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A “Exame” pôs Joesley Batista na capa, com um título explosivo: “A verdadeira história de um campeão nacional”. A revista conta que a JBS tem 11 bilhões de reais em caixa, mas deve 18 bilhões. O vencimento da dívida se dará nos próximos 12 meses, e os bancos, como Banco do Brasil e Itaú, não querem renegociá-la, temendo um calote.
A crise da JBS é tão gigante que, contrariando seu padrão, “as compras de boi foram reduzidas”. A revista frisa que a empresa “passou a pagar com prazo de 30 dias”.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Carlesse (PHS), vai propor ao Governo do Estado do Tocantins que os R$ 50 milhões previstos para a construção do anexo da Assembleia sejam destinados aos municípios tocantinenses, em áreas prioritárias. A verba faz parte dos pedidos de empréstimo do Executivo junto à Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, que somam R$ 600 milhões. Para Carlesse, a construção do anexo da Assembleia é importante, mas não é prioridade neste momento. “Entendemos que, em função da grave crise econômica que assola nosso Estado, o povo tocantinense está carente de tudo: saúde, segurança pública, educação, estradas, pontes. Diante desse cenário, vamos propor aos deputados a divisão dessa verba – de forma igualitária – entre todos os municípios”, explicou. A ideia é que os recursos sejam investidos conforme decisão conjunta de prefeitos, técnicos do governo, vereadores e deputados estaduais, em suas respectivas regiões. O presidente da Assembleia disse ainda que os recursos vão beneficiar diretamente a população, tanto pela obra contemplada, quanto pelo aquecimento da economia. “De certa forma, isso representa distribuição de renda e beneficia o povo do nosso Estado, que é quem vai pagar a conta”, concluiu.
A Promotoria de Justiça de Axixá, ajuizou na quarta-feira, 7, Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa em desfavor do ex-prefeito de Axixá do Tocantins, o advogado Auri-Wulange Ribeiro Jorge (PSB), à época no PSC. A acusação é que o ex-gestor teria ferido a legislação eleitoral ao convocar, nomear e dar posse, em período vedado por lei, aos candidatos aprovados em concurso público. De acordo com a ação, Auri-Wulange chegou a receber recomendação expedida pelo Ministério Público, em novembro de 2016, para que se abstivesse de dar posse aos aprovados. A recomendação foi totalmente ignorada pelo gestor, tendo nomeado, no dia 12 de dezembro, no apagar das luzes do mandato de prefeito – cargo para o qual não foi reeleito – todos os aprovados, inclusive aqueles do cadastro de reserva. Ao desconsiderar a recomendação que alertava sobre as implicações dos atos ilegais, o gestor agiu com desprezo às regras. “Não se trata de mera conduta ilegal de gestor, mas de atitude dolosa no sentido de não observar as leis a que está sujeito, mesmo tendo recurso para fazê-lo e ciente da ilegalidade de não cumpri-las”, enfatizou o promotor de Justiça, Elizon de Sousa Medrado.
O monitoramento e a fiscalização de cargas e documentação das mercadorias que circulam nas estradas tocantinenses estarão mais rigorosos a partir deste mês, com a finalidade de combater a sonegação fiscal. O rigor da fiscalização é necessário e está reforçado em todo território tocantinense, principalmente nas áreas de divisas com outros Estados. A intenção é cumprir a lei, fazendo com que toda mercadoria que circule pelo Estado, seja nas entradas ou saídas, esteja completamente documentada. “A fiscalização estadual está mais acirrada para combater ilícitos tributários e estamos fechando o cerco para mercadorias que circulam sem Nota Fiscal, com a data de validade de documento vencida ou com destinatários falsos”, alerta Alessandro Marques, superintendente de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda (Sefaz). Na regional de Alvorada, duas carretas que transportavam 85 bovinos foram apreendidas sem documentação fiscal. A mercadoria, que seguia de Alvorada para o município de Paranã, também no Estado, foi liberada após a emissão da devida nota fiscal, com recolhimento de R$ 28,4 mil aos cofres estaduais. Outra abordagem de auditores da Sefaz impediu que uma carga com 48 bezerros, de até 12 meses, saísse do Tocantins sem a documentação fiscal. A ação aconteceu no município de Araguaçu, região sudoeste do Estado. A carga, com destino a Turiúba (SP), foi avaliada em R$ 52,8 mil e gerou o recolhimento de tributo no valor de R$ 13,2 mil.
