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Segundo a Forbes, a lista brasileira cresceu de 240 para 300 bilionários em 2025
As intervenções fazem parte do Termo de Cooperação 001/2025 firmado entre o Ifag e o Estado, que adota um modelo considerado mais ágil de contratação, unindo gestão privada e controle público
Segundo o secretário, o desfile será realizado com toda a segurança necessária e marca um importante patrimônio cultural da cidade
A medida cumpre determinação do Supremo Tribunal Federal (STF)
Além disso, mantém pouco diálogo com integrantes do governo e está afastado do Palácio do Planalto
Em meio a uma paralisação que afetou diretamente milhares de motoristas goianos, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) anunciou nesta sexta-feira, 5, uma medida que promete aliviar a tensão: condutores com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida desde 15 de agosto não serão penalizados até o fim da greve dos médicos credenciados. A decisão, publicada por meio de portaria oficial, busca garantir que cidadãos não sejam prejudicados por um impasse que foge ao seu controle.
A paralisação, motivada por reivindicações de reajuste nos valores dos exames médicos, pagos diretamente pelos candidatos, levou à suspensão cautelar de cerca de 50 profissionais. O Detran-GO, contrário ao aumento, argumenta que isso elevaria ainda mais o custo da CNH, que hoje pode variar entre R$ 2.500 e R$ 5.000. Para muitos, esse valor representa uma barreira ao primeiro emprego ou à mobilidade social.
Em resposta à crise, o órgão adotou uma série de medidas emergenciais. Desde o início da paralisação, foram realizados mais de 5.000 atendimentos em municípios do interior e da região metropolitana, mantendo cerca de 80% da demanda por exames médicos. Na capital, usuários que enfrentam dificuldades podem se dirigir à sede do Detran-GO, no setor Cidade Jardim, sem necessidade de agendamento.
A partir de segunda-feira, 8, os exames médicos serão retomados em cinco unidades do Vapt Vupt em Goiânia: Shopping Bouganville, Cidade Jardim, Praça da Bíblia, Praça Cívica e Shopping Passeio das Águas. Além disso, o Detran-GO está finalizando uma nova portaria que permitirá que médicos credenciados realizem exames diretamente, sem intermediação de clínicas, uma mudança que pode acelerar o retorno à normalidade.
Os médicos suspensos serão submetidos a Processo Administrativo de Responsabilização, com direito ao contraditório e ampla defesa. Caso as infrações sejam confirmadas, os profissionais poderão ser descredenciados.
Mais do que um documento, a CNH é vista pelo Detran-GO como um instrumento de inclusão. “A habilitação muitas vezes representa o primeiro acesso ao mercado de trabalho”, afirma a autarquia, que já acionou o Ministério dos Transportes e a Senatran para discutir alternativas que possam reduzir o valor final da CNH.
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Operação desmantela esquema milionário de venda ilegal de medicamentos em Goiás, Minas e Paraná
Vice-governador adiantou que novo processo de credenciamento de profissionais vai facilitar procedimento para profissionais sem onerar cidadão
A Polícia Civil de Goiás (PC-GO) deflagrou nesta quinta-feira, 4, a Operação Panaceia, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa responsável pela fabricação e comercialização ilegal de medicamentos em larga escala. A ação, coordenada pelo delegado Márcio Henrique Marques de Souza, titular do Grupo de Patrulhamento Tático (Gepatri) da 8ª Delegacia Regional de Rio Verde, resultou em 29 prisões, apreensão de veículos, imóveis e o fechamento de fábricas clandestinas em três estados.
“Na data de ontem [quinta-feira, 4], nós deflagramos a Operação Panaceia. A operação tinha o objetivo de cumprir 36 mandados de prisão e 51 mandados de busca e apreensão”, iniciou o delegado.
Segundo Márcio Henrique, o grupo criminoso fabricava medicamentos de forma precária, sem qualquer autorização sanitária, em locais insalubres. A investigação teve início após apreensões de remessas enviadas pelos Correios.
“Interceptamos muitos medicamentos encaminhados via correspondência. A partir dessas apreensões, começamos as diligências para identificar os remetentes e destinatários. As pessoas envolvidas foram submetidas à perícia, e com a chegada dos laudos, constatamos que os produtos vendidos como ‘naturais’ continham substâncias controladas”, pontuou.
Entre os compostos identificados estavam sibutramina, fluoxetina, diazepam e bupropiona, substâncias que exigem prescrição médica e estão relacionadas à Portaria 344 da Anvisa. O delegado alertou para os riscos à saúde: “O risco para as pessoas que utilizaram esses medicamentos era muito grande, inclusive risco de morte. Além disso, são substâncias que causam dependência. A pessoa começa a tomar e acaba ficando dependente”, disse.
A investigação também revelou movimentações financeiras suspeitas. “Analisamos o relatório de inteligência financeira e constatamos que essa associação criminosa movimentou de forma atípica 19 milhões de reais. Isso demonstra que a atividade ilícita deles é praticamente industrial, com cerca de três anos de atuação” afirmou.
Apesar da complexidade do esquema, o delegado ainda não classificou o grupo como organização criminosa. “Ainda não falo em organização criminosa porque as investigações vão evoluir. Precisamos verificar se existe um vínculo entre eles que possa caracterizar isso. O que temos são associações entre múltiplos indivíduos que se relacionam entre si”, disse.
