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Se Aécio Neves não for para o 2º turno, Marconi pode apoiar tanto Marina Silva quanto Dilma Rousseff

O governador de Goiás, Marconi Perillo, é tucano e apoia Aécio Neves, do PSDB, para presidente da Re­pública. Porém, na hipótese de o senador mineiro ficar fora do segundo turno, o tucano-chefe goiano fica à cavalheiro para se reposicionar politicamente. Há três cenários. Primeiro, a neutralidade, ou seja, não apoiar nem a petista Dilma Rousseff nem a socialista Marina Silva. Ressalve-se que Marconi é um político que assume posições. Segundo, uma possível aliança com Marina Silva, se, no caso de segundo turno em Goiás, o socialista Vanderlan Cardoso decidir apoiá-lo de modo convicto, subindo no seu palanque. Terceiro, apoio à presidente Dilma Rousseff. Como o tucano não tem compromisso com Marina Silva, uma aliança com a petista não é impossível. Marconi tem dito que a presidente não boicotou seu governo, comportando-se de modo efetivamente republicano. Qual é o melhor cenário para Marconi? Vai depender da eleição em Goiás. Se for eleito no primeiro turno, a decisão fica ainda mais fácil.

A bela modelo e ex-pastinha Luciane Hoppers circula em Brasília com político de Goiás

795 Uma jornalista diz que ficou surpresa ao avistar, numa loja de joias do shopping Iguatemi de Brasília, um político goiano de mãos dadas com a modelo e ex-pastinha Luciane Hoppers. O relato da repórter: “O garotão parecia apaixonado, sugerindo não se importar com os olhares dos curiosos”. Detalhe: o político-lobista é casado. A jornalista perguntou para um repórter do Jornal Opção: “Mas o político e a ex-pastinha não haviam terminado o namoro?” Resta à redação responder citando Shakespeare, autor inglês muito bem examinado pelo genial Samuel Johnson: “Há mais entre o Céu e a Terra do que imagina nossa vã filosofia”.

“Iris Rezende pode ser o Marconi Perillo de 2014”, afirma Agenor Mariano

[caption id="attachment_13550" align="alignleft" width="300"]Iris Rezende e Agenor Mariano: “Nenhum político ganha eleição por antecipação” | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende e Agenor Mariano: “Nenhum político ganha eleição por antecipação” | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB), se considera, acima de tudo, um político que une realismo e otimismo. “Sem ser realista, não se percebe a realidade. Sem ser otimista, não se constrói uma vida melhor para os indivíduos”, afirma. Envolvido “até o pescoço” na campanha de Iris Rezende para governador de Goiás, Agenor especula: “98 está aí para assombrar o assombrador. Noutras palavras, Iris pode ser o Marconi Perillo de 2014”. Agenor diz que é jovem, mas que acompanha o processo político de Goiás e do Brasil há vários anos. “O que posso dizer, dada a minha experiência, é que não se ganha uma eleição por antecipação. Eleição é definida na marca do pênalti. As pesquisas de intenção de voto traduzem um mo­mento, com campanha eleitoral incipiente. Com os candidatos com os blocos nas ruas e suas imagens e histórias na televisão e no rádio, o quadro tende a ficar mais complexo. Para usar uma expressão popular, quem apostar em quadro definido pode dar com os burros n’água.”

“Caiado empolga a militância do PMDB”, afirma Agenor Mariano

O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, afirma que a militância do PMDB abraçou a candidatura de Ronaldo Caiado a senador.

“Caiado se deu bem com nosso pessoal, que aprecia suas posições firmes e éticas. Caiado não tem medo ou receito de dizer a verdade. A militância peemedebista gosta disso”, afirma Agenor.

