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Integrante da Juventude do PSD, Matheus Vasconcelos deve disputar mandato de vereador em Cristalina

matheus-vasconcelos Ex-vice-presidente da Juventude do PSD de Goiás, Matheus Vasconcelos deve ser candidato a vereador em Cristalina. Matheus Vasconcelos significa uma renovação política no município do Entorno do Distrito Federal. O jovem é ligado ao presidente regional do PSD, Vilmar Rocha

PSDB deve bancar João Fachinello para prefeito de Cristalina. Vice pode sair dos quadros do PSD

[caption id="attachment_44906" align="aligncenter" width="620"]Foto: reprodução / Facebook Foto: reprodução / Facebook[/caption] O PSDB deve bancar João Fachinello — vice do desgastado prefeito Luiz Carlos Attié (PSD) — para a disputa da Prefeitura de Cristalina, em 2016. Seu vice deve sair dos quadros do PSD. Os nomes cotados são: Matheus Vasconcelos, os vereadores José Orlando (PSD) e Lúcia Salles (PSC) e os secretários Maks Wilson, Rosi Attié e Valter Tomaz. Como João Fachinello é apontado como um candidato fraco — Daniel do Sindicato pode superá-lo —, integrantes do PSD avaliam lançar candidato a prefeito. Até para fortalecer o projeto do presidente regional do partido, Vilmar Rocha, que pretende disputar mandato de senador em 2018.

PSD tem nomes fortes para disputar a Prefeitura de Cristalina

O PSD tem dois nomes tidos como fortes para a Prefeitura de Cristalina: o vereador José Orlando e o secretário de Saúde, Maks Wilson (que vai se filiar ao partido). O PSDB aposta que, ao final das articulações, o PSD vai lançar o vice de seu candidato.

“Cristianizado” por Daniel Vilela, Júnior Friboi não deve mais voltar para o PMDB

É quase certo que o empresário Júnior Friboi não volta mais para o PMDB. O deputado federal Daniel Vilela não vai sacrificar sua carreira política para bancá-lo no partido. Em troca do aval de Iris Rezende para se tornar presidente do PMDB de Goiás, Daniel Vilela decidiu que, a partir de agora, vai ignorar Júnior Friboi. Percebendo que nenhuma facção do PMDB o defende, Júnior Friboi está cada vez mais próximo da base do governador Marconi Perillo, embora tenha dito a alguns interlocutores que quer se manter independente em relação aos poderosos da política de Goiás. Ele quer cavar um espaço próprio. Por isso pode se filiar ao Pros ou mesmo ao PTN.

Ernesto Roller lidera em Formosa, segundo aliados. Caroço teme ser devorado pela criatura

[caption id="attachment_36815" align="aligncenter" width="620"]Foto: Carlos Costa Roller deve deixar a Alego | Foto: Carlos Costa[/caption] Pesquisas indicam que o deputado estadual Ernesto Roller, do PMDB, voa em céu de brigadeiro em Formosa. Ele lidera com folga. O único político que se aproxima dele é Tião Caroço, que, se conseguir a aposentadoria no Tribunal de Contas dos Municípios, pode disputar a prefeitura. Caroço confessou a pelo menos dois conselheiros que teme enfrentar Roller. Porque, se perder, ficará desmoralizado; o criador terá sido devorado pela criatura. Perguntado por aliados a respeito da questiúncula, Roller não mostra nenhum interesse. Mas, sim, gostaria de derrotar Tião Caroço — a língua mais viperina da política de Goiás.