O deputado Luis Cesar Bueno, um dos mais articulados do PT em nível nacional, articulou, em tempo integral, para eleger a senadora Gleisi Hoffman à presidência do partido.
O parlamentar frisa que Gleisi Hoffman é uma política competente e agressiva. “É uma presidente para os tempos difíceis do PT.” Luis Cesar aposta que o PT dará a volta por cima e que a sociedade brasileira vai agradecer ao partido, sobretudo pelo aprofundamento dos programas sociais.
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Em 2010, Kátia Abreu se recusou a receber o irônico "Troféu Motosserra de Ouro", outorgado pelo Greenpeace[/caption]
Em política, nada é definitivo. Os aliados e alianças mudam ao sabor das conveniências momentâneas. Em 2014, quando a senadora Kátia Abreu precisava de palanque e legenda – para si própria e para o governador Marcelo Miranda – o então presidente do PMDB nacional, Michel Temer, então vice-presidente da República, foi a tábua de salvação de ambos, quando interveio no diretório estadual, derrubou o ex-deputado federal Junior Coimbra do posto de mandatário, e nomeou um interventor.
Kátia foi eleita senadora e, após algum tempo, esqueceu suas profundas raízes com os proprietários de grandes áreas agrícolas e juntou-se à então presidente Dilma Rousseff, tornando-se uma defensora contumaz daquela gestão e seus asseclas, entre os quais o famigerado Movimento dos Sem Terra (MST).
Atualmente, Kátia Abreu discursa abertamente que Temer é um golpista, como se ele não houvesse sido eleito na mesma chapa que alçou Dilma ao poder. Marcelo Miranda agora é chamado pejorativamente de “Rei do Gado”, numa alusão a uma das operações da Polícia Federal.
Ao afirmar que não votará em favor das reformas trabalhista e previdenciária, no último comício do candidato derrotado de Taguatinga, Lúcio Renato José Pereira (PSD), a senadora disparou: "Essas duas senhoras — deputadas Josi Nunes e Dulce Miranda — são bajuladoras de Michel Temer, esse golpista que usurpou de um poder que não é seu”.
O retórico discurso acusatório não deixa de ser dicotômico, visto que a parlamentar, propositalmente, se esqueceu do codinome que recebeu do Greenpeace, em evento realizado no México, ainda em 2010: “Rainha da Motosserra”. Já o marido da parlamentar, o engenheiro agrônomo Moisés Pinto Gomes, foi apelidado de “Machado” na operação da PF que investiga a delação da enroladíssima empreiteira Odebrecht.
O que dizer da Operação Carne Fraca, em que alguns dos investigados eram indicações da senadora, enquanto exerceu o cargo de ministra da Agricultura? E o que dizer da Operação Lucas, que prendeu a ex-superintendente do referido ministério no Tocantins, Ana Carla Floresta Feitosa, aliada de primeira hora da senadora?
A bem da verdade, são vários acontecimentos, investigações, apelidos e codinomes que a senadora faz questão de “esquecer de lembrar”...
Reverbera, neste momento, o velho ditado popular: “...Quem tem rabo de palha não passa perto do fogo...”. (Dock Júnior)
O presidente Eduardo Medeiros planeja “puxar” o PMN para apoiar Ronaldo Caiado, do DEM, ou Daniel Vilela, do PMDB, para o governo de Goiás em 2018. Mas dificilmente conseguirá. A deputada Eliane Pinheiro apoia a candidatura de José Eliton a governador pelo PSDB e vai lutar, com unhas e dentes, para atrair o partido para a campanha do tucano.
A guerra promete. Eliane Pinheiro não costuma perder.
Prefeitos dizem que, para a parlamentar, o interesse dos goianos está acima das questões partidárias
Prefeitos, inclusive oposicionistas, sustentam que Eliane Pinheiro, do PMN, é a deputada estadual com mais acesso aos gabinetes que decidem no governo de Marconi Perillo.