Prefeito de Goiatuba contesta Caiado e diz a tucanos que não foi pressionado para apoiar Marconi

O deputado federal Ronaldo Caiado disse ao Jornal Opção que o prefeito de Goiatuba, Fernando Vasconcelos (PMDB), estaria sendo pressionado a apoiar à reeleição do governador Marconi Perillo. Ele teria sido cooptado à força. Ouvido por dois tucanos, o prefeito não confirmou as pressões. Pelo contrário, demonstrou entusiasmo com as candidaturas de Marconi a governador e de Giuseppe Vecci a deputado federal e nenhum ânimo com o candidato do PMDB, Iris Rezende. Não é a primeira vez que Fernando Vasconcelos contesta as opiniões de Caiado. Ele tem sugerido que o deputado democrata pare de falar em seu nome, porque não é seu porta-voz. Como não pertence ao PMDB, Caiado não é capaz de perceber uma espécie de fadiga de material que há em relação a Iris. Os peemedebistas se dizem cansados de trabalhar para Iris e, quando são candidatos a prefeito e vereador, não são apoiados por ele.

Vereadores aliados de Maguito Vilela migram para o palanque de Marconi Perillo

b mv d O governador Marconi Perillo está crescendo politicamente em Aparecida de Goiânia. Dos 25 vereadores, dezesseis já estão trabalhando na campanha do tucano-chefe. Alguns vereadores são aliados do prefeito Maguito Vilela (PMDB), mas foram liberados para apoiá-lo. Até o presidente da Câmara Municipal, Gustavo Mendanha (PMDB), filho de um líder histórico do partido, já está apoiando Marconi. Ele também está na campanha de Daniel Vilela (PMDB), para deputado federal, e na de Marlúcio Pereira (PTB), para deputado estadual. Maguito não veta a aliança de peemedebistas com Marconi e apresenta dois argumentos. Primeiro, o governador tem apoiado sua gestão, atuando de modo republicano. Segundo, não se comporta como ditador e, por isso, não obriga ninguém a apoiar e votar em Iris Rezende. Não se pense, porém, que Maguito está traindo Iris. Não está. Dos políticos ligados a Júnior Friboi, o prefeito é um dos poucos que permanecem leais a Iris e trabalhando com afinco na sua campanha. Não trabalha mais, porque precisa administrar Aparecida, uma cidade com muitos problemas e poucos recursos. O núcleo duro do irismo, que não parava de falar mal de Maguito, diminuiu a carga. O fato é que os iristas não apreciam o prefeito.

Aliado de Iris Araújo sugere que Sandro Mabel faz jogo duplo ao apoiar o tucano Alexandre Baldy

Um aliado da deputada federal Iris Araújo, o lado hard-tuiteiro de Iris Rezende, criticou o deputado Sandro Mabel com acidez. Na conversa com um deputado, ele disse: “Mabel diz que apoia Iris para governador, garante que está articulando no interior, mas só recebemos notícias de que está articulando a candidatura do empresário Alexandre Baldy, do PSDB, a deputado federal. No pleito eleitoral, não dá para servir a dois senhores ao mesmo tempo”.

Se eleito, Alexandre Baldy deve ancorar grupo que aposta na renovação política

[caption id="attachment_13541" align="alignleft" width="620"]Baldy visita feira em Anápolis: interlocução com a sociedade Baldy visita feira em Anápolis: interlocução com a sociedade[/caption]

Operadores políticos e o meio empresarial já quebram a cabeça para traçar como será o cenário em Goiás após as eleições. Com as pesquisas eleitorais embaixo do braço, a maioria já faz análises tendo como certa a vitória de Marconi Perillo. O próximo passo na leitura do cenário é descobrir que tipo de liderança política sairá fortalecida do processo eleitoral.

Nessas projeções, um nome é citado frequentemente como uma das referências: Alexandre Baldy, o ex-titular da Secretaria de Indústria e Comércio que, neste ano, estreia em eleições como candidato a deputado federal pelo PSDB. Tanto marconistas quanto adversários do governador observam que o jovem empresário é favorito para vencer e também para se firmar como figura preponderante no novo cenário.

