Os servidores municipais da Educação da Capital declararam greve para o dia 12 de maio. A decisão foi tomada em Assembleia Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (SINTEGO) na manhã desta quinta-feira, 7, no Cepal do Setor Sul.  

A decisão acontece após erosões das negociações que buscavam a defesa e a valorização dos profissionais — com destaque à criação do plano de carreira dos administrativos da educação. 

Também é defendido pela associação o pagamento das progressões de carreira, da data-base e o reajuste do piso salarial dos professores referentes ao valor de 2026. “Precisamos de respostas concretas para a categoria. Estamos incansavelmente em busca de resolver as demandas dos trabalhadores da Educação há um ano e cinco meses”, defendeu a presidente do Sintego e vereadora por Goiânia, professora Ludmylla Morais.

Segundo o sindicato, as reivindicações da categoria não eram atendidas pela administração pública, sendo a mobilização da greve uma pressão para novos acordos tomarem forma. “Para o SINTEGO, a deliberação marca um novo momento da luta dos/as trabalhadores/as da Educação de Goiânia, que seguem mobilizados/as em defesa de seus direitos e por melhores condições de trabalho”, afirmam.

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