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Na pesquisa encomendada pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), realizada pela empresa Vetor, o candidato a governador Marcelo Miranda (PMDB) aparece com 48% das intenções de voto, contra 34% de seu principal adversário, governador Sandoval Cardoso (SD). Uma vantagem, portanto, de 14%.
Foram entrevistados mil eleitores, distribuídos em 39 municípios do Estado, entre os dias 20 e 22 de setembro de 2014. A Vetor assegura que a margem de erro é de 3,1% para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TER) sob o número 00035/2014.
No quesito rejeição, Miranda aparece com 19% dos eleitores consultados e Sandoval com 20%. Os menos rejeitados, porém menos conhecidos, foram Luiz Cláudio (PRTB), Eula Angelin e Carlos Potengy, todos com 5%.
Senador
Para o Senado, a candidata Kátia Abreu (PMDB), que tenta a reeleição, continua também na dianteira, com 44% das intenções de voto, seguida de Eduardo Gomes (SD), com 19%, e Sargento Aragão (Pros), com 10%.O governador e candidato à reeleição Sandoval Cardoso (SD) foi infeliz ao criticar o seu adversário Marcelo Miranda (PMDB), quando este falou que vai exonerar todos os servidores comissionados da administração. Primeiro, admitiu num ato falho, que Miranda será eleito; e, segundo, que em toda mudança de mandato, no novo chefe do Executivo, por força da lei, tem que encerrar todos os contratos especiais e também goza do privilégio de nomear os seus assessores de confiança. Isso é praxe na administração pública. Pode até ser que ele aproveite alguns servidores técnicos de carreira a sua gestão. “Eu vou fazer uma mudança radical. Todos os servidores comissionados terão que entregar os cargos, eu quero receber o Estado sem pessoas em cargos em comissão”, disse Miranda na entrevista que concedeu ao Jornal do Tocantins, na semana passada.
No encontro com a classe artística, Marcelo Miranda quetionou o fato do atual governo ter desmontado a Secretaria Estadual da Cultura e a Fundação Cultural, além de abandonar todos os projetos do setor, a começar por não honrar os compromissos de aplicação do Fundo Estadual de Cultura, uma lei criada quando da sua administração. O candidato relembrou as bibliotecas que instalou em sua administração, bem como as reformas que fez em parceria com a Funarte em vários espaços culturais e, de forma especial, citou o projeto Brasil-França, em que pôde levar vários artistas do Estado para que se apresentassem em Paris. Marcelo Miranda também adiantou que vai voltar com o Salão do Livro e criar um canal permanente de diálogo com artistas e produtores culturais.
A senadora Kátia Abreu assegura aos eleitores tocantinenses que o tempo de perseguição e incompetência está no fim, e que vai ajudar o governador Marcelo Miranda a criar projetos que vão resgatar a cidadania do povo do Tocantins, com um governo disponibilizando saúde de qualidade, educação de tempo integral, com cursos técnicos e uma gestão compartilhada e valorizando a vocação agropecuária do município e de toda região. “Este atual, governo criado através de um golpe de Estado, com renúncias que deixaram revoltados todos os tocantinenses, está prestes a ter fim, e vamos começar um novo tempo”, apregoa Kátia Abreu.
No balanço que faz de sua atuação parlamentar pelo interior do Tocantins, durante contatos com a população e lideranças regionais, Kátia Abreu cita que conseguiu junto à presidente Dilma recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de cinco hospitais no Estado, o de Araguatins, de Augustinópolis, de Araguaína e de Palmas, e lamenta que até agora as obras não tiveram início por absoluta incompetência e má vontade do governo.
A senadora e candidata à reeleição Kátia Abreu (PMDB) defende que para o Tocantins se tornar o Estado da logística – e tem potencial para isso – precisa lutar para construir todas as rodovias e pontes que fazem a integração regional. A Senadora frisa que o Tocantins se destaca em nível nacional como a última fronteira agrícola do mundo e que as obras de infraestrutura são indispensáveis, pois são fatores de incremento à produção e redução dos custos.
Os motoristas do Estado podem entrar em greve, caso o governo não apresente uma solução definitiva para o pagamento das diárias atrasadas, nesta segunda-feira, 29. “Caso não haja uma solução até aquela data, os motoristas ameaçam cruzar os braços até que todas as diárias atrasadas sejam pagas”, afirma.