 Essa leitura se baseia na equipe profissional que Baldy escolheu para estruturar seu trabalho político e também no seu perfil pessoal, que começa a se tornar mais conhecido pela sociedade. Ninguém pode contestar, por exemplo, que o trabalho da SIC, nos anos em que ele a comandou, foi uma das experiências mais bem-sucedidas no governo Marconi.

 O governador e o próprio Baldy não se cansam de repetir seus resultados na campanha: atração de R$ 31 bilhões em investimentos privados, geração de 215 mil empregos e 7 bilhões de dólares em exportações. Um dado mais recente, publicado na sexta-feira, 22, comprova ainda mais esse sucesso: no último trimestre, a economia brasileira encolheu 0,4%, mas Goiás manteve crescimento de 2,5%.

 É certo que governo, sozinho, não produz crescimento econômico, mas é decisivo: incentivos fiscais, desburocratização, capacitação de empreendedores, organização de cadeias produtivas, interlocução com os diversos segmentos e também com investidores externos. Bingo para quem disser que essas foram tarefas que estavam nas mãos de Baldy e sua equipe.

 Se sair vitorioso das eleições, o ex-secretário reunirá todas as condições para ancorar um dos mais fortes projetos de renovação dentro do grupo marconista. Jovem, bem-sucedido na vida empresarial e na gestão pública e com capital eleitoral, Baldy certamente será um polo de atração de forças que já enxergam a política com um outro olhar.

“A economia vai derrotar Dilma Rousseff para presidente”, diz o economista Valdivino Oliveira

[caption id="attachment_13539" align="alignleft" width="300"]Valdivino Oliveira: “Expansão da desindustrialização vai gerar mais desemprego e Dilma pode perder” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Valdivino Oliveira: “Expansão da desindustrialização vai gerar mais desemprego e Dilma pode perder” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O tucano Valdivino Oliveira, candidato a deputado federal, afirma que a economia tende a derrotar a presidente Dilma Rousseff. “O país não cresce, não há consumo suficiente para alavancar a expansão econômica e os empresários não se sentem motivados a investir. A China e a Rússia investem 26% do PIB. O Brasil investe menos de 18%.” Quando diz que a crise deriva de problemas externos, Dilma, embora seja economista, “demonstra desconhecer como funciona efetivamente a economia. A presidente tem de resolver os gargalos internos, como investir com mais qualidade e velocidade na recuperação e expansão da infraestrutura do país. Os portos terão sua capacidade esgotada até 2015, segundo um levantamento. Se é assim, como o empresário brasileiro vai exportar?” A retomada da inflação, afirma Valdivino, é um problema interno. “O Brasil passou o teto da meta de 4 a 6,5%. A inflação está superando 6,5% e está ficando inadministrável. Eu dizia que o país não iria crescer mais de 1,5% em 2014. Agora, os especialistas falam em menos de 1%. Endividado, o brasileiro está consumindo menos. A política cambial e fiscal facilita as importações. E aí se tem a desindustrialização e, consequentemente, desemprego”. Valdivino frisa que a tendência, cada vez maior, é o Brasil exportar menos bens manufaturados. “Para piorar a situação, o governo petista gasta muito e mal.” Por que, apesar da crise nacional, Goiás cresce mais do que a média nacional. “Porque o Estado tem incentivos fiscais. Portanto, atrai empresas e gera empregos. A guerra fiscal, ao contrário do que costumam dizer políticos de São Paulo, gera competitividade, crescimento e desenvolvimento.”

Incentivado a atacar para crescer, Vilmar Rocha prefere fazer uma campanha propositiva

O deputado federal Vilmar Rocha (PSD) é mesmo um político diferenciado. Recomendam, todos os dias, que faça críticas cerradas ao deputado federal Ronaldo Caiado (DEM), seu principal adversário para o Senado. Mas ele se recusa, insistindo que vai fazer, do começo ao fim, uma campanha propositiva. Depois, foram informá-lo que a suplente de deputada federal Marina Sant’Anna iria usar uma gravação na qual ele a elogia e que, como estão em campanha, deveria processá-la. Vilmar recomendou ao seu advo­gado para não processar a petista, candidata ao Senado, e acrescentou que não retirava as palavras. “Eu falo bem mesmo das pessoas”, sintetizou.

