Os administrativos da educação de Goiânia seguem acampados em frente ao Paço Municipal. A última proposta feita pela Prefeitura de Goiânia foi rejeitada e a greve dos servidores segue na capital. Ao Jornal Opção, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Bia de Lima, afirmou que a categoria não aprovou o que foi apresentado e teme pela falta de um plano de carreira.

O Sintego explicou que a proposta não contempla as reivindicações dos grevistas. “Já estamos chegando no final do ano e mais um bônus foi anunciado para a categoria dos professores, mas não atinge a todos os trabalhadores da Educação. Ressalto que não serei contra nenhum benefício, mas é preciso dizer que o bônus é um paliativo que não resolve a questão”, explicou a presidente do Sindicato, Bia de Lima.

Os aposentados, por exemplo, não recebem esses valores e seguem sendo taxados mensalmente com os 14.25%. Os administrativos também seguem sem um plano de carreira atualizado, o que tem sido uma das reivindicações da greve.

Em nota, a Prefeitura de Goiânia manteve o mesmo posicionamento (confira ao final na íntegra).

Confira a nota na íntegra

“A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que seguirá negociando com a categoria e esclarece que apresentou, na última semana, uma proposta para os servidores administrativos da Educação.

A proposta apresentada ao Sintego garantia o reajuste do auxílio locomoção de R$ 300 para R$ 500 por mês, além do pagamento da data-base e da elaboração do plano de cargos da categoria a partir de dezembro.

A SME Goiânia destaca, por fim, que a proposta, construída com responsabilidade fiscal, foi a segunda apresentada à categoria e que vai seguir trabalhando para garantir atendimento aos estudantes.”