O músico Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques, morreu na madrugada deste domingo, 8, aos 58 anos, em São Paulo. O artista estava internado no Hospital Alvorada e não resistiu a complicações provocadas por um quadro avançado de diabetes.

Conhecido no meio artístico pelo apelido “Mitsu”, Pretto era cantor, compositor, percussionista e pesquisador da música brasileira. Ele integrou o Barbatuques desde 1999 e teve papel importante na consolidação da identidade sonora do grupo, reconhecido pelo uso do corpo humano como instrumento musical, com palmas, estalos e batidas corporais na construção dos ritmos.

Além da atuação no coletivo, o músico também participou de diversos projetos ligados à pesquisa e valorização das manifestações culturais populares do país. Entre eles está o grupo A Barca, dedicado ao estudo da música tradicional brasileira. Ao longo da carreira, Pretto colaborou em mais de 50 discos e participou de apresentações no Brasil e no exterior.

A morte foi confirmada pelo próprio Barbatuques em nota divulgada nas redes sociais. No comunicado, o grupo destacou o legado artístico deixado pelo músico e ressaltou sua contribuição para a música brasileira e para a pesquisa de ritmos populares.

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