Com uma postura eminentemente eleitoreira, só agora no final da campanha eleitoral, Sandoval Cardoso vem dizendo que pretende fazer ajustes na máquina administrativa, incentivando os servidores para que o Estado possa aumentar sua arrecadação. Por que não tentou fazer isso antes, quando assumiu o governo numa eleição indireta? À época, o próprio Sandoval admitiu que a administração não estava bem.
O deputado Sargento Aragão (PROS), candidato ao Senado, vem defendendo o fortalecimento dos municípios num novo pacto federativo. Aragão destaca que é preciso descentralizar as verbas da União e critica a falta de um pacto federativo que beneficie as comunidades e não o poder central.
O governador e candidato à reeleição Sandoval Cardoso pisou na bola mais uma vez. Em um debate na TVE, emissora oficial afiliada da TV Cultura, na semana passada, disse que a candidata a governadora Eula Angelin (Psol) é “laranja” e está a serviço da candidatura de Marcelo Miranda. Eula pediu provas disso e deixou o governador em maus lençóis. “Sintoma de desespero. Estou tomando medidas eleitorais possíveis, porque ele não teve ética. Se eu não fiz pergunta ao Marcelo Miranda é porque ele não compareceu ao debate. Não cabia o governador ter atacado somente a mim”, disse a candidata do Psol.
O candidato a governador Marcelo Miranda (PMDB) assinou um compromisso que, dentre outras coisas, prevê a recriação da Secretaria Estadual da Cultura, a real aplicação dos recursos do Fundo Estadual da Cultura, durante recente encontro com a classe artística do Estado. Miranda defendeu uma maior participação da sociedade civil no Conselho Estadual de Cultura e o respeito à política de editais de cultura como forma de democratizar e dar transparência ao financiamento público de projetos no setor.
A senadora Kátia Abreu informou que só do Prodoeste, (Programa de Desenvolvimento do Sudoeste do Tocantins), o Estado está perdendo 160 milhões de Dólares. “Só por causa de uma contrapartida, que existe em qualquer parceria pública, o nosso povo do está perdendo um dos maiores programa de agricultura irrigada do mundo, conquistado por todos nós com sacrifício”, disse.
Durante sessão ordinária de terça-feira, 23, na Assembleia Legislativa, o deputado Stalin Bucar (SD) chamou o senador e candidato a governador Ataídes Oliveira (Pros) de moleque. Isso porque o senador havia criticado os deputados durante debate na TVE, no dia anterior. Ataídes havia acusado o governo do Estado, durante a gestão do ex-governador Siqueira Campos (PSDB), de desviar dinheiro do Igeprev para pagar mensalão aos deputados tocantinenses, visando garantir a eleição indireta de Sandoval Cardoso. “Um sujeito desses (Ataídes) que está eleito senador porque passou na porta do cemitério, não teve voto, fica falando do Siqueira, cuspindo no prato que comeu. Vem num debate em público acusar todos os parlamentares. Quando fazemos uma denúncia, nós dizemos quem é. Esse senador é um moleque, é um adjetivo que encaixa bem nele”, revidou Stalin Bucar.
Tanto o candidato a governador Marcelo Miranda quanto a senadora e candidata à reeleição Kátia Abreu, ambos do PMDB, sustentam que o Estado do Tocantins está perdendo milhões de dólares em recursos nacionais e internacionais por causa da má gestão administrativa, financeira e política da gestão atual e da anterior. Segundo os candidatos, o prejuízo é muito maior do que a população pode imaginar. Marcelo Miranda afirmou que só em recursos oriundos de emendas parlamentares da senadora Kátia Abreu foram mais de R$ 500 milhões. "Se esses recursos tivessem sido aplicados, a população de Araguaína, Gurupi e Araguatins teria uma história diferente para contar da saúde, pois esse dinheiro conquistado pela senadora, junto à presidente Dilma, era pra construir, ampliar, equipar os seus respectivos hospitais regionais", disse Marcelo.
A “Veja” publica uma reportagem exclusiva revelando que o porão dos governos do PT é mais sujo do que se imaginava. Na capa, a revista posta o título: “Exclusivo — O núcleo atômico da delação”. Acrescentando a informação: “Paulo Roberto Costa diz à Polícia Federal que em 2010 a campanha de Dilma Rousseff pediu dinheiro ao esquema de corrupção da Petrobrás”.
Os depoimentos de Paulo Roberto Costa, como ele prometeu, pode mesmo derrubar a República, ainda que seja feita a eleição. Até agora, a presidente Dilma Rousseff “passeava” incólume, mas as denúncias começam a colar na petista, que, breve, pode deixar de ser teflon.