“Existe um movimento artístico independente que cresce cada vez mais no Brasil”

[caption id="attachment_44669" align="alignleft" width="620"]Por telefone, um dos vocalistas da banda, Gabriel Vaz, contou sobre a banda, de como se formou, de seu som e também do primeiro álbum, o “Quebra Azul” | Divulgação Por telefone, um dos vocalistas da banda, Gabriel Vaz, contou sobre a banda, de como se formou, de seu som e também do primeiro álbum, o “Quebra Azul” | Divulgação[/caption] “Minha casa é simples/Mas é forte todavia Chove todo dia/Uma calma solidão Vento que arranca/dos varais uma lembrança Tudo que me alcança/Era sonho, agora, não Ninguém nunca vê a minha casa/Ninguém nunca entra Onda que me lança/Nunca quebra, só avança Faz da dor bonança/Soa o sino, agora, sim” Baleia Yago Rodrigues Alvim Cantam assim os primeiros versinhos pelos quais me apaixonei: “Máqui­na de escrever/Boneca velha lembra a plástica/De remendar, colar o braço do jiraiya”. E mais o refrão, que pedia: “Me desculpe essa dor do encanto/Pois encanto é alucinação/Trocaria figuras colantes por comandos em ação/Que me calem com um bombardeio”. Se não a ti, a mim me lembrava da infância de datilografar em tinta vermelha e salvar Power Rangers, deixando os em hospitais, salvando os com chaves philips ou de fenda do caixa de ferramentas do pai. Ainda que amarelada de início, a paixão foi ficando cada vez mais azulada, enquanto descobria a infinidade das letras e arranjos de “Quebra Azul”. Baleia me pegou de vez. Piscou também para mim. Na sexta, 4, o grupo apresentaria toda sua maré musical nos palcos do Festival Vaca Amarela. Gabriel Vaz, que batuca percussões, arranha violões e cuida de estabilizadores, e junto da irmã, Sofia Vaz, assume os vocais, me contou da banda. Contou de Cairê Rego e seu baixo, de David Rosenblit com suas teclas em preto e branco, das guitarras e violinos de Felipe Ventura, dos pratos e baquetas de João Pessanha. Gabriel Vaz me contou de Baleia. Conheci Baleia recentemente e me apaixonei muito pelas canções e letras. Primeiro, pergunto sobre vocês. Baleia é um coletivo; como é isso? E quando e como a banda começou, já que “Quebra Azul”, o primeiro álbum, é de 2013? Como tem sido a jornada desde então? Nós começamos um pouco informais, uma brincadeira entre amigos. Éramos músicos órfãos de banda e começamos algumas versões de música sem pretensão alguma. Tocávamos em festa de amigos, estas coisas. E, aos poucos, despertamos que cada um tinha influências muito interessantes, cada um conseguia colocar uma personalidade legal nas músicas e, assim, começamos a criar um material autoral. Foi isso, fomos descobrindo as músicas que queríamos fazer ao longo dos primeiros anos de banda, que culminou, em 2013, no “Quebra Azul”. A questão do coletivo é por não ter uma liderança, cada um tem seus pontos fortes, todos influem em todos os aspectos. Cada um toca um instrumento e, mesmo assim, todos acabam metendo a mão no trabalho de todos e não tem muito aquela coisa da individualidade. Vocês, então, eram músicos órfãos de banda e trazem influências que são muito interessantes. Quais são as influências de Baleia? E, quanto à questão de músicos, fale um pouco mais da instrumentalidade que marca muito a banda, que tem um som orquestral e, ao mesmo tempo, pop e rock. Como é isso? A banda, como um todo, tem um gosto sem amarras. Nós gostamos tanto de Beyoncé quanto de Radiohead. Tem os dois lados. Conseguimos reconhecer ambos os universos. Gostamos muito de fazer uma música pop, de ter uma linguagem pop e também gostamos muito de experimentar e explorar novos caminhos, de forçar os limites dos gêneros, porque é aí que você consegue fazer uma