Crescimento de Reguffe para o Senado leva Magella a descolar sua imagem da de Agnelo

reguffe

Candidato a senador pelo Distrito Federal, Geraldo Magella (PT) acredita que está em segundo lugar, atrás do favorito José Antônio Reguffe (foto), do PDT, devido à sua associação com o governador Agnelo Queiroz. Como o governo petista é mal avaliado, Magella tende a perder, por isso está descolando sua imagem da do governador. O senador Gim Argello (PTB) é o terceiro colocado.

O deputado federal Reguffe é jornalista e faz uma campanha sem dinheiro, conversando diretamente com os eleitores. Se fosse candidato a governador, seria eleito. Se fosse candidato a deputado, seria reeleito. Ganha até para síndico de edifício no qual moram ministros de Dilma Rousseff. Brasília está apaixonada pelo pedetista, que tem fama de honesto e pé quente.

Candidatos da base governista acusam aliados de fazerem campanha milionária para deputado federal

Há uma guerra declarada na base governista, especialmente na disputa para deputado federal. Um candidato grita: “Você está gastando demais. É absurdo!” O outro retruca: “E você pertence ao quinteto dos mais gastadores”. Sete candidatos a deputado federal, dois da base peemedebista e cinco da base governista, são apontados como autores de campanhas milionárias. Alguns deles admitem que, nesta eleição, quem não gastar muito e bem não será eleito.

“Não há compra de ‘likes’ na campanha de Vanderlan”

Gercyley Batista cartas.qxdÉ com muito respeito que venho fazer uma observação muito importante a cerca da reportagem “Equipes de Iris e Vanderlan podem ter comprado seguidores e curtidas em páginas do Facebook” (Jornal Opção 2041), que contém dois grandes equívocos e que não representam, pelo menos de forma técnica, a informação correta, que, no entendimento do jornalismo, é prioridade para que o público não faça um julgamento errado do que foi apresentado. Eu li a reportagem que, ao seu final, não levou em consideração as explicações oferecidas pela campanha, que foram muito claras e francas. Conforme explicado em carta, respondendo ao e-mail que ofereceu a pergunta, ficou bastante claro que os widgets (aquelas fotos pequenas na barra de tarefas do site do candidato) são pessoas ligadas ou fãs de quem, logado no Facebook, acessou o endereço eletrônico (site). Portanto, esses russos, indianos e quantas mais nacionalidades são da pessoa, ou máquina, que acessou, e não da fan page de Vanderlan Cardoso (PSB). Ou seja, estranho são esses nomes em um “print” de quem supostamente denunciou. Relevo esse erro, em se tratando, hipoteticamente, do jornalista ser leigo no assunto e sugiro um maior aprofundamento na leitura das métricas das redes sociais e da programação de sites, o que o ajudaria muito. Ou se o jornalista foi assessorado, sugiro que informe à fonte que houve um erro crasso nesse caso. Sobre o Facebook e o número de fãs engajados, posso dizer que os especialistas ouvidos erraram profundamente também, talvez por falta de acompanhamento da evolução da ferramenta Facebook, já que, ao mencionar o fato dos poucos mais de 2 mil seguidores ativos há dois graves erros de análise, os quais explicarei abaixo. Páginas “abandonadas” não têm 2 mil seguidores engajados — gostaria até de ler sobre isso e ver onde há algum artigo acadêmico sobre o assunto, pois as referências bibliográficas de que dispomos são contraditórias. Sobre verificar esses engajamentos, creio que não há como o jornalista e o suposto denunciante ver isso de forma completa, pois somente os administradores da página podem ter acesso aos números completos oferecidos pelo Facebook, por senha e login de administrador. É política da empresa que, inclusive, costuma condenar práticas de “farmlikes” [fabricação artificial de curtição de páginas]. Não creio que o jornalista tenha tido uma assessoria que realmente conheça as ferramentas, e me coloco à sua disposição, se julgar necessário, para conhecer como funciona o trabalho das redes digitais do candidato Vanderlan, e que também saiba como nós descobrimos, por exemplo: inflação de “likes” [curtidas] em outras campanhas, que, como já dito em comunicado, “não questionamos por achar o assunto irrelevante, pois a discussão deve ser de alto nível, pautada na intenção com internautas e a apresentação de bom conteúdo”. Encerrando, não há compra de “likes” e esses perfis altamente “fora da realidade Brasil” são, na verdade, resultado do perfil que acessou a página. Sugiro até que avise o denunciante do alto grau de “perfis farmlikes” constante em seu Facebook. Espero ter esclarecido de forma definitiva qualquer equívoco. Gercyley Batista é vice-presidente do PRP em Goiás. Nota da Redação: O sr. Gercyley Batista está enganado duplamente. Primeiro equívoco: o widget do Facebook mostra os amigos em comum que curtiram uma determinada página. Sugerimos que o sr. Batista faça o teste em qualquer site ou jornal que contenha um widget do Facebook — por exemplo, a “Folha de S. Paulo”, “O Estado de S. Paulo” ou o Jornal Opção e, assim, poderá observar que ali aparecerão seus amigos (de Facebook) que curtiram aquela página. Segundo equívoco: no caso específico da fan page de Vanderlan Cardoso, o “print” foi feito deslogado do Facebook, justamente para descobrir quem eram os reais seguidores e não apenas os amigos em comum que curtiram a página. Quanto ao envolvimento com a página, os números estão disponíveis na própria página e podem ser checados por qualquer pessoa.  

