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Historiador americano, que pesquisou nos Arquivos Secretos do Vaticano, sublinha que o papa não quis usar a ampla estrutura da Igreja Católica para se posicionar contra o Holocausto e o nazismo
Em 365 dias, prefeito enfrentou troca de líder, embates com a Casa Legislativa, mas, ao fim, conseguiu aprovação de projetos importantes para a sua gestão
Prefeituras, governos estaduais e demais órgãos oficiais utilizam, de forma cada vez mais intensa, plataformas digitais para divulgar ações, programas e resultados de gestão
Para economistas ouvidos pelo Jornal Opção, apesar dos riscos do cenário nacional e internacional, a base produtiva goiana segue sólida
Novo sistema com IBS e CBS começa a ser testado sem cobrança efetiva, mas já exige adaptação de empresas e amplia a transparência dos impostos pagos pelo consumidor
Em 2022, Ronaldo Caiado venceu a reeleição em 240 dos 246 municípios goianos, sendo eleito no primeiro turno com 51,81% dos votos válidos. A expectativa dentro da base é que Daniel Vilela herde grande parte desse capital eleitoral
Antes, chegou a circular a informação de que a deputada federal poderia ir para o Republicanos, mas foi rebatido pelo próprio presidente da legenda em Goiás, Roberto Naves
Na política, nada é, tudo está. Os mais experientes nessa arte já sabem disso: não é possível ser radical ou literal demais
Andreia foi a segunda vereadora mais bem votada de Anápolis em 2024, com 3,5 mil votos. Também foi a primeira mulher a ocupar a presidência da Câmara Municipal anapolina
Estado registrou alta de 4,8% na economia, segundo IBCR. Instituto Mauro Borges explica que os setores, em parceria, têm contribuído para agregação de valor e contribuindo para geração de renda
Articulação partidária e agenda intensa no interior indicam que o projeto liderado por Daniel Vilela entra em 2026 com estratégia definida e ritmo de campanha antes mesmo do calendário oficial
A ex-primeira-dama anapolina tem voto, isso é fato. Nas eleições de 2022, quando foi conduzida à Alego, Vivian teve 38,5 mil votos, ficando em 11º lugar
Nos bastidores, a leitura que se faz é que Ana Paula mirou alto para acertar no "médio"
China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.
A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.
No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.
Rússia
A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.
A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.
Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.
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Entenda as raízes históricas da tensão entre Estados Unidos e Venezuela
Dados do serviço de monitoramento de voos FlightRadar24 indicam que o espaço aéreo da Venezuela permaneceu praticamente vazio durante a madrugada e ao longo deste sábado, 3, em contraste com a intensa circulação registrada em países vizinhos do Caribe e da América do Sul.
O esvaziamento do tráfego aéreo ocorre em meio à escalada de tensão após os ataques atribuídos aos Estados Unidos e é compatível com protocolos internacionais de segurança adotados em cenários de conflito ou risco elevado, quando companhias aéreas optam por desviar rotas para preservar tripulações e passageiros.
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Embora o fechamento formal do espaço aéreo dependa de comunicados oficiais das autoridades aeronáuticas, especialistas apontam que, na prática, o mercado aéreo reage de forma preventiva diante de incertezas militares, ausência de garantias de segurança e risco de interdição repentina do espaço aéreo.
Situações semelhantes foram registradas em outros conflitos recentes, como na Ucrânia, no Oriente Médio e em áreas do Mar Negro, onde o simples risco de hostilidades já foi suficiente para provocar o abandono de rotas comerciais, mesmo antes de anúncios formais.
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