coisa nova, reconstruir uma coisa nova e que, ainda assim, comunica. Vai seguindo essa linha; nós não temos certeza de caminho nenhum. Nós gostamos de fazer música bonita e que, ao mesmo tempo, instigue e mobilize. Uma música que provoca e que não deixe de ser acessível e ser humana, para que possamos dividir com todos. “Quebra Azul”, o álbum de estreia do Baleia. Pode falar um pouquinho sobre ele? Claro, o “Quebra Azul” é uma combinação da exploração de grupo, que começamos a fazer desde o início da banda. Nós não sabíamos muito o quê iriamos fazer, que rumo iriamos tomar; nós estávamos apenas fazendo as músicas, que se diferem muito em estilos, de certa forma, e, ao mesmo tempo, estão amarradas por algum tipo de proposta que eu não sei explicar exatamente. Nós buscamos uma coisa que seja nossa, genuína. Então, “Quebra Azul” acabou sendo um disco meio desamarrado de um gênero específico e que tem uma explosão, algo de atirar para todo lado, que tem o que nós gostamos, dos caminhos diversos, de juntar os gêneros. É um disco que, no final das contas, nos ajudou muito a entender o caminho que queremos tomar e que ditou muito o lugar para onde estamos evoluindo, agora, no segundo disco. O segundo disco, que lançaremos provavelmente em novembro, é um “Quebra Azul” mais seguro, porque nós estamos mais seguros, mais com os pés no chão. É um disco mais sólido e confiante. Ainda não tem nome (sorri). Estamos tentando descobrir. Como foi gravá-lo ao vivo no Maravilha8? O ao vivo foi uma experiência muito legal, pois as músicas adquiriam uma roupagem muito diferente do álbum em estúdio, que foi gravado na Biscoito Fino. Nós queríamos registrar essa dimensão das músicas, pois nós gostamos muito do resultado; ficou mais rock, mais pesado e, assim, muito interessante. Muita gente não tem a oportunidade de ir a um show nosso e nós queríamos gravar, de uma forma legal, a experiência do show para as pessoas, também, verem esse outro lado da banda, que é diferente. Baleia ao vivo é bem diferente do que é Baleia em estúdio. Como que nascem as letras que parecem dizer de tantos lugares, de tantas coisas diferentes? A letra da música “Jiraiya”, por exemplo, quem escreveu foi o Cairê. O nome vem do desenho japonês, do super-herói. Eu e a minha irmã escrevemos a maior parte das letras, mas elas nascem de todos da banda. “Sangue do Paraguai” é do baterista. Com as letras, nós fomos criando um universo da banda. Nós não costumamos fazer letras muito diretas, sobre coisas cotidianas; estamos sempre explorando coisas mais poéticas e filosóficas. Nós gostamos de falar de coisas maiores e não sobre “Quando você me deixou/E não sei o quê” (sorri). Baleia vem pelo Vaca Amarela, na sua primeira apresentação em Goiânia. Qual o valor, a importância dos festivais de música independente para vocês? Para nós, é o melhor ambiente para apresentar o nosso trabalho, principalmente em festivais como o Vaca Amarela. Nós percebemos que existe uma força tão grande, um movimento artístico, que está crescendo cada vez mais no Brasil, no meio independente. Tem gente que propõe saídas para a música brasileira, que está estagnada. Festivais assim são os melhores, pois junta público de todas as bandas e as bandas trocam entre esses públicos e os públicos entre si e as bandas também trocam entre si. E, assim, começamos a construir este cenário tão importante, que é o cenário da música independente brasileira. Não é um mercado grande, mas é um mercado médio e que existe fortemente nos Estados Unidos e na Europa. Aqui, ainda é um pouco frágil. Portanto, os festivais são um presente para nós. Eles são o lugar onde queremos estar, onde queremos fazer o nosso melhor.