“A teoria da mentira explica o caso Bernardo”

Maria Virgílio Carvalho Sobre a reportagem “Morte do garoto Bernardo: quais os limites da crueldade humana?” (Jornal Opção 2038), de Fre­de­rico Vitor, querem saber sua ca­pa­cidade de cometer um crime destes? Pois bem, eu tenho a teoria da mentira. Aquele que gosta de mentir, tapear, quem engana pa­ra tirar proveito facilmente, diante de uma situação em que supõe ser possível faz coisas parecidas, é capaz de fazer isso. As pessoas que têm vergonha de fazer coisas escondidas nunca as farão. Con­clui-se que tem muita gente capaz de fazer estas coisas. E fazem! E-mail: [email protected] • 187.2.199.206  

cartas.qxd“Todo homem tem mais de uma face”

Cristiano Vieira Muito bom o texto “Médici, de ditador mais temido a cidadão impotente” (Jornal Opção 2040), de Elder Dias. Toda história, todo homem, todo fato tem mais de uma face. E nem sempre todas são feias ou bonitas. E-mail: [email protected]  

“Irapuan disse tudo que eu queria ouvir”

José Agostinho Parabéns a Irapuan Costa Junior pelo artigo “7 passos para o “buraco” ideológico”, na coluna “Contraponto” (Jornal Opção 2038). Disse tudo em poucas palavras. Você é o melhor articulista deste jornal, pois disse tudo que eu, como cidadão, quero ouvir, mas poucos têm a coragem de falar. E-mail: [email protected]  

cartas.qxd“Nicolau Sevcenko, um grande brasileiro”

Lorayne Garcia Ueocka Vejo a nota “Brasil perde Nicolau Sevcenko, um discípulo de Sérgio Buarque de Holanda”, na coluna “Imprensa” (Jornal Opção 2041). Senti muito pela morte desse grande professor. Tive aula com ele na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) na década de 80. Realmente era uma figura brilhante na historiografia brasileira. Uma pena ele ter ido tão cedo. Podemos considerá-lo como um dos grandes vultos da história social no Brasil. E-mail: [email protected]  

“Pessoas usam a internet para despejar suas angústias”

