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Na obra, Estevão Azevedo engendra o embate de uma personagem contra a própria existência literária
A batalha entre os sunitas da Arábia Saudita e os xiitas já dura 13 séculos e parece que não vai acabar nunca
Imóveis do ex-prefeito, como apartamento e lotes, foram informados com preços muito diferentes do da avaliação de compra e venda praticada pelo mercado
Problemas documentais na candidatura do vice Miguel Marrula (DEM) acarretou na decisão judicial, mas Canedo garante que campanha continua normalmente
Vanderlan Cardoso, Adriana Accorsi e Francisco Júnior representam o novo consistente. Por que então insistir com Iris Rezende, o político que, como prefeito, sempre pôs a prefeitura à disposição das construtoras?
Marqueteiro diz que propostas do candidato do PSB têm sido o diferencial da campanha e o principal motivo de sua crescente aceitação junto à população de Goiânia
A sexualidade do jornalista Mateus Júnior não está em debate, mas sim a brutalidade de determinados seres humanos e a imprudência dos que, mesmo maduros, acreditam que nada vai lhes acontecer
Despesas com alimentação e lavanderia são de responsabilidade da primeira-família. Laura Bush teve de pagar hora extra do próprio bolso para funcionários que organizaram aniversário para seu marido
Ao descobrir o caso do marido com Monica Lewinsky, a ex-primeira-dama atacou com um livro
Ao contrário do filme americano, o filme explora mais detalhadamente o grande romance sobre a invasão napoleônica na Rússia
"Guerra e Paz” é um dos maiores, senão o maior, romance russo. Vladimir Nabokov considerava Púchkin e Liev Tolstói os escritores essenciais da Rússia. O livro de Tolstói deixou os historiadores, mais do que os críticos literários, desconcertados. Porque, assim como Balzac fez na França, mostrou uma compreensão esplêndida dos fatos (há equívocos, por certo, mas o autor escreveu quase em cima dos acontecimentos). Hollywood levou a obra ao cinema, com título homônimo, sob direção de King Vidor, e com Henry Fonda e Audrey Hepburn. Se não é ruim, não é bom. Belo plasticamente, é uma visão edulcorada e redutora da história. Para a sorte dos brasileiros, a história da invasão napoleônica na Rússia, em 1812, tendo como contrahistória a relação de Natasha e Andrei, foi levada ao cinema pelos próprios russos, grandiosos e grandiloquentes, como sempre (e como nós, brasileiros — os russos dos trópicos, ainda que mais malemolentes). “Guerra e Paz”, dirigido por Sergey Bondarchuk, foi lançado no fim da década de 1960 (recebeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1968), mas saiu no Brasil há pouco tempo. Elenco: Lyudmila Saveleva, Sergey Bondarchuk e Vyacheslav Tikhonov.Com 402 minutos, em três discos, é um portento. Quase tão detalhado quanto o romance. O filme pode ser adquirido nas principais livrarias brasileiras, como a Cultura. Custa R$ 79,90. A Amazon é a única livraria que está comercializando a excelente tradução do livro feita por Rubens Figueiredo e publicada pela Cosac Naify. Custa R$ 99,90.
Servidora que participou de ensaio fotográfico foi exonerada na sexta-feira (2)
Delegação asiática tem interesse em ampliar relações comerciais e estabelecer negócios no setor agrícola
Apesar de pedidos de impugnação do registro do petebista, TRE-GO entendeu que ex-prefeito não tem qualquer impedimento para disputar as eleições deste ano
Apresentador está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Em nota, ele afirma estar bem e adianta que, muito em breve, voltará à sua rotina
Mostra especial é composta apenas por curta-metragens produzidos por realizadores negros; curadoria é assinada pela cineasta Flávia Cândida

