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Polícia Civil encontra arquivos de abuso sexual de menores em celular; suspeito alega que apenas recebia material em grupo
Rotas são usadas por "mulas" para despistar a polícia e, consequentemente, evitar apreensões
Apesar da decisão favorável ao jus sanguinis, a Corte deixou claro que o parecer não invalida a nova lei aprovada em março de 2025, que endureceu os critérios para obtenção da cidadania italiana
Levantamento foi realizado nos dias 28 e 29 de julho em 20 estabelecimentos comerciais da capital
Sucesso se deve ao design simples, bateria duradoura e uma resistência que virou meme na internet
Em 2024, Goiás exportou US$ 408,5 milhões para os Estados Unidos
Edifício tem paredes fissuradas, presença de cupins e manchas de umidade na parede, além de rede elétrica precária
Suíços já estavam preocupados desde abril, quando Trump anunciou a intenção de aplicar uma tarifa recíproca de 31%
As famílias em situação de vulnerabilidade social têm agora mais tempo para garantir o benefício do programa “Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social”. O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e do programa Goiás Social, prorrogou até o dia 15 de agosto o prazo para inscrições em 20 municípios do estado.
A iniciativa oferece R$ 350 mensais para o custeio do aluguel de moradia, proporcionando mais segurança e dignidade às famílias que enfrentam dificuldades habitacionais. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou pelo aplicativo “Aluguel Social”.
Os municípios contemplados com a prorrogação: Acreúna, Água Limpa, Águas Lindas de Goiás, Anápolis, Aragarças, Aurilândia, Cachoeira Alta, Cachoeira de Goiás, Fazenda Nova, Formosa, Goiatuba, Itauçu, Jaraguá, Jataí, Montes Claros de Goiás, Mossâmedes, Novo Brasil, Palminópolis, Senador Canedo e Valparaíso de Goiás.
Quem mais precisa
A primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, destaca que o programa é uma resposta concreta às dificuldades enfrentadas por famílias em situação de vulnerabilidade. “Com o Aluguel Social, essas pessoas ganham mais dignidade e segurança, especialmente em um momento em que tantas ainda lutam por estabilidade”, afirma.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, reforça que a prorrogação busca ampliar o alcance da política habitacional no estado. “Estamos empenhados em garantir que nenhuma família que precisa fique de fora. O programa tem sido essencial para reduzir o déficit habitacional e oferecer soluções imediatas”, pontua.
Já o secretário de Estado da Infraestrutura, Adib Elias, ressalta a união de esforços entre Estado e municípios para agilizar o atendimento. “Estamos fortalecendo parcerias e otimizando o processo de seleção para que o benefício chegue rapidamente a quem realmente precisa. O governador Ronaldo Caiado tem sido firme em sua missão de transformar vidas por meio da habitação”, afirma.
Maior iniciativa
O programa “Pra Ter Onde Morar”, que inclui o Aluguel Social, integra a maior ação habitacional já realizada em Goiás. Milhares de famílias já foram beneficiadas com moradias, escrituras e auxílio-aluguel em diversas regiões do estado.
Leia também: Cármen Lúcia inicia segundo ano à frente do TSE sob pressão com julgamentos que podem cassar governadores e senador
A ministra Cármen Lúcia inicia seu segundo ano como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfrentando crescente pressão de colegas, advogados e especialistas para acelerar a pauta de julgamentos e dar andamento a processos considerados fundamentais antes das eleições de 2026.
Durante o primeiro semestre de 2025, o TSE enfrentou críticas por sessões esvaziadas, julgamentos de menor relevância e decisões tomadas em bloco — os chamados julgamentos em lista — o que deixou casos mais complexos e urgentes sem previsão de análise.
Entre os processos pendentes estão ações que podem levar à cassação dos mandatos dos governadores Claudio Castro (PL-RJ) e Antonio Denarium (PP-RR). Nenhuma das ações tem data marcada para julgamento.
Governadores sob investigação
A ação contra Castro envolve suspeitas de nomeações irregulares de aliados e cabos eleitorais em uma fundação estadual, além da existência de uma suposta folha de pagamento secreta, revelada por reportagens do UOL em 2022. Já Denarium é acusado de abuso de poder econômico nas eleições de 2022, com alegações de uso da máquina pública e programas sociais para favorecer sua reeleição. Ambos negam qualquer irregularidade.
Outro caso pronto para julgamento é o pedido de cassação do senador Jorge Seif (PL-SC), paralisado desde abril de 2024. Na ocasião, o TSE determinou novas diligências para embasar a decisão sobre suspeitas de abuso de poder econômico. Seif também nega as acusações.
Esses processos são considerados prioritários por membros da corte e observadores do cenário jurídico, que alertam para a necessidade de resolvê-los antes do início do período pré-eleitoral.
Presidência
Procurada pela reportagem, a ministra Cármen Lúcia não se manifestou sobre os processos pendentes.
O TSE é composto por sete membros titulares, que ocupam os cargos de forma rotativa. Três são ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois representantes da advocacia.
Cármen Lúcia assumiu a presidência do TSE em junho de 2024, sucedendo Alexandre de Moraes, e permanecerá no cargo até junho de 2026, quando será substituída por Kassio Nunes Marques.
Tecnologia e diversidade
Antes mesmo de assumir a presidência, Cármen participou da elaboração de medidas para combater fraudes eleitorais envolvendo o uso de inteligência artificial. Durante sua gestão, supervisionou as eleições municipais, que classificou como "democraticamente monótonas". Apesar disso, evitou comentar suspeitas de fraudes em municípios de pequeno e médio porte, onde reportagens da Folha apontaram indícios de compra de votos por meio da transferência ilegal de títulos eleitorais.
Uma das principais iniciativas da ministra neste ano foi a reformulação da composição do tribunal. Ela elaborou uma lista exclusivamente feminina para preencher uma das vagas de titular, enviada ao presidente Lula (PT). A justificativa era evitar que o TSE ficasse composto apenas por homens, após a saída de Isabel Gallotti (STJ) e da própria Cármen em 2026.
Lula escolheu Estela Aranha, ex-secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, considerada uma escolha alinhada às prioridades da ministra. Estela é vista como uma figura preparada para lidar com temas como big techs e inteligência artificial, que devem ganhar destaque nas próximas eleições.
Nova composição
Com a nova formação, espera-se que Cármen Lúcia avance na pauta de julgamentos. Atualmente, o TSE é composto por Cármen, Kassio Nunes Marques e André Mendonça (STF); Isabel Gallotti e Antônio Carlos Ferreira (STJ); Floriano Azevedo e Estela Aranha (advocacia).
Entre os temas que podem ser analisados nos próximos meses estão as chamadas "palavras mágicas", que definem os limites da propaganda eleitoral antecipada, e suspeitas sobre o uso de emendas parlamentares como forma indireta de financiamento de campanhas.
A expectativa é que, com a nova composição, a ministra consiga destravar os processos e conduzir o tribunal com maior celeridade rumo às eleições de 2026.
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Localizado no trevo da entrada de Bauru, o icônico Restaurante Eny's Bar chamava atenção com um letreiro de neon visível de longe
Ela fazia parte do programa Em Pauta, comandado por Marcelo Cosme. A jornalista com 54 anos de carreira afirmou que busca diminuir o ritmo de trabalho
Nova regra eleva para 40% a fatia destinada aos ganhadores da sena
Segundo os dados da pesquisa, 44% dos entrevistados disseram concordar totalmente com a decisão de Moraes, enquanto 11% afirmaram concordar em parte