Republicana, como o governador tucano, Eliane Pinheiro acolhe inclusive os pleitos dos prefeitos do PT e do PMDB. Recentemente, levou a prefeita da Cidade de Goiás, Selma Bastos, do PT, para uma audiência com o presidente da Agetop, Jayme Rincón. Tema em pauta: a duplicação da GO-70 e o encabeçamento da ponte que dá acesso ao Instituto Federal do município.
Desing, Produtividade, Propriedade Intelectual, Qualidade, Inovação, Sustentabilidade e Serviços Digitais são as áreas abordadas pelo programa oferecido pelo Sebrae, que pode ser acessado em Goiás por meio do Sebrae-GO
De um auditor fiscal experimentado: “Há, no Fisco, uma crise quase permanente entre os auditores fiscais e os procuradores do Estado. Há procuradores que querem usurpar os poderes do Fisco. Até agora, foram barrados. Espera-se que as coisas continuem assim”.
O novo secretário da Fazenda, João Furtado, que é competente e transparente, certamente, na opinião dos auditores, saberá mediar a questão com sabedoria. João Furtado é procurador do Estado, mas, acima de tudo, é um homem de Estado. Por onde passou, fez uma gestão íntegra e eficiente.
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Fotos: Eduardo Nogueira / Fernando Leite[/caption]
Não convidem para a mesma picanha da Churrascaria Nativas o ex-vereador Carlos Soares e o ex-prefeito de Goiânia Paulo Garcia. Pode sair sangue, até muito sangue, e não será da carne e tampouco da bandeira vermelha do PT.
Carlos Soares e Paulo Garcia foram aliados e até, devido ao irmão do primeiro, Delúbio “Tesoureiro” Soares, foram quase carne, unha e cutícula. Mas Carlos Soares atribui sua derrota para vereador, em 2016, à falta de apoio do ex-prefeito.
Recentemente, na eleição do diretório do PT, Carlos Soares deu o troco e contribuiu para reduzir a força de Paulo Garcia no partido. No Café Bandeira, seu point, o ex-vereador fala mal do prefeito de manhã e à tarde. De noite, descansa a língua para falar um pouco mais, sempre mal, do petista que, quando prefeito, era amado pela militância petista. Se pressionados, os dois dizem que são “amigos” e que “nunca, nunquinha” brigaram. Só Pinóquio acredita na lorota.
Portanto, lembre-se: deixa a picanha da Churrascaria Nativas em paz.
O tucano pode ficar como o governador mais municipalista da história de Goiás
Não há viv’alma, no mercado financeiro, que acredita na sobrevivência da JBS, exceto se o grupo sair das mãos da família Batista, que, ao se envolver em irregularidades, perdeu credibilidade no país e no mundo.
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Antônio Almeida[/caption]
Depois de desistir de reformar o estatuto, para disputar a terceira eleição seguida, Pedro Alves de Oliveira deve abrir mão de ser candidato a presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg). O empresário Antônio “da Kelps” Almeida, do ramo gráfico, deve substitui-lo, em 2018.
Antônio Almeida é agregador e deve contar inclusive com o apoio de Pedro Alves de Oliveira.
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Arquivo[/caption]
Aliados contam que o deputado federal Daniel Vilela, depois de refletir, decidiu romper com o prefeito de Formosa, Ernesto Roller, que, embora filiado ao PMDB, estaria se comportando como líder do DEM e preposto do senador Ronaldo Caiado.
Presidente do PMDB regional, Daniel Vilela, segundo um deputado, “retomou o controle do partido em Formosa. Porque Ernesto Roller, no lugar de apoiá-lo para governador, estaria articulando o nome de Ronaldo Caiado para governador”. Quem manda no PMDB do município é um vereador que não reza pela cartilha do prefeito.
Um democrata sustenta que Ernesto Roller deve deixar o PMDB, possivelmente filiando-se ao DEM, para apoiar Ronaldo Caiado para governador e, portanto, não correr o risco de ser expulso do partido.