A operação teve resultados expressivos: 51 mandados de busca e apreensão cumpridos; 29 prisões realizadas até o momento; 5 prisões em flagrante; 4 fábricas clandestinas identificadas em Goiás e Minas Gerais; 64 veículos sequestrados (avaliados em mais de R$ 6 milhões); 63 imóveis sequestrados (avaliados em cerca de R$ 23 milhões); e o Bloqueio de contas bancárias.
Em Ji-Paraná (RO), um suspeito foi preso com grande quantidade de medicamentos ilícitos e armas. Em Goiânia, uma fábrica irregular foi lacrada pela Vigilância Sanitária. Em Rio Verde, foram apreendidos relógios de luxo e veículos. A cidade de Paranaguá (PR) foi identificada como o ponto de origem da associação criminosa.
“Durante as investigações, identificamos que alguns indivíduos migraram para Uberlândia (MG), onde estavam produzindo e distribuindo os medicamentos. Lá, encontramos três das quatro fábricas. Era uma produção em escala industrial. Eles usavam até betoneiras, equipamento de construção, para misturar os medicamentos”, disse.
Além da produção ilegal, o grupo também falsificava rótulos e embalagens. “Eles mudavam os nomes e embalagens constantemente. Não conheço nenhum produto natural ou fitoterápico que seja vendido com essas características. Eles falsificaram”, afirmou.
O delegado concluiu destacando que as investigações continuam, com foco na identificação de outros envolvidos, bens ocultos e na possível caracterização de organização criminosa.
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As melhores ideias receberão premiação em dinheiro: R$ 250 mil para o 1º lugar, R$ 60 mil para o 2º e R$ 40 mil para o 3º.
No último sábado eu fiz uma aula de jazz depois de 11 anos sem dançar. Já se passou quase uma semana, meu corpo ainda tá doendo, mas eu gostei tanto que transbordei. Eu tinha me esquecido a delícia de fazer alguma coisa só por mim mesma e velho, é bom demais.
Parei de dançar há quase 11 anos. Fui bailarina desde a infância e depois de mais de 20 anos experimentando palcos por aí eu encerrei tudo com um discurso claro demais: vou engravidar e fazer uma pós-graduação. O ano era 2014 e eu dançava em uma companhia que se chamava Das Los.
Nessa última década, fiz a pós. Veio Cecília, Matheus, muito trabalho, uma casa cada vez mais difícil de manter limpa e tantas tarefas. Eu tentei academia tantas vezes. Mudei pra um prédio com academia. Fiz hidroginástica, natação, pilates, musculação, corrida. O diagnóstico: a bailarina não gosta de nada disso.
Minha rotina é tão insana que se eu compartilhar, metade me julga, metade não acredita que é possível. Não cabe, ainda, uma atividade física noturna e não há tempo ao longo do dia pra dançar, muito menos grana, mas eis que surgiram umas meninas com uma ideia maravilhosa. Uma aula por mês, sábado, de manhã. E eu topei.
Dancei no Sesi em 2005, 2006. Nem lembro exatamente, mas foram anos bons demais. E foi essa turma que se reencontrou. Eu dançava em 4 lugares diferentes. Ballet, jazz, contemporâneo e ainda participava do grupo de dança da igreja. O corpo tava no auge, a dança sempre tocou minha alma, eu era boa aluna na escola então ocupar 90% do meu tempo com arte era possível.
No sábado passado, enquanto vestia uma meia calça e um colan da Cecília eu fiquei me perguntando: como eu arrumo a vida pra existir um pouco além da maternidade, da jornalista e da esposa? Não é só uma questão de ter rede de apoio, de ter em casa alguém que divide demandas ou de priorizar a si mesmo. É um misto de tantos sentimentos e prioridades que, infelizmente, a gente muda, nem sempre dá.
Outro dia eu tão cansada pra fazer um almoço, num dia caótico, esquentei o que tinha na geladeira e deixei Cecília e Matheus almoçarem porque eu percebi que a comida não dava pra três. Não dava tempo de fazer, não tinha grana pra comprar pronta, eu só precisava dessas duas crianças de barriga cheia e tomei meu leite, comi um pão e fui revisar meus textos. "Na janta eu capricho", prometi pra mim mesma.
Pra quem não tem um filho parece tão simples dizer pra gente se cuidar, pra gente não esquecer de quem é. Na prática, meu irmão, é outro rolê. O bom é que eu já passei por isso uma vez. A gente sabe que passa, que as coisas aos poucos vão retomando seu lugar. A caipirinha me espera depois da amamentação e os hobbies voltarão a ter espaço.
Aprendi há um tempo que devagar também se chega. Voltei a ouvir músicas altas no carro e agora Matheus aprendeu a dormir enquanto eu grito e não apenas ao som de xote da alegria. A dança vai ocupar um pedacinho de espaço na minha vida de novo. Quero voltar a estudar e ter pelo menos uma hora minha, só minha, por semana. Mas eu não tenho uma pressa maluca, não. Eu sei que daqui a pouco aquele bebê fica mais independente e se tudo correr conforme o planejado, eu não terei outro bebê nunca mais.
A maternidade faz o tempo passar depressa, acelera o relógio, aumenta boleto, leva o cansaço a um patamar antes desconhecido. É a versão que eu mais me orgulho de mim mesma. Mas eu sei que não é (e não pode ser) a única.
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