Judson Lourenço pode até não se filiar ao PSDB ou ao PSD mas sente-se muito bem na base governista

[caption id="attachment_44704" align="aligncenter" width="620"]Marconi e o prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço Marconi e o prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço | Foto: Walter Alves[/caption] Em recente encontro com integrantes da base do governador Marconi Perillo, no Sudoeste goiano, o prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço, estava tão à vontade que muitos integrantes do PSDB e do PSD ficaram com a impressão de que o peemedebista está pensando em trocar de partido. Se deixar o PMDB, Judson Lourenço possivelmente terá o apoio do governador Marconi Perillo para disputar com o candidato do ex-governador Alcides Rodrigues, talvez um filho que é médico.

Microficção: como a internet tem modificado a literatura

A revista portuguesa Forma Breve reavivou, recentemente, o tema e seus subgêneros: short story, vignette e tuiteratura

Bruno Rocha Lima é o editor mais gabaritado da coluna Giro, de O Popular?

O jornalista Bruno Rocha Lima, assessor do deputado federal Daniel Vilela, é o mais qualificado editor da coluna “Giro”, de “O Popular”? Assim como há ensino a distância, Bruno Rocha Lima estaria editando a coluna a partir do gabinete de Daniel Vilela? Na verdade, não é bem assim. O editor de fato da coluna é Jarbas Rodrigues Jr., um profissional gabaritado e qualificado. Bruno Rocha Lima é apenas seu amigo e uma fonte qualificada.

Jânio Darrot recuperou as finanças da prefeitura e agora é só correr para o abraço da “torcida”

[caption id="attachment_44301" align="aligncenter" width="620"]Prefeito Jânio Darrot durante entrega de asfalto. Sonho antigo dos setores | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção  Prefeito Jânio Darrot durante entrega de asfalto. Sonho antigo dos setores | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção[/caption] O prefeito de Trindade, Jânio Darrot, do PSDB, com seu jeito discreto e sensato, não faz alarde, mas, com uma gestão firme, conseguiu organizar as finanças municipais (solapadas pelo Átila da cidade, o ex-prefeito Ricardo Fortunato). Os eleitores de Trindade compreenderam que, inicialmente, não havia muito o que fazer — exceto recuperar a máquina pública. Agora, Jânio Darrot está deslanchando, as obras estão aparecendo e a população comemora ter votado num prefeito sério e gestor competente. Jânio Darrot é uma das grandes apostas do governador Marconi Perillo e, também, da Igreja Católica. Tanto pela competência administrativa quanto pela lisura pessoal e pelo humanismo. Tende a ser reeleito.

Jovair Arantes deve pleitear a suplência de Marconi Perillo, em 2018, na disputa para o Senado

O deputado federal Jovair Arantes, do PTB, trabalha, em tempo integral, no e fora dos bastidores, para ser o suplente de senador do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, em 2018. O deputado estadual Henrique Arantes, filho de Jovair Arantes, deve disputar mandato de deputado federal em 2018.

2018 vai assistir uma guerra de foice no escuro para a suplência do candidato ao Senado Marconi Perillo

Haverá uma verdadeira briga de foice no escuro pela suplência de Marconi Perillo (PSDB). Consta que o senador Wilder Morais (PP) sustenta que vai disputar a reeleição, daí sua filiação ao PP, mas que, na verdade, quer mesmo é ser suplente do tucano-chefe.

Se Vanderlan Cardoso for eleito em Goiânia, ninguém segura Lúcia Vânia para o Senado

[caption id="attachment_32481" align="aligncenter" width="620"]Vanderlan Cardoso e Lúcia Vânia: estruturando o PSB em Goiás / Foto: Facebook Vanderlan Cardoso e Lúcia Vânia: 2016 e 2018 / Foto: Facebook[/caption] Se Vanderlan Cardoso for eleito prefeito de Goiânia, Lúcia Vânia praticamente “ganha” a vaga para disputar mandato de senadora em 2018, ao lado de Marconi Perillo. Se o candidato do PSB perder, a senadora fica um pouco mais fraca, mas, ainda assim, terá um partido sob seu controle, o que, se quiser, garante-lhe a possibilidade de disputar a reeleição.

Wilder Morais tem muito dinheiro. Mas isto não é tudo numa campanha majoritária

Wilder Morais tem muito dinheiro — sobrando para aventuras eleitorais —, mas, em campanhas majoritárias, dinheiro não é tudo. Eleitoralmente, o senador do PP é mais pesado do que um Boeing. E vai enfrentar dois candidatos duríssimos e experimentados: Marconi Perillo, do PSDB, e a senadora Lúcia Vânia, do PSB.

Se Lúcia Vânia for candidata a prefeita, se Vanderlan desistir, pode agregar base de Marconi

O empresário Vanderlan Cardoso garante que será candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB. Mas Lúcia Vânia pode substitui-lo, sobretudo se Jayme Rincón, do PSDB, não for candidato. Acredita-se que a senadora pode aglutinar a base, o que não ocorre com o ex-prefeito de Senador Canedo.