[caption id="attachment_13528" align="alignright" width="300"]Eduardo Campos: morte do candidato à Presidência leva leitores à reflexão Eduardo Campos: morte do candidato à Presidência leva leitores à reflexão[/caption] Dulcinea V. Gama Estou encantada com o texto “A morte de Eduardo Campos e o ‘atentado’ das teorias conspiratórias que predominam na internet” (Jornal Opção Online), de Ketllyn Fernandes. Muito bem escrito e totalmente imparcial sobre questões tão delicadas. A preocupação da jornalista é bem procedente quanto ao presente e futuro do que rola pela internet. A questão não é o que aconteceu e com quem aconteceu, mas, sim, esse lixo que aparece na mídia refletindo a alma dos internautas: pessoas infelizes, amarguradas e despreparadas para se manifestar sobre qualquer tema. Ficam despejando suas angústias nas redes, numa terapia coletiva, que é um verdadeiro vale-tudo. Parabéns, porque, hoje em dia raramente eu vejo alguém escrever tão bem. E-mail: [email protected]  

“Um texto muito lúcido”

Edergenio Vieira O texto de Ketllyn Fernandes é primoroso. Poucas vezes li aqui nesse espaço um texto tão lúcido. Sim, é possível ter lucidez em meio ao lado sentimental, pois corpo e mente são um só. Pelo menos, para mim. E-mail: [email protected]  

“Dúvidas sobre improvável atentado serão desfeitas”

Bosco Carvalho Ontem, durante, uma comemoração de aniversário de uma querida amiga, me perguntaram se não havia a possibilidade de que oposicionistas do falecido candidato estivessem por trás da queda do avião que resultou em sua morte. Respondi com as informações de que já dispunha, e mencionei o fato de que a aeronave já havia passado por uma pane dias atrás em Curitiba. Pelos relatos atuais, com a divulgação da gravação de um dos pilotos do jatinho ao afirmar que a visibilidade estava baixa e que iria tentar uma manobra para tentar uma nova aterrissagem em Santos, todas as dúvidas com relação a improvável atentado devem ficar definitivamente desfeitas. Entre as inúmeras manifestações abomináveis que circulam na internet para desejar a morte de quem quer que seja, a mais falsa delas refere-se à data da promulgação do Decreto-Lei 12.970 [sobre restrição de acesso aos destroços em acidentes aéreos], promulgado em 9 de maio de 2014, e não no presente mês de agosto, como pode ser lido no site da Presidência da República. E-mail: [email protected]  

“São ‘estórias’, não histórias”

Moacir Romeiro Quem cria essas estórias não possui nem um pouco de criatividade. São estórias, e não histórias, muito ridículas. E-mail: [email protected]  

“Nosso lado escuro está além da conta”

Marcelo Luiz Correa Essas afirmações irrefletidas, maldosas e irresponsáveis quando acontecem tragédias são típicas da alma de pessoas superficiais, mas a reação às mesmas, caso sejam ampliadas e de divulgação excessiva, mostram duas coisas: o lado escuro do ser humano está aumentado além da conta e a credibilidade de quem nos representa está na faixa vermelha. Ou seja, tanto escolhemos mal nas urnas quanto a fórmula de escolha dos representantes é capenga e carrega distorções graves. E-mail: [email protected]  

“Não se respeita nem a morte de um ser humano”

Maria Carolina Amaral Apoio total à jornalista Ketllyn Fernandes e ao jornal sobre a questão da repercussão da morte de Eduardo Campos. Não se respeita mais nem a morte de um ser humano; nem a dor dos parentes e amigos e de outros seres humanos; os quais nada se sentem bem ao ter notícia de uma tragédia como esta que vitimou o candidato Eduardo Campos e mais outras pessoas que têm família, amigos etc. Lamentavelmente temos de ouvir e ler especulações e ofensas desumanas. Esquecem-se de que, antes de serem políticos, são pessoas, humanos e sentem dor, saudades, tristezas e mais; há seis pessoas envolvidas que também deixaram entes queridos sofrendo pelo filho, marido, mãe, pai, irmão... êta, povo que fala! E-mail: [email protected]  

