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IMPRENSA
Pio XII não deve ser chamado de o papa de Hitler, mas David Kertzer reafirma omissão sobre extermínio de judeus

Historiador americano, que pesquisou nos Arquivos Secretos do Vaticano, sublinha que o papa não quis usar a ampla estrutura da Igreja Católica para se posicionar contra o Holocausto e o nazismo

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PONTO DE PARTIDA
Mabel termina 2025 com saldo positivo sobre o Legislativo 

Em 365 dias, prefeito enfrentou troca de líder, embates com a Casa Legislativa, mas, ao fim, conseguiu aprovação de projetos importantes para a sua gestão

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ELEIÇÕES
Atos de governo em redes sociais institucionais e o risco de caracterização de propaganda eleitoral antecipada

Prefeituras, governos estaduais e demais órgãos oficiais utilizam, de forma cada vez mais intensa, plataformas digitais para divulgar ações, programas e resultados de gestão

DINHEIRO
Economia goiana deve crescer acima da média nacional em 2026, avaliam economistas

Para economistas ouvidos pelo Jornal Opção, apesar dos riscos do cenário nacional e internacional, a base produtiva goiana segue sólida

Plataforma de nota fiscal MEI | Foto: divulgação/Receita Federal
REFORMA TRIBUTÁRIA
Novos tributos começam a ser testados em 2026; veja os impactos para empresas e consumidores

Novo sistema com IBS e CBS começa a ser testado sem cobrança efetiva, mas já exige adaptação de empresas e amplia a transparência dos impostos pagos pelo consumidor

Eleições 2026
Base governista articula superchapa para 2026 e amplia vantagem política em Goiás

Em 2022, Ronaldo Caiado venceu a reeleição em 240 dos 246 municípios goianos, sendo eleito no primeiro turno com 51,81% dos votos válidos. A expectativa dentro da base é que Daniel Vilela herde grande parte desse capital eleitoral

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Bastidores
Silvye Alves negocia ida para o partido Novo

Antes, chegou a circular a informação de que a deputada federal poderia ir para o Republicanos, mas foi rebatido pelo próprio presidente da legenda em Goiás, Roberto Naves

Bastidores
Gayer hoje corre atrás de aliança que já repudiou

Na política, nada é, tudo está. Os mais experientes nessa arte já sabem disso: não é possível ser radical ou literal demais

Bastidores
Andreia Rezende pode se lançar a deputada como puxadora de votos

Andreia foi a segunda vereadora mais bem votada de Anápolis em 2024, com 3,5 mil votos. Também foi a primeira mulher a ocupar a presidência da Câmara Municipal anapolina

LADO A LADO
Indústria e agro caminham juntas e posicionam Goiás com o segundo maior crescimento econômico do Brasil

Estado registrou alta de 4,8% na economia, segundo IBCR. Instituto Mauro Borges explica que os setores, em parceria, têm contribuído para agregação de valor e contribuindo para geração de renda

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Bastidores
Base se antecipa e 2026 já começa em marcha para Daniel Vilela

Articulação partidária e agenda intensa no interior indicam que o projeto liderado por Daniel Vilela entra em 2026 com estratégia definida e ritmo de campanha antes mesmo do calendário oficial

Bastidores
PP de Baldy deve perder Vivian Naves

A ex-primeira-dama anapolina tem voto, isso é fato. Nas eleições de 2022, quando foi conduzida à Alego, Vivian teve 38,5 mil votos, ficando em 11º lugar

Bastidores
Ana Paula Rezende pode pegar suplência de Gracinha Caiado?

Nos bastidores, a leitura que se faz é que Ana Paula mirou alto para acertar no "médio"

Internacional
China e Rússia condenam ação dos EUA na Venezuela e falam em violação do direito internacional

China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.

A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.

No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.

Rússia

A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.

A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.

Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.

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Segurança
Espaço aéreo da Venezuela fica praticamente vazio durante e após ataque dos EUA; vídeo

Dados do serviço de monitoramento de voos FlightRadar24 indicam que o espaço aéreo da Venezuela permaneceu praticamente vazio durante a madrugada e ao longo deste sábado, 3, em contraste com a intensa circulação registrada em países vizinhos do Caribe e da América do Sul.

O esvaziamento do tráfego aéreo ocorre em meio à escalada de tensão após os ataques atribuídos aos Estados Unidos e é compatível com protocolos internacionais de segurança adotados em cenários de conflito ou risco elevado, quando companhias aéreas optam por desviar rotas para preservar tripulações e passageiros.

Veja o vídeo

Embora o fechamento formal do espaço aéreo dependa de comunicados oficiais das autoridades aeronáuticas, especialistas apontam que, na prática, o mercado aéreo reage de forma preventiva diante de incertezas militares, ausência de garantias de segurança e risco de interdição repentina do espaço aéreo.

Situações semelhantes foram registradas em outros conflitos recentes, como na Ucrânia, no Oriente Médio e em áreas do Mar Negro, onde o simples risco de hostilidades já foi suficiente para provocar o abandono de rotas comerciais, mesmo antes de anúncios formais.

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