entrevista a blogueiros amigos no Planalto, a propósito dos xingamentos a Dilma na abertura da Copa do Mundo há dois meses. As vaias e palavrões seriam oriundos de gente socialmente emergente que não reconhecia o valor do governo petista. Agora, Falcão retornou ao que seria alienação social. “Essa ideia do mérito próprio estimula fragmentação, o individualismo afasta as pessoas de coisas mais sociais, coletivas”, condenou o presidente do PT, que prefere o engajamento da nova classe média na militância em defesa do partido. A falta de gratidão justificaria, hoje, os riscos da reeleição de Dilma. O recado de Falcão quis dizer que falta ao Planalto uma política de comunicação eficaz dirigida as emergentes para ensinar que a melhoria de vida deles deriva de políticas públicas patrocinadas pelo partido. Seria um erro da presidente ao não “dialogar” com o povo, ensinou o porta-voz, jornalista mineiro que se elegeu deputado estadual em São Paulo.

Prefeito de Inhumas entusiasma com o governador Marconi Perillo e afasta-se de vez do PT

O prefeito de Inhumas, Dioji Ikeda (PDT), assumiu, de vez, a campanha do governador Marconi Perillo. Ele chegou a ensaiar apoio a Antônio Gomide. Pressionado pela cúpula do partido, aderiu ao tucano. E gostou.

Dioji Ikeda enaltece parcerias com o governo estadual para obras de pavimentação. E lembra que vai receber recursos federais também para asfalto.

O prefeito de Inhumas apoia Sandes Júnior e Flávia Morais para deputado federal.