“Morte de Eduardo em nada beneficia Dilma ou Aécio”

Antonio Alves Tipos individuais que se prestam a publicar comentários dessa natureza só mostram a falta de capacidade racional. A morte de Eduardo Campos em nada beneficia Dilma Rousseff ou Aécio Neves. Ou melhor, ambos perderam um possível aliado no segundo turno e ganharam um provável adversário capaz de tirar um deles da disputa e ganhar a eleição do outro. Campos era um político com ideias comuns a tantos outros por aí: prometia multiplicar por dez o investimento em segurança e implantar a educação de tempo integral, ideias para quem quer ganhar eleições e distantes da nossa realidade. E-mail: [email protected]  

“Clima de emoção amealhará votos para Marina”

Gilberto Santel Quem votou em Marina Silva em 2010, evidentemente votará nela novamente. Com o natural desgaste do PT, pelo longo tempo no poder, e Aécio Neves (PSDB) tisnado pelas denúncias recentes da construção de um aeroporto em propriedade de parentes, os votos do eleitorado nordestino, que eram de Eduardo Campos, claro que vão se transferir para Marina — além de ela ser uma candidata considerada íntegra, corajosa e, sobretudo, ética. Penso que os descontentes com o PT e que não votariam nem no Aécio nem no Eduardo Campos vão votar nela. Sem contar o clima de comoção, que é inegável e deve contribuir para amealhar votos em favor dela. O brasileiro é um ser muito emotivo. A morte trágica de Eduardo Campos, sem hipocrisia, será “explorada” nesta eleição. De que maneira, só o tempo dirá. E-mail: [email protected]

Redes sociais ampliam campanha de Marconi Perillo, que cresce em Goiânia

marconi perillo pesquisa agosto 2

Sem campanha de rua e propaganda eleitoral na TV e rádio, o governador Marconi Perillo usou outro artifício para ganhar espaço em Goiânia e reduzir a diferença para o rival Iris Rezende: as redes sociais. O trabalho nas redes de Marconi e a força da militância digital propagam as obras e benefícios realizados pelo governo estadual na Capital, como a reforma do Autódromo, a duplicação da GO-120, os viadutos, a conclusão do estádio Olímpico e Centro de Excelência, entre outros.

Por tabela, as redes sociais ainda atraem para o lado marconista o eleitor jovem, que domina o ambiente da internet. Marconi está presente e dialoga com facilidade em todas as plataformas (Facebook, Twitter e Instagram). Além disso, conseguiu entrar na mais nova moda dos smart phones; o WhatsApp. O comitê virtual criado pela estudante Larissa Paiva repercutiu, ganhou corpo e hoje está consolidado entre os jovens.

As estratégias deram certo e a prova está na pesquisa Serpes. O último levantamento mostrou que Marconi reduziu pela metade a diferença para Iris em Goiânia. O governador também lidera na faixa etária entre 16 e 24 anos: 35,8% contra 22,6% de Iris Rezende. Não se pode esquecer que o peemedebista tem outro entrave: a gestão conturbada de Paulo Garcia na Prefeitura de Goiânia.

Iris foi quem fez Paulo prefeito e as graves crises na gestão petista respingam no candidato do PMDB. Tanto que Iris nem fala em Paulo Garcia, assim como Antônio Gomide, que é do mesmo partido do prefeito da Capital.

Iris deve disputar Prefeitura de Goiânia em 2016 e Ana Paula deve ser candidata em Senador Canedo

Em off, peemedebistas admitem que Iris Rezende tem dois projetos para 2016: disputar a Prefeitura de Goiânia e lançar sua filha, Ana Paula, para prefeita de Senador Canedo. Iris Rezende estaria disposto a disputar a prefeitura mesmo sem o apoio do prefeito Paulo Garcia (PT). Uma coisa é certa: dificilmente, se candidato, será derrotado. O decano da política de Goiás permanece